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Filho de Lula defere xingamentos contra Janja: “P*ta, oportunista”

Publicado em

  • Kátia Flávia

O filho do presidente afirma que os prints contra a madrasta são falsos, garantindo que a relação entre eles é ótima.

Genteee, eu estou passadaaa!!!! Recentemente, o  jornal “Metrópoles” teve acesso a capturas de tela de conversas atribuídas ao filho do atual presidente da República, Lula, Luís Cláudio e à sua ex-mulher, Natália Schincariol. Nesses prints, Luís Cláudio supostamente aparece deferindo xingamentos a sua madrasta e primeira-dama da República, Janja Lula da Silva.

No dia 15 de setembro de 2023, às 10h05, Natália perguntou sobre os planos de Luís para o dia. Ele respondeu quatro minutos depois, dizendo: “Tô indo tomar café. Mais tarde assino um termo de compromisso com aquela empresa que te mostrei. Final da tarde vou ver meu pai”.

lula com janja
lula com janja

Natália respondeu: “Que chique. Queria um café preto”. Depois, Luís Cláudio voltou ao assunto anterior e mencionou que Janja estaria presente, usando um termo pejorativo para se referir a ela: “A p*ta vai estar junto”.

É importante destacar que Janja realmente viajou para encontrar Lula em Cuba naquele dia, onde Luís Cláudio também estava. Em outro trecho das mensagens, Luís Cláudio chamou Janja de ‘oportunista’.

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Quando procurado pelo “Metrópoles”, Luís Cláudio negou ter escrito essas mensagens. “Essa mensagem não existiu, não! Veja! Ela é esposa do meu pai e temos um ótimo convívio”, afirmou.

Fonte: Jornal de Brasilia

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Politica

Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos

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Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.
“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar.  “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelação
Entre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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