Politica
Senadora Leila Barros lamenta não ter fala na inauguração do Centro de Referência da Mulher Brasileira no Recanto das Emas
Hoje foi inaugurado o Centro de Referência da Mulher Brasileira no Recanto das Emas. Apesar de ser uma das autoras da emenda de bancada que viabilizou as obras, não foi dada a palavra a Senadora Leila, para falar sobre esse espaço que representa acolhimento, escuta e proteção para tantas mulheres em situação de violência.
A Senadora lamenta a ausência de reconhecimento, mas segue onde sempre esteve: ao lado de quem mais precisa. Essa conquista não caiu do céu. Ela é resultado da luta coletiva das mulheres que não aceitaram mais o silêncio como resposta, principalmente do Governo do Distrito Federal.
Leila Barros, comenta que tem mais dois centros para serem inaugurados: Sobradinho II e Sol Nascente/Por do Sol, e que estará acompanhando a finalização das obras e a inauguração delas.
Fonte: Ascom Senadora Leila
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
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