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Mulheres incriveis

Projeto Uma Mulher é Uma Mulher abre inscrições para oficinas gratuitas de fotografia, audiovisual e lambe-lambe

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Última etapa da iniciativa oferece formação artística gratuita para mulheres cis, 

mulheres trans e pessoas não binárias, ampliando o legado da exposição que ocupou diferentes regiões do Distrito Federal

Depois de transformar muros, ruas e plataformas digitais em espaços de reflexão sobre o feminino, o projeto Uma Mulher é Uma Mulher chega à sua etapa final com a realização de três oficinas gratuitas voltadas à formação artística. As atividades acontecem no dia 5 de julho, na Administração Regional do Guará, com turmas pela manhã e à tarde, e têm como proposta compartilhar conhecimentos, incentivar a produção autoral e ampliar o acesso às linguagens da fotografia, do audiovisual e da arte urbana.

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A oficina de Fotografia com celular será ministrada por Waléria Gregório, fotógrafa e diretora criativa do projeto. A atividade propõe um exercício de autoconhecimento por meio da imagem e da representatividade, com foco na produção de retratos e autorretratos. De forma prática, as participantes serão estimuladas a desenvolver um olhar sensível sobre si mesmas e a construir narrativas visuais a partir de suas próprias vivências.

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Na oficina de Audiovisual com celular, a cineasta Thaís Holanda apresentará técnicas de captação de imagem e som utilizando o celular, além de orientar as participantes sobre composição, exposição, produção e edição de vídeos. A proposta é demonstrar como os recursos disponíveis nos smartphones podem ser utilizados para criar conteúdos audiovisuais de qualidade.

Já a oficina de Lambe-Lambe será conduzida pela artista urbana Didi Colado, responsável pelas intervenções visuais do projeto. A atividade convida as participantes a experimentar a cidade como suporte artístico por meio da criação e da fixação de cartazes, explorando a arte urbana como ferramenta de expressão, ocupação dos espaços públicos e circulação de narrativas.

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As oficinas são gratuitas e exclusivas para mulheres cis, mulheres trans e pessoas não binárias. Podem participar pessoas a partir de 18 anos. Jovens de 16 e 17 anos também poderão se inscrever, desde que acompanhadas por responsável legal.

Sobre o projeto

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, Uma Mulher é Uma Mulher teve início com um processo de escuta e criação coletiva que culminou em uma exposição urbana instalada nas regiões administrativas do Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Ao longo do projeto, as histórias de Amanda Nery, Caju, Fernanda Torres, Flor Furacão, Issa Meguer, Joyce, Malinha e Jesus Feitosa ganharam as ruas e as plataformas digitais, transformando suas trajetórias em símbolos de diversidade, representatividade e afirmação do feminino. Agora, ao compartilhar os conhecimentos construídos durante essa jornada, o projeto convida novas mulheres a ocuparem também os espaços da criação e da expressão artística.

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Inscrições:

 Inscreva-se: https://www.umamulherprojeto.com.br/oficinas

Instagram: @umamulher.pro

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CRÉDITOS :

Charlotte Vilela I Donna Mídia Comunicação

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Mulheres incriveis

Erika Hilton se torna a mulher mais votada da história para a Câmara

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Deputada do PSOL teve 1,59 milhão de votos, segunda maior votação do país, no mesmo dia em que recebeu ameaça de morte

Erika Hilton (Psol) foi reeleita deputada federal por São Paulo neste domingo (4) com 1.596.383 votos e se tornou a mulher mais votada da história para a Câmara dos Deputados. Com 99,99% das urnas apuradas, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ela teve a segunda maior votação do país, ficando atrás apenas de Lucas Pavanato (PL), também de São Paulo, que somou 3.038.271 votos.

A marca supera a de Joice Hasselmann, eleita em 2018 com 1.078.666 votos. Hilton também multiplicou por mais de seis o resultado que teve em 2022, quando recebeu 256.903 votos.

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Entre as mulheres, a nível nacional, aparecem em seguida Sâmia Bomfim (Psol-SP), com 583.048 votos, e Julia Zanatta (PL-SC), com 560.223.

Em discurso a apoiadores após o resultado, publicado em seu perfil no Instagram, a deputada afirmou que a eleição representa a ruptura de barreiras impostas a pessoas trans e travestis. “O Brasil, de maneira muito triste, ainda segue sendo o primeiro país do mundo que mais mata mulheres como nós”, disse. “Essa vitória não é minha, é coletiva.”

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Hilton foi eleita vereadora de São Paulo em 2020, como a mulher mais votada do país naquela disputa municipal. Dois anos depois, tornou-se uma das duas primeiras mulheres trans eleitas para a Câmara dos Deputados, ao lado de Duda Salabert (PDT-MG).

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Ameaça de morte no dia da votação

A deputada registrou boletim de ocorrência neste domingo após receber, por e-mail, uma ameaça de morte acompanhada de ofensas transfóbicas. A mensagem chegou às 10h26, quando ela se preparava para sair de casa para votar. Nela, o autor dizia conhecer os dados pessoais e o endereço da parlamentar.

Segundo o boletim, Hilton adiou a ida à seção eleitoral até que sua segurança pessoal fosse reforçada. O e-mail foi enviado pelo Onion Mail, serviço que dificulta o rastreamento de mensagens. A deputada pediu às autoridades a abertura de investigação para identificar e responsabilizar o autor.

No discurso, ela minimizou o episódio diante do histórico de ataques que sofre. “Perto das ameaças recorrentes que eu e minha família recebemos, essa é só mais uma bobeira no meio do caminho de algum idiota desocupado que não suporta ver o nosso brilho”, afirmou.

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‘Madrinha política’

Hilton também comemorou a eleição de Sofia Favero (407.749) para a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), candidatura que apresentou e apoiou durante a campanha. A parlamentar destacou que construiu sua trajetória sem apoio de lideranças tradicionais.

“Nós não tivemos padrinhos, mas eu tenho muito orgulho de ter me tornado uma madrinha política”, afirmou. Favero foi a terceira deputada estadual paulista mais votada, atrás de Eduarda Campopiano (PL) e Eduardo Suplicy (PT).

Segundo turno

Hilton afirmou que a campanha continua até o segundo turno da disputa presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Ela citou o envolvimento de Flávio com o Banco Master entre as críticas ao adversário.

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“A nossa vitória só será completa com a reeleição do presidente Lula”, disse. “A gente vai ter que continuar em campanha. Eu queria dar essa notícia triste para vocês: a campanha não acabou.”

 

 

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FONTE:

iclnoticias.com.br

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Por Brasil de Fato

FOTO: Câmara dos Deputados

Divulgação

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