Politica
Hospital Regional de Santa Maria aplica 486 doses de imunizantes em dez dias de vacinação in loco em seus colaboradores
Objetivo é evitar a disseminação de doenças entre os colaboradores
Jurana Lopes
Com o objetivo de promover saúde e reduzir os riscos de propagação de doenças infecciosas, especialmente os vírus respiratórios, como influenza e SARS-CoV-2, o Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NUEPI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) realizou a campanha “Profissional Seguro – Imunização em Dia”, que consiste na vacinação “in loco” dos colaboradores dentro de seus respectivos setores.
Ao longo de dez tardes, a equipe conseguiu aplicar um total de 486 doses, sendo 225 vacinas contra Covid-19, 215 contra Influenza e 46 dTpa, que previne contra difteria, tétano e coqueluche.
“Tendo em vista que umas das medidas mais eficazes de prevenção para alguns agravos é a vacinação, resolvemos fazer ação de imunização in loco no intuito de levar as vacinas até os colaboradores. Entendemos que muitas vezes o plantão é corrido e nem sempre eles conseguem ir até a nossa Sala de Vacina”, explica a chefe do Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima.
Essa iniciativa fortalece diretamente as ações do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar (NUCIH), cuja colaboração com o NUEPI visa reforçar a imunização dos profissionais de saúde, reduzindo de forma significativa o risco de transmissão de patógenos no ambiente hospitalar.
“Ao priorizar a imunização dos colaboradores, a iniciativa impacta positivamente tanto na saúde dos profissionais quanto na segurança dos pacientes, ao mitigar, através dessa ação, a incidência de infecções hospitalares”, afirma a chefe do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do HRSM, Aldyennes Carvalho.
Segundo ela, além de proteger os trabalhadores contra doenças que podem comprometer sua saúde, essa ação visa também prevenir o aumento da transmissibilidade de microrganismos entre os pacientes internados no HRSM.
“Dessa forma, a vacinação fortalece a barreira de proteção coletiva, garantindo um ambiente hospitalar mais seguro e eficiente. Assim, manter a parceria entre os dois núcleos é fundamental para promover um ambiente hospitalar mais seguro, eficiente e resiliente frente a ameaças infecciosas”, ressalta.
Após passar em todos os setores do HRSM, a vacinação está disponível na Sala de Vacina, localizada no anexo da unidade. O local funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30.
Fotos: Divulgação/IgesDF

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Equipe do Hospital Regional de Santa Maria realiza sonho de avó em cuidados paliativos
Chá revelação transforma ambiente hospitalar em cenário para momento único entre mãe e filha
Por Talita Motta
No quarto mês de gestação, Emily da Silva Souza, 23 anos, acompanha de perto a internação da mãe, que está há 40 dias no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Karina Martins, 44, faz tratamento para adenocarcinoma, um tipo de câncer de intestino. Moradoras do Recanto das Emas, mãe e filha enfrentam juntas um período delicado, marcado também por esperança e afeto.

“Sempre foi meu sonho viver esses momentos. A internação da minha mãe acabou sendo mais longa do que esperávamos”, relata Emily.
Decidida a passar pelos momentos mais felizes da primeira gestão perto da mãe, Emily resolveu fazer o chá revelação no hospital. “Eu só viveria isso se fosse com ela. Com minha mãe internada não teria sentido fazer longe dela”.
Então, quem entrou em cena foram os profissionais do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A iniciativa contou com o envolvimento de profissionais de diferentes áreas. Após conhecer a história da paciente e o desejo dela de participar do chá revelação do primeiro neto, a médica paliativista Brunna Rezende, mobilizou toda a equipe do hospital.
“É um tipo de câncer menos comum em pessoas jovens e, quando acontece, impacta toda a família. Nosso compromisso é garantir que, apesar da gravidade da doença, a paciente seja cuidada como pessoa. A internação e o diagnóstico não a impedem de viver tudo o que faz parte da sua trajetória”, destaca.
A terapeuta ocupacional Letícia Albuquerque Félix, ajudou a organizar e transformar o ambiente hospitalar. “A terapia ocupacional busca promover qualidade de vida, autonomia e vivências significativas. Por isso, organizamos tudo para garantir um momento seguro, respeitando os limites físicos e emocionais da paciente”, explica a profissional.
A revelaçãoEntre balões, sorrisos e lágrimas de emoção, o anúncio surpreendeu a futura mamãe. “Eu estava convencida de que esperava um menino”, revela Emily. Mas quem vai chegar é a Esther.
A emoção tomou conta de toda a equipe e, principalmente, da futura vovó. “É meu primeiro neto e só tenho a agradecer a Deus. Eu disse para ela fazer o chá em casa, do jeito que sempre sonhou, mas ela não quis. Então, a equipe do hospital acolheu a ideia e ajudou para que acontecesse”, conta Karina.
Para a enfermeira paliativista Léia Lima, ações como essa reforçam a essência dos cuidados paliativos. “É um cuidado centrado na pessoa, não no diagnóstico. A Karina está em tratamento, está viva e mantém sua história e seus vínculos. O cuidado paliativo também envolve humanização, respeito e valorização”.
Ao final do chá revelação, Emily e a mãe seguiram para o Centro Obstétrico do HRSM, onde a avó pôde ouvir, pela primeira vez, o coração da neta bater.
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