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Mulheres incriveis

Empreendedora brasileira da indústria do vestuário projeta expansão para os Estados Unidos

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Priscila Grunwald já atuou na Europa, onde estabeleceu uma operação própria paralela à do Brasil, conduzindo produção, desenvolvimento e gestão de forma simultânea em dois continentes.
Os setores de vestuário e desenvolvimento de produto estabeleceram uma conexão entre o Brasil e Portugal. A empreendedora Priscila Grunwald, que já dividiu sua rotina entre as operações de São Paulo e Lisboa, construiu uma trajetória marcada pela experiência internacional, pelo domínio técnico da confecção e pela atuação estratégica no comércio digital.
Com mais de 12 anos de atuação, Priscila é bacharel em Administração e acumulou, ao longo de sua carreira, ampla experiência no desenvolvimento de produtos para o vestuário, na estruturação da produção e na gestão de e-commerce. Sua atuação reúne conhecimento técnico, visão comercial e experiência prática tanto na criação quanto na venda direta ao consumidor final. Ao longo de sua trajetória internacional, realizou vendas para diferentes países da União Europeia, ampliando sua vivência com diferentes mercados e exigências de consumo.
Em um cenário em que a experiência corporativa prévia é frequentemente tratada como requisito para o sucesso, a empresária Priscila Grunwald subverte essa lógica. Bacharel em Administração, Priscila iniciou sua jornada empreendedora aos 19 anos, quando fundou a Rosa Verão, fazendo da construção da própria marca sua principal escola profissional.
Ao longo de sua trajetória, desenvolveu uma habilidade complexa na indústria do vestuário: transformar um desenho em peça final pronta no corpo, dominando todas as etapas da confecção, da modelagem ao acabamento. Além de criar e desenvolver produtos, Priscila também treina costureiras para replicarem o mesmo padrão de qualidade e acabamento, estruturando processos que tornam a produção em escala mais viável, eficiente e consistente.
A combinação entre sua trajetória empreendedora, conhecimento técnico, experiência prática de produção e domínio do comércio digital resultou em uma expertise rara na indústria do vestuário. Seu diferencial está justamente na capacidade de unir visão estratégica, conhecimento técnico, experiência de chão de fábrica e profundo entendimento do e-commerce, compreendendo não apenas como desenvolver um produto de qualidade, mas também como posicioná-lo, vendê-lo e fortalecer uma marca no ambiente digital.
“Busquei o conhecimento direto na fonte, com quem faz a moda acontecer no dia a dia. Entender a engenharia por trás de cada peça foi o que me permitiu construir produtos com mais qualidade, melhor ajuste e maior viabilidade de produção”, afirma Priscila Grunwald.
Em um mercado em que muitas marcas ainda dependem integralmente de terceiros, sua experiência permite orientar empresas que desejam iniciar sua própria produção, mesmo quando suas lideranças não têm conhecimento prévio sobre confecção, chão de fábrica ou desenvolvimento técnico do vestuário.
Verticalização e experiência internacional
Um dos marcos de sua trajetória foi a decisão de internalizar 100% da produção. Ao abrir sua própria oficina e aperfeiçoar processos de corte, encaixe, costura e acabamento, Priscila fortaleceu o controle de qualidade e criou uma estrutura mais eficiente e escalável.
Em 2020, a solidez da operação brasileira abriu espaço para a expansão internacional. Reconhecida por sua capacidade de gestão, Priscila conquistou o visto de empreendedora na Europa e estabeleceu uma operação em Lisboa. Nesse período, atuou de forma híbrida, mantendo estrutura ativa no Brasil e desenvolvendo produção e gestão também na Europa.
Agora, com a bagagem construída no Brasil e no mercado europeu, Priscila projeta levar sua expertise aos Estados Unidos, país que considera altamente promissor para a indústria do vestuário, com o objetivo de ajudar empresas a estruturarem sua própria produção, fortalecerem suas marcas e conquistarem maior autonomia estratégica.
Sobre Priscila Grunwald
Priscila Grunwald é empresária brasileira da indústria do vestuário e bacharel em Administração, com mais de 12 anos de experiência em desenvolvimento de produtos, estruturação produtiva e e-commerce. Sua atuação integra criação, modelagem, acabamento, treinamento operacional, produção e estratégia comercial, com experiência empresarial no Brasil e na Europa. Priscila inspira uma nova geração de mulheres a liderarem seus próprios negócios com base em consistência, qualidade e visão global.
CRÉDITOS:
Fotos: Divulgação
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Diversas

