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Após mais de 20 anos de espera, Varjão ganha rodoviária própria

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Inaugurado nesta sexta-feira (19) pelo governador Ibaneis Rocha, espaço contou com investimento de mais de R$ 1,8 milhão

Por Thaís Miranda, da Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

A partir desta sexta-feira (19), os 8,8 mil moradores do Varjão contam com uma nova rodoviária. A estrutura completa é totalmente diferente do ponto que eles estavam acostumados a chamar de rodoviária na cidade. O barro e a terra, uma casinha improvisada e um abrigo deteriorado deram espaço a uma rodoviária de 1,3 mil m², com banheiros acessíveis, bancos de espera, bebedouros e salas administrativas, que vai servir de origem e destino para as 186 viagens realizadas diariamente na região. As oito linhas que operam na cidade começarão a circular no novo espaço a partir deste sábado (20).

Entregue pelo governador Ibaneis Rocha nesta sexta (19), a Rodoviária do Varjão contou com investimento total de R$ 1.897.980,38 e traz mais autonomia, conforto e segurança aos usuários. São seis baias destinadas ao embarque e desembarque de passageiros, além de duas vagas de estocagem, melhorando significativamente a infraestrutura de transporte na região.

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A nova Rodoviária do Varjão conta com 1,3 mil m² e servirá como ponto de partida para oito linhas de ônibus | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

“Temos feito um bom trabalho aqui no Varjão. Reformamos todas as quadras de esporte, estamos entregando hoje a rodoviária e, em breve, vamos inaugurar o Restaurante Comunitário da cidade, que é também um equipamento muito importante para essa população”, anunciou o governador Ibaneis Rocha.

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De acordo com o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, as oito linhas que circulam pelo Varjão passam a ter um ponto de controle, o que dará mais exatidão aos horários de partidas das viagens. “Era um anseio antigo da região. Com a rodoviária, teremos mais regularidade e previsibilidade com relação às viagens. Os ônibus sairão daqui vazios para atender com mais conforto o usuário também”, destacou.

A operadora de caixa Daniela Karolina Silva, 30 anos, lembrou como era antes o local: “Aquilo que nós tínhamos nem deveria ser chamado de rodoviária. Porque era só uma parada, sem lugar, sem abrigo, tudo na terra. Agora temos uma estrutura, com banheiro, bebedouro e lugar para sentar”. Ela reconhece que, em três décadas morando na região, as mudanças significativas começaram a transformar a cidade nos últimos cinco anos.

Daniela Silva: “O Varjão evoluiu muito. Tinha uma época em que as vias nem eram asfaltadas. Estamos tendo agora a rodoviária e daqui uns dias vai inaugurar o Restaurante Comunitário” | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

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“O Varjão evoluiu muito. Tinha uma época em que as vias nem eram asfaltadas. Estamos tendo agora a rodoviária e daqui uns dias vai inaugurar o Restaurante Comunitário. Tudo isso está sendo feito pelo GDF, por esse governo agora. Hoje, eu tenho orgulho de dizer que eu moro no Varjão”, ressaltou Daniela.

Segundo o administrador regional Daniel Crepaldi, a Rodoviária do Varjão vai ser a escolha principal entre os usuários de transporte público: “Há muitas paradas pela região, mas, quando as pessoas virem a estrutura, vão preferir vir pegar o ônibus aqui, por mais que tenham de caminhar um pouco mais”, acrescentou.

A cozinheira Fabiana Rodrigues, 37, é moradora do Varjão há 34 anos. De acordo com ela, foram inúmeras entregas importantes para a população da cidade: “Essa é mais uma grande conquista. Eu sou do tempo que tinha cavalos na rua comendo lixo, com esgoto a céu aberto. Eu me sinto privilegiada de presenciar tantas melhorias na cidade, com urbanização, coleta seletiva e drenagem. Hoje, o Varjão é uma nova cidade. Eu estou muito feliz”, comemorou.

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Governo que trabalha

Ibaneis Rocha: “Temos feito um bom trabalho aqui no Varjão. Reformamos todas as quadras de esporte, estamos entregando hoje a rodoviária e, em breve, vamos inaugurar o restaurante comunitário da cidade, que é também um equipamento muito importante para essa população” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

A Rodoviária do Varjão é a quinta entregue à população desde 2019. Sobradinho, Santa Maria, Sol Nascente e Itapoã ganharam uma rodoviária própria nos últimos cinco anos. A de Brazlândia também passou por uma reforma em suas estruturas e, no momento, as equipes do GDF trabalham na reforma da unidade do Gama. Para as obras, o governo já investiu R$ 27 milhões, beneficiando um total de 570 mil pessoas.

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“No segundo semestre vamos licitar cinco grandes obras: construção da rodoviária de Água Quente, Vicente Pires, Estrutural, Jardim Botânico e ampliação do BRT de Santa Maria”

Zeno Gonçalves, secretário de Transporte e Mobilidade

A próxima região administrativa a ganhar uma rodoviária própria é a Estrutural. O equipamento será instalado em um terreno de 4.397,01 m², na Quadra 8, em frente ao Parque Urbano da Cidade Estrutural, e prevê nove vagas para embarque e desembarque de passageiros, além de salas administrativas, banheiros, bilheteria e lanchonete. A implementação da rodoviária ainda está em fase de estudos e, em breve, será lançada a licitação para contratar a empresa responsável pelas obras.

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Além da Estrutural, outras obras importantes estão previstas para serem lançadas ainda neste ano. “No segundo semestre vamos licitar cinco grandes obras, são elas: construção da rodoviária de Água Quente, Vicente Pires, Estrutural, Jardim Botânico e ampliação do BRT de Santa Maria”, afirmou o secretário Zeno Gonçalves.

Arte: Agência Brasília

Para a diarista Creusa Moraes, 61, a entrega de equipamentos públicos valoriza ainda mais a cidade onde mora. “Eu moro no Varjão há 28 anos e tenho certeza que essa rodoviária vai ser uma maravilha para nós. Aquilo que chamávamos de rodoviária era perigoso, escuro e dava medo de ir para lá pegar um ônibus. O principal agora é que tenho pertinho da minha casa uma estrutura segura para nós, usuários”, avaliou.

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Os investimentos não param

No auge dos seus 21 anos desde que foi instituída como região administrativa, o Varjão tem muito a comemorar. Reforma dos equipamentos esportivos, restauração de quadras e campos sintéticos, construção de um campo de futevôlei, operação tapa-buraco e novas calçadas são algumas das iniciativas feitas recentemente pelo GDF para melhorar ainda mais a qualidade de vida da população.

O Restaurante Comunitário do Varjão é o próximo grande equipamento a ser entregue aos moradores. O governador Ibaneis Rocha aproveitou a visita à região para conferir o andamento dos serviços. Localizado na Quadra 8 da cidade, o restaurante está sendo erguido em um terreno de 5.339 m² e servirá cerca de 2,5 mil refeições por dia. O espaço funcionará todos os dias da semana, servindo as três principais refeições ao custo total de R$ 2. Para a construção, o GDF investe R$ 6.637.391,63.

“As obras do restaurante do Varjão estão em fase final de conclusão. Isso nos felicita porque a gente sabe que os restaurantes comunitários no Distrito Federal são de boa qualidade, onde há nutricionistas em todas as unidades, e aqui no Varjão não vai ser diferente”, concluiu o governador Ibaneis Rocha.

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“Este será o 18º restaurante comunitário do DF. Essa unidade será a primeira a termos ponto de recarga para carro elétrico no estacionamento. Ele será entregue já equipado, com uma cozinha industrial. É o governo proporcionando mais segurança alimentar e nutricional para a população da cidade”, finalizou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

*Colaborou Ian Ferraz

Fonte: Agência Brasilia
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Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos

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Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.
“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar.  “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelação
Entre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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