Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Policiais

Adolescente de 14 anos desaparece e envia mensagem suspeita para o pai

Publicado em

Kamylla Kemylle da Silva, de 14 anos, desapareceu no sábado, 1. A adolescente morava com o pai, Ataide Adriano da Rocha Silva, 28, no bairro Santa Maria, em Santos, no litoral sul de São Paulo. Dois dias depois, ela enviou uma mensagem suspeita para a família.

Advertisement

O que aconteceu:

  • Ataide cria Kaylla desde quando ela tinha cinco anos. O homem morava no Nordeste e se mudou para o litoral paulista após se separar da mãe da jovem;
  • Em Santos, Ataide começou a se relacionar com uma mulher, com quem teve outro filho. Kamylla morava com o pai, a atual companheira dele e o irmão caçula. No entanto a esposa de Adriano viajou com o menino e ficou apenas com a adolescente em casa;
  • O homem deixou Kamylla na residência e saiu para trabalhar. Quando retornou, a jovem havia desaparecido. Dois dias depois, ela enviou uma mensagem informando que estava bem e encontrava-se em Cubatão, na região metropolitana da Baixada Santista. “Oi, papis (sic), eu estou bem e em Cubatão. Dia 24 eu volto para viajar com você. Te amo! O meu celular estava descarregado. Desculpa por não ter dado notícias”, escreveu. “Pai, se eu não responder é porque a internet está ruim e também estou sem carregador. Vou colocar o meu celular para carregar”, acrescentou;
  • Depois disso, Ataie não conseguiu manter contato com a filha;
  • Por meio de nota enviada à IstoÉ, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) informou que o 5° Distrito Policial de Santos investiga o caso para localizar a adolescente.
Leia Também:  Com alta da violência contra mulheres, lei que prevê delegacias 24h no país não avança

Fonte: IstoÉ

COMENTE ABAIXO:

Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

Published

on

Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

Advertisement

Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

Advertisement

⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

Advertisement

⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

Leia Também:  Polícia Militar prende dupla suspeita por homicídio em zona rural de Tangará da Serra

⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

Advertisement

Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

Advertisement

Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

Advertisement

Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

Leia Também:  Sem roupa, tio invade quarto de adolescente e a agarra à força

Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

Advertisement

Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA