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Alunos de escola na Asa Sul recebem imunizantes contra gripe e outras doenças

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Foram disponibilizadas doses contra a gripe (influenza), HPV, meningite, febre amarela, tríplice viral e hepatite B. Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF.

Parceria entre as secretarias de Saúde e de Educação, ação aplicou doses em combate à influenza, HPV, meningite, febre amarela, tríplice viral e hepatite B

Nesta terça-feira (2), a Secretaria de Saúde (SES-DF), em parceria com a Secretaria de Educação (SEE-DF), realizou uma campanha de vacinação para alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 405 Sul, localizado na Asa Sul. Foram disponibilizadas doses contra a gripe (influenza), HPV, ACWY (contra meningite), febre amarela, tríplice viral e hepatite B.

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No início da manhã, os estudantes entre 11 e 17 anos formaram fila para participar da ação. Segundo a técnica em enfermagem da SES-DF, Adriana Ribeiro, a vacinação é fundamental para a prevenção de doenças na infância e adolescência. “Além de atualizar o cartão de vacinas dos alunos, essa iniciativa facilita a estratégia de imunização, especialmente porque muitos pais não conseguem levar seus filhos às unidades de saúde para realizar as vacinas”, afirmou.

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A diretora da escola, Daniela Correa, ressaltou a importância da integração entre as duas secretarias. “Essa parceria faz parte do Programa Saúde na Escola e é muito importante para proporcionar a imunização aos nossos estudantes e aumentar a cobertura vacinal”, explicou.

O Programa Saúde na Escola (PSE) é uma colaboração interdisciplinar entre a SES-DF e a SEE-DF. Somente em 2023, cerca de 294 mil estudantes foram atendidos pela iniciativa. Em termos de cobertura vacinal, os profissionais aplicaram 130 mil doses no ambiente escolar.

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“A iniciativa facilita a estratégia de imunização, especialmente porque muitos pais não conseguem levar seus filhos às unidades de saúde para realizar as vacinas”, afirmou a técnica em enfermagem da SES-DF, Adriana Ribeiro. Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF.

 

 

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Secretarias de Saúde e de Educação realizam campanha de vacinação para alunos do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 405 Sul. Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF.

 

 

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Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação

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Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos

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Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.
“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar.  “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelação
Entre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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