Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
(WordPress, Blogger e outros):

Policiais

Delegado atira em esposa, empregada, invade hospital e dispara contra funcionária

Publicado em

Homem mata esposa e atira em outras pessoas em hospital – (crédito: Material cedido ao Correio)

A esposa morreu. Não há informações sobre o estado de saúde das outras vítimas

Um delegado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) foi preso pela Polícia Militar do DF (PMDF) depois de atirar na esposa, na secretária do lar e em uma técnica de enfermagem do Hospital Daher, no Lago Sul.

A ação bárbara ocorreu na manhã desta quinta-feira (16/1). O Correio apurou que Mikhail Rocha e Menezes efetuou disparos de arma de fogo contra a companheira e a empregada no Condomínio Santa Mônica, em São Sebastião. A mulher dele não resistiu aos ferimentos e morreu.

Após o ataque brutal, seguiu para o Hospital Daher, no Lago Sul, e efetuou disparos contra uma técnica de enfermagem. Não se sabe o estado de saúde da mulher.

Advertisement

Aguarde mais informações  

Correio Brasiliense

COMENTE ABAIXO:
Advertisement
Leia Também:  Cantor Zé Neto presenteia esposa com carrão de luxo: ‘Avaliado em 750 mil’

Policiais

Violência em sala de aula é realidade crescente no Brasil, afastando professores

Published

on

A violência nas escolas brasileiras segue crescendo, principalmente, contra professores. Há alguns dias, um docente de 53 anos foi agredido pelo pai de uma aluna, no Distrito Federal, após chamar a atenção da jovem por estar usando o celular em sala de aula. Casos dessa natureza aumentam cada vez mais, afastando os profissionais para cuidar da saúde mental.

Uma pesquisa do Sindicato Único dos Trabalhadores de Educação de Minas Gerais (SindUte) apontou que 94,3% dos profissionais da educação, destacadamente os professores, em algum momento, já sofreram algum tipo de violência.

Na maioria das vezes, as agressões foram de caráter verbal (86,1%), psicológico (73,2%), físico (55,6%) e discriminatório (42,5%), ocorrendo com relativa frequência, já que 54,1% dos participantes afirmaram que as situações se repetem, ao menos uma vez ao mês. Dessa forma, 33,7% dos entrevistados consideram o local de trabalho pouco seguro e 39,4%, inseguro.

Advertisement

Na ocorrência do Distrito Federal, o pai socou e chutou o professor, caracterizando uma agressão física, sendo contido pela própria filha, que aplicou um golpe de mata-leão para segurá-lo. A agressão foi registrada como lesão corporal, injúria e desacato.

Leia Também:  Justiça exonera de coordenação delegado investigado no caso Abin

Para a PHD em neurociências, psicanalista,  psicopedagoga e professora, Ângela Mathylde Soares, é importante recordar, que desde o início do ano, a legislação proíbe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis em ambiente escolar.  As únicas exceções acontecem para fins pedagógicos ou didáticos – com a permissão do professor – ou por questões de acessibilidade e saúde. “O docente só estava agindo conforme a lei”, afirma.

          As situações desse tipo mostram como a realidade é crítica e a precarização da função é cada vez maior, uma vez que os profissionais da educação lidam com jornadas extensas, muito trabalho, baixos salários e ainda estão sujeitos a enfrentarem violências diárias.

Advertisement

Um estudo do Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Itaú Social, revelou como a desvalorização dos professores vem dos próprios alunos. O levantamento ocorreu em 21 mil escolas, com mais de 2 milhões de estudantes e apenas 40%  deles valorizam o cargo.

Segundo Ângela, o discurso de ódio, facilmente propagado na internet, contribui para ações violentas e o desmerecimento, provocando esgotamento físico e mental, com as síndromes de burnout e pânico, ansiedade e depressão, difíceis de serem contornadas, sem ajuda especializada.

Leia Também:  Causa da morte de Gal Costa é divulgada após polêmicas com viúva

Todas as ocorrências desencadeiam efeitos incapacitantes e acabam se mostrando óbvios no cotidiano, comprometendo a performance em sala. É essencial entender que a saúde mental não deve ser menosprezada e o tratamento precisa começar rapidamente. O acompanhamento evita o agravamento, sendo que, caso contrário,  leva à aposentadoria precoce e, até mesmo, ao desejo de autoextermínio.

Advertisement
 

Gabrielle Silva

Multi Comunicar

Advertisement

(32) 99114-5408

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA