Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Vídeos produzidos no curso Cidadania destacam a importância de desacelerar

Publicado em

Produções foram exibidas na cerimônia de formatura dos 256 alunos da 4ª edição do curso e estão disponíveis no canal do Detran nas Escolas no YouTube

Zélia Ferreira

(Brasília – 4/7/2025) – Durante a realização da 4ª edição do curso Cidadania no Trânsito, oferecido gratuitamente pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal nas escolas públicas, os alunos do 3º ano do Ensino Médio produziram vídeos integrando os conteúdos estudados ao slogan “Desacelere. Seu bem maior é a vida”. Entre os vídeos produzidos, seis de maior destaque foram selecionados para premiação na cerimônia de formatura do curso, nesta quinta-feira (3), e estarão disponíveis no canal do programa Detran nas Escolas no YouTube.

Advertisement

“É muito bom ver que os alunos entenderam a mensagem de que a pressa e os atropelos da vida não podem ser levados para o trânsito. Que precisam ter mais consciência de tudo que aprenderam no curso e possam levar esse aprendizado para a vida, para a família e o círculo de amizades, sendo multiplicadores de que o trânsito seguro depende de todos”, destaca a diretora de Educação de Trânsito, Ana Maria Moreira.

Leia Também:  Mais de 152 mil famílias no DF recebem o Bolsa Família em setembro

Sob os critérios originalidade e adequação ao slogan e ao conteúdo ministrado, foram selecionados um vídeo de cada disciplina: Legislação de Trânsito, Noções de Primeiros Socorros, Direção Defensiva e Noções de Funcionamento de Veículos. Na disciplina de Noções de Proteção ao Meio Ambiente e Convívio Social, foram premiados dois vídeos, pois houve empate na escolha.

O maior desafio dos alunos, nesse trabalho de conclusão de curso, era demonstrar, por meio dos conteúdos estudados, que é necessário desacelerar. E eles entenderam muito bem, destacando frases como: “Será que vale a pena tanto atropelo, tanta pressa, quando o que está em jogo é a vida?” e “A pressa pode até te levar mais rápido, mas também pode te impedir de voltar.”

Advertisement

Cidadania no Trânsito
O curso, direcionado a estudantes do Ensino Médio, faz parte do processo de habilitação de condutores e é oferecido em escolas públicas do DF como atividade extracurricular, conforme previsto na Resolução nº 265/2007 do Conselho Nacional de Trânsito – Contran. A capacitação busca formar condutores conscientes e capazes de aplicar a legislação e a condução defensiva, colaborando para uma convivência mais harmônica e respeitosa no trânsito. São 90h/a, divididas em dois módulos de 45h – um na 2ª Série e outro na 3ª Série do Ensino Médio.

Leia Também:  Tecnologia e solidariedade se unem para incentivar a doação de sangue no DF

O representante da Diretoria de Ensino Médio da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal, Márcio Nunes Gonçalves, presente na cerimônia, destacou o curso como uma “iniciativa transformadora, pois o trânsito é um espaço de convivência para o qual os jovens que participaram dessa formação estarão capacitados para agir de forma ética, ajudando a salvar vidas, além de reduzir o tempo que gastarão no processo de habilitação”.

Atualmente, o curso está na 4ª edição e já formou aproximadamente 850 estudantes das 14 Coordenações Regionais de Ensino (CRE). Neste ciclo, participaram do projeto as 11 escolas: CED Incra 8 de Brazlândia, Escola Técnica de Santa Maria, CEM 804 do Recanto das Emas, CEM 414 de Samambaia, CEM Setor Oeste, CEMI do Cruzeiro, CEMI de Taguatinga, CEM 1 do Gama, CED 1 do Riacho Fundo II, CEM de 1 Sobradinho e CEM 1 do Paranoá.

Advertisement

Fonte: Ascom Detran

COMENTE ABAIXO:

Politica

Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

Published

on

Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

Advertisement
Leia Também:  Presidente Lula sanciona lei que fortalece o combate integrado à violência doméstica e familiar contra a mulher

Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

Advertisement
Leia Também:  Caiado e Gracinha visitam Centro de Apoio ao Romeiro e destacam suporte aos fiéis na caminhada da fé

 

 

 

Advertisement

FONTE:

brasildefato

DIVULGAÇÃO

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA