Saúde
Personalização integra treino e suplementação feminina
Estratégia combina treino orientado, nutrição e manipulação para melhorar desempenho e adesão
A busca por performance física e equilíbrio corporal tem ampliado o uso de suplementação entre mulheres no Brasil. Nesse cenário, profissionais de saúde e educação física destacam a personalização como fator central para melhorar resultados, evitar uso inadequado de produtos e aumentar a adesão aos protocolos. A abordagem integra treino estruturado, prescrição nutricional e manipulação individualizada de suplementos.
Na prática, a diferença começa no treino. Segundo a personal trainer Renata Costa, modelos genéricos ainda são comuns em academias, mas não consideram objetivos específicos. “O treino personalizado é estruturado com estratégia, considerando demandas como ganho de massa muscular e definição. Isso envolve escolha de exercícios, organização de volume e progressão ao longo do tempo”, afirma.
A adaptação também leva em conta rotina e nível de condicionamento. Mulheres com agenda restrita tendem a se beneficiar de treinos mais objetivos, enquanto perfis avançados exigem maior intensidade. A constância, segundo especialistas, depende dessa adequação à realidade. “Um treino só funciona quando é possível mantê-lo ao longo do tempo”, diz Costa.
No campo da suplementação, o uso de pré-treinos individualizados tem sido incorporado para melhorar energia e foco, especialmente em rotinas intensas. Compostos como cafeína e beta-alanina podem contribuir para o desempenho, desde que utilizados com orientação. O uso indiscriminado, por outro lado, pode gerar efeitos adversos como ansiedade e taquicardia.
A integração entre treino e nutrição influencia diretamente força, resistência e recuperação muscular. A ingestão adequada de proteínas e micronutrientes permite sustentar a intensidade dos treinos e reduzir o tempo de recuperação. Nesse contexto, a manipulação personalizada amplia possibilidades de ajuste de doses e formatos, adaptando o consumo à rotina da paciente.
A Quality Farmácia de Manipulação oferece fórmulas voltadas à suplementação proteica e à performance, incluindo peptídeos e alternativas ao whey protein em formatos como cápsulas e sachês. A proposta é alinhar o consumo às necessidades individuais, com acompanhamento técnico.
A personalização também tem impacto direto na adesão. Protocolos ajustados à rotina tendem a reduzir interrupções e melhorar a continuidade dos resultados, segundo especialistas.
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Sobre a Quality Fórmulas Personalizadas
Com sete unidades no Distrito Federal, a Quality atua no segmento premium de manipulação magistral, com foco em fórmulas personalizadas, rastreabilidade, controle de qualidade e atendimento farmacêutico consultivo. A empresa possui certificação ISO 9001 Internacional, licença para manipulação de SBIT concedida pela Anvisa e reconhecimento por suas práticas de gestão e qualidade.
Instagram: @quality.formulas
Site: https://qualitymanipulacao.
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Horário de funcionamento: das 7:30 às 19:30
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Unidade 2: Av. das Castanheiras, Lote 1310/1370, Ed. Real Splendor, Loja 12, Águas Claras Norte, Brasília-DF. CEP: 71900-100
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Unidade 5: W3 Sul – CRS 508, Bloco “B”, Loja 35 – Asa Sul, Brasília/DF. CEP: 70.351-525
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Saúde
Estudo: 6 em cada 10 mulheres não realizam exames ginecológicos preventivos
Mais de 60% das mulheres não realizam exames preventivos, enquanto 20 morrem diariamente de câncer de colo do útero
O dado mais expressivo é sobre o Papanicolau, um dos principais exames ginecológicos, essencial para a detecção de alterações uterinas e prevenção do câncer de colo do útero. Apenas 39% realizaram esse exame em 2025, outras 61% não realizaram, embora 74% delas saibam para que ele serve.
Outro teste analisado foi o de ultrassonografia/ transvaginal, apenas 43% realizaram no último ano, outras 57% não fizeram.
Em relação ao exame clínico ou autoexame das mamas, as taxas seguem o mesmo padrão. Ao todo, 59% das mulheres não realizaram e apenas 41% realizaram.
Entre os exames analisados, o DNA-HPV — teste laboratorial para identificar os tipos específicos de vírus — permanece como o menos acessado. Cerca de 78% das mulheres não o realizaram no último ano, contra 22% que realizaram.
A pesquisa “Percepção das Brasileiras sobre Tumores Ginecológicos e Práticas de Prevenção” foi realizada pelo Instituto Locomotiva, em conjunto com o Grupo EVA (Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos), e entrevistou 800 mulheres de 18 a 25 anos.
“A pesquisa mostrou que o acesso à informação melhorou, mas ainda há uma distância entre reconhecer a importância da prevenção e a realização efetiva da prevenção por meio da vacinação contra o HPV e da realização dos exames. Precisamos que as mulheres entendam a importância dessa relação com exames que são mecanismos fundamentais na proteção contra o câncer de colo do útero”,
Entre este número, 47% deixaram de voltar a uma consulta com ginecologista por ter recebido um atendimento ruim.
A importância dos exames preventivos
De acordo com a pesquisa, cerca de 20 mulheres morrem todos os dias no Brasil em decorrência do câncer do colo do útero. A doença está entre as principais causas de morte por câncer entre mulheres de até 35 anos.
O HPV está relacionado a cerca de 99% dos casos de câncer do colo do útero. A doença, assim como outros diagnósticos pode ser prevenida por meio da vacinação e do acompanhamento médico com exames de rotina. A vacinação contra o HPV é indicada para mulheres e homens de 9 a 45 anos.
Sus oferece diversos tratamentos ginecológicos
O exame Papanicolau é gratuito e oferecido no SUS (Sistema Único de Saúde). No entanto, ele é recomendado para mulheres a partir dos 25 anos.
O exame de Mamografia também é oferecido sem custo no atendimento público para mulheres a partir de 40 anos. Ele deve se realizado a cada dois anos.
Mulheres também podem solicitar consultas ginecológicas nas UBS (Unidades Básicas de Saúde). Além disso, o SUS oferece distribuição gratuita de anticoncepcionais e outros métodos contraceptivos para evitar doenças sexualmente transmissíveis.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/
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