Politica
📣 Detran-DF leva educação de trânsito a mais de 3,4 mil pessoas no DF!🚦🚶♀️🚴♂️🚗
Entre os dias 26 e 28 de setembro, o Detran-DF realizou mais de 20 ações educativas em 12 regiões administrativas, impactando diretamente 3.464 pessoas com iniciativas que promovem a segurança viária e o respeito à vida no trânsito.
👉 Foram palestras, blitzes educativas, espetáculos teatrais e intervenções artísticas, com linguagem adaptada para públicos diversos — desde crianças da educação infantil até motoristas profissionais.
🌟 Destaques do fim de semana:
✔️ Samambaia liderou a mobilização com mais de 1.000 crianças atendidas
✔️ Gama recebeu o projeto Café na Faixa e uma blitz da campanha Paz no Trânsito
✔️ Taguatinga, Ceilândia, Sudoeste e Planaltina também contaram com ações interativas e educativas
💬 Nosso compromisso é formar cidadãos conscientes desde cedo e construir uma cultura de paz no trânsito. Juntos, salvamos vidas! ❤️
📖 Leia a matéria completa no site oficial do Detran-DF:
👉 https://www.detran.df.gov.br/detran-df-leva-educacao-de-transito-para-mais-de-34-mil-pessoas-no-fim-de-semana/
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
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