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Mulheres incriveis

Mulheres vítimas de violência doméstica no DF podem solicitar o Aluguel Social

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Mulheres em situação de violência doméstica e familiar que precisem deixar o lar para preservar a integridade física podem solicitar o Aluguel Social. O benefício é de R$ 600 mensais para despesas com moradia por até seis meses, com possibilidade de prorrogação por igual período.

 

Unidades do Espaço Acolher estão entre as instituições que fazem acompanhamento psicossocial de mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília

Atualmente, 765 mulheres recebem o auxílio; e, entre janeiro e junho deste ano, foram registrados 4.327 atendimentos. O acesso ocorre por demanda espontânea, e não há limite de vagas.

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Critérios para solicitar o benefício

⇒ Possuir medida protetiva de urgência vigente, expedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com base na Lei Maria da Penha

⇒ Estar em situação de vulnerabilidade econômica e social

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⇒ Precisar deixar a residência em caráter emergencial devido ao risco de morte ou agravamento da violência

⇒ Não possuir outro imóvel ou local seguro para morar

⇒ Não ter condições financeiras de custear despesas com moradia

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⇒ Residir no Distrito Federal

⇒ Possuir renda per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar de até dois salários mínimos

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⇒ Estar em acompanhamento psicossocial na Casa da Mulher Brasileira, em alguma unidade do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam), na Casa Abrigo ou nos Espaços Acolher.

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Como solicitar

O primeiro passo é procurar presencialmente uma das unidades de atendimento psicossocial. Durante o atendimento, uma equipe multidisciplinar avalia a situação da vítima e elabora um relatório técnico para verificar se ela atende aos critérios estabelecidos pela Portaria nº 49/2026.

 

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Se o benefício for concedido, o valor deverá ser utilizado para despesas com moradia.

O que é necessário durante o recebimento

Enquanto recebe o auxílio, a beneficiária deve manter o acompanhamento psicossocial em uma das unidades ou na rede de proteção às mulheres vítimas de violência. Também é necessário apresentar, nos primeiros 45 dias de recebimento do benefício, o contrato de locação do imóvel ou uma declaração assinada pelo proprietário.

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Mulheres que não possuírem documentos para comprovar renda ou residência poderão utilizar autodeclaração. Além disso, é obrigatória a inscrição no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), caso ainda não estejam cadastradas, e a apresentação do comprovante de cadastro no programa habitacional da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Quando indicado, também poderá ser necessária a participação em programas sociais complementares.

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Como funciona a prorrogação

O benefício pode ser disponibilizado por mais seis meses. Para isso, a beneficiária deverá comprovar inscrição em pelo menos dois cursos de capacitação, qualificação profissional ou empreendedorismo.

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Também é preciso, nesse caso, apresentar o comprovante de cadastro na Codhab e um documento que comprove a continuidade da locação do imóvel, como contrato de aluguel ou declaração do locador

A permanência depende do cumprimento dos critérios previstos e da regularidade do acompanhamento feito pelas unidades ou pela rede de proteção às mulheres vítimas de violência.

 

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Mulheres incriveis

Projeto Uma Mulher é Uma Mulher abre inscrições para oficinas gratuitas de fotografia, audiovisual e lambe-lambe

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Última etapa da iniciativa oferece formação artística gratuita para mulheres cis, 

mulheres trans e pessoas não binárias, ampliando o legado da exposição que ocupou diferentes regiões do Distrito Federal

Depois de transformar muros, ruas e plataformas digitais em espaços de reflexão sobre o feminino, o projeto Uma Mulher é Uma Mulher chega à sua etapa final com a realização de três oficinas gratuitas voltadas à formação artística. As atividades acontecem no dia 5 de julho, na Administração Regional do Guará, com turmas pela manhã e à tarde, e têm como proposta compartilhar conhecimentos, incentivar a produção autoral e ampliar o acesso às linguagens da fotografia, do audiovisual e da arte urbana.

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A oficina de Fotografia com celular será ministrada por Waléria Gregório, fotógrafa e diretora criativa do projeto. A atividade propõe um exercício de autoconhecimento por meio da imagem e da representatividade, com foco na produção de retratos e autorretratos. De forma prática, as participantes serão estimuladas a desenvolver um olhar sensível sobre si mesmas e a construir narrativas visuais a partir de suas próprias vivências.

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Na oficina de Audiovisual com celular, a cineasta Thaís Holanda apresentará técnicas de captação de imagem e som utilizando o celular, além de orientar as participantes sobre composição, exposição, produção e edição de vídeos. A proposta é demonstrar como os recursos disponíveis nos smartphones podem ser utilizados para criar conteúdos audiovisuais de qualidade.

Já a oficina de Lambe-Lambe será conduzida pela artista urbana Didi Colado, responsável pelas intervenções visuais do projeto. A atividade convida as participantes a experimentar a cidade como suporte artístico por meio da criação e da fixação de cartazes, explorando a arte urbana como ferramenta de expressão, ocupação dos espaços públicos e circulação de narrativas.

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As oficinas são gratuitas e exclusivas para mulheres cis, mulheres trans e pessoas não binárias. Podem participar pessoas a partir de 18 anos. Jovens de 16 e 17 anos também poderão se inscrever, desde que acompanhadas por responsável legal.

Sobre o projeto

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, Uma Mulher é Uma Mulher teve início com um processo de escuta e criação coletiva que culminou em uma exposição urbana instalada nas regiões administrativas do Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Ao longo do projeto, as histórias de Amanda Nery, Caju, Fernanda Torres, Flor Furacão, Issa Meguer, Joyce, Malinha e Jesus Feitosa ganharam as ruas e as plataformas digitais, transformando suas trajetórias em símbolos de diversidade, representatividade e afirmação do feminino. Agora, ao compartilhar os conhecimentos construídos durante essa jornada, o projeto convida novas mulheres a ocuparem também os espaços da criação e da expressão artística.

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Inscrições:

 Inscreva-se: https://www.umamulherprojeto.com.br/oficinas

Instagram@umamulher.pro

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CRÉDITOS :

Charlotte Vilela I Donna Mídia Comunicação

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