Procuradoria Especial da Mulher lança edital do Selo Empresa Amiga da Mulher

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Programa da Câmara Legislativa do Distrito Federal reconhece empresas e organizações que adotam ações de valorização, inclusão, proteção e promoção dos direitos das mulheres

Inscrições seguem abertas até 30 de setembro; podem participar empresas e organizações com sede ou unidade operacional no DF, em atividade há, pelo menos, seis meses

A Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Câmara Legislativa lançou o Edital do Programa Selo Empresa Amiga da Mulher, iniciativa destinada a reconhecer empresas públicas, privadas e organizações sem fins lucrativos que desenvolvam ações e projetos voltados à valorização e à promoção dos direitos das mulheres no ambiente de trabalho. As inscrições estão abertas até 30 de setembro.

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O programa tem caráter honorífico e é baseado na Lei Distrital nº 6.262, de 29 de janeiro de 2019, que instituiu o Selo Empresa Amiga da Mulher no DF. O edital também considera normas relacionadas à igualdade salarial, combate à discriminação nas relações de trabalho, proteção às mulheres e tratamento de dados pessoais.

A proposta é reconhecer publicamente organizações comprometidas com a construção de ambientes profissionais mais seguros, inclusivos e saudáveis, além de estimular iniciativas de capacitação, empreendedorismo feminino, saúde da mulher e conciliação entre trabalho e vida familiar.

Quem pode participar

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Podem participar empresas públicas ou privadas e organizações sem fins lucrativos que tenham sede ou unidade operacional no DF, desde que estejam em atividade há pelo menos seis meses.

Entre as condições previstas estão a regularidade cadastral, o cumprimento das obrigações fiscais e das responsabilidades sociais, a concordância com as regras do edital e a existência de pelo menos uma mulher no quadro de colaboradores.

O edital também estabelece impedimentos. Não podem participar, por exemplo, empresas com condenação definitiva por crimes relacionados ao trabalho análogo à escravidão ou exploração sexual, empresas declaradas inidôneas pela Administração Pública e organizações enquadradas em outras situações previstas no regulamento, incluindo irregularidades fiscais e condenações relacionadas à violência ou crimes contra a dignidade sexual.

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Sete requisitos para receber o Selo

Para conquistar a certificação, não basta a empresa apresentar apenas uma iniciativa. O edital determina que sejam comprovados todos os requisitos previstos na legislação, sem possibilidade de certificação parcial ou condicionada.

Entre as exigências estão:

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  • desenvolvimento de programas de incentivo, auxílio, apoio e capacitação profissional para mulheres;
  • apresentação de carta de compromisso com planejamento de ações, projetos, programas, convênios e parcerias destinados à qualificação, inclusão, bem-estar e desenvolvimento das mulheres no mercado de trabalho;
  • divulgação, dentro da empresa e em seu entorno, de políticas e campanhas nacionais e do Distrito Federal de defesa dos direitos das mulheres;
  • realização de ações informativas e afirmativas sobre saúde da mulher, qualidade de vida, empreendedorismo e mercado de trabalho;
  • manutenção de controle e incentivo à realização do pré-natal das funcionárias gestantes;
  • disponibilização de local e condições adequadas para mulheres lactantes amamentarem ou realizarem a coleta de leite materno;
  • realização de campanhas, projetos e programas de prevenção e promoção da saúde da mulher.

