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Quem era Elisabeth Tenreiro, professora morta a facadas por aluno de escola em SP

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Créditos: Arquivo Pessoal

Antes de atuar como professora da rede estadual de ensino, Elizabeth Tenreiro trabalhou por décadas no Instituto Adolfo Lutz, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde

STHEFHANIE PIOVEZAN

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A professora de ciências Elisabeth Tenreiro, 71, morta nesta segunda-feira (27) em um ataque na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste da capital, era apaixonada pelas filhas e pelos netos.

Também era uma defensora da ciência e passou os últimos meses enfatizando a importância da vacinação em sua página no Facebook.

Na rede social, ela costumava trocar mensagens de carinho com familiares, amigos e ex-alunos. Para os alunos atuais, deixava lembretes como aqueles em que lembrava os itens necessários para a realização das provas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Também fazia posts bem-humorados sobre química e biologia.

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Outra de suas paixões, a escola de samba Pérola Negra, também aparecia com frequência em suas publicações.

Antes de atuar como professora da rede estadual de ensino, Elizabeth Tenreiro trabalhou por décadas no Instituto Adolfo Lutz, vinculado à Secretaria de Estado da Saúde.

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“Saudades de vocês e do Lutz. Amo vocês”, escreveu a uma amiga em junho passado, no Facebook.

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O ATAQUE

Ao todo, quatro professores e dois alunos foram feridos no ataque, realizado por um estudante de 13 anos do 8º ano do ensino fundamental. O adolescente foi apreendido.

A professora de ciência Elisabeth Tenreiro, 71, não resistiu aos golpes e morreu pouco depois. As demais vítimas seguem em atendimento em hospitais da região.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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