A comprovação deverá ser feita por meio de um portfólio próprio da empresa, reunindo documentos, registros e evidências das ações desenvolvidas.

Entre os materiais que podem integrar o portfólio estão relatórios, registros fotográficos, listas de presença, certificados de capacitações, materiais de campanhas, registros de eventos e documentação relacionada aos espaços destinados à amamentação. As informações referentes ao pré-natal devem ser apresentadas de forma anonimizada, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Inscrições abertas

Para a edição de 2026, as inscrições serão realizadas de 1º a 30 de setembro, até as 23h59, exclusivamente por meio do portal da Câmara Legislativa e da Procuradoria Especial da Mulher.

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O processo é eletrônico e exige o preenchimento do formulário de inscrição, o envio do portfólio comprobatório e o encaminhamento da documentação obrigatória. Cada empresa poderá fazer apenas uma inscrição na edição.

Como será a avaliação

Depois do encerramento das inscrições, será realizada a análise de elegibilidade e, posteriormente, a avaliação dos portfólios. O edital prevê uma Comissão Julgadora formada por servidores públicos efetivos, com preferência por profissionais que tenham experiência ou atuação em políticas públicas para as mulheres, direitos humanos, gestão pública ou áreas relacionadas.

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O processo também prevê uma Comissão Recursal, formada por servidores distintos dos integrantes da Comissão Julgadora, responsável por analisar eventuais recursos apresentados pelas participantes.

O cronograma estabelece até dez dias úteis após o encerramento das inscrições para a análise de elegibilidade e até 15 dias úteis depois da publicação da lista de empresas elegíveis para a análise dos portfólios. Após o resultado preliminar, haverá prazo de cinco dias úteis para recursos, seguido do julgamento pela Comissão Recursal.

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A lista definitiva das empresas selecionadas será homologada pela Procuradoria Especial da Mulher e publicada no Diário da Câmara Legislativa e no portal da CLDF.

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Validade de dois anos

O Selo Empresa Amiga da Mulher é uma certificação honorífica, sem ônus financeiro para a Câmara Legislativa ou para as empresas selecionadas. A certificação terá validade de dois anos, podendo ser renovada por igual período, desde que a organização volte a comprovar o cumprimento dos requisitos estabelecidos.

As empresas certificadas deverão utilizar o Selo em sua logomarca durante todo o período de certificação. A comprovação desse uso será necessária para uma futura renovação ou nova concessão.

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A logomarca poderá ser utilizada também em produtos e materiais publicitários, respeitando o manual de identidade visual disponibilizado pela Procuradoria Especial da Mulher. A CLDF poderá ainda divulgar, em seu portal, a logomarca das empresas contempladas.

Cerimônia de certificação

Em razão do calendário eleitoral, o edital estabelece um cronograma excepcional para esta edição. A cerimônia de certificação deverá ocorrer em novembro ou dezembro de 2026, em data que será divulgada posteriormente pela Procuradoria Especial da Mulher.

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A data oficial deverá ser publicada no Diário da Câmara Legislativa e nos canais institucionais da Casa com antecedência mínima de 15 dias.

Serviço

Programa Selo Empresa Amiga da Mulher – Edição 2026
Inscrições:
 de 1º a 30 de setembro de 2026, até as 23h59.
Quem pode participar: empresas públicas, empresas privadas e organizações sem fins lucrativos com atuação no Distrito Federal que atendam aos requisitos do edital.
Onde se inscrever: portal da Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Certificação: honorífica, gratuita e válida por dois anos.
Cerimônia: prevista para novembro ou dezembro de 2026, em data a ser divulgada pela PEM.
edital completo, os documentos e o formulário de inscrição estão disponíveis no portal da Procuradoria Especial da Mulher da CLDF: Selo Empresa Amiga da Mulher – CLDF.

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Luís Cláudio Alves – Agência CLDF

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