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Saúde

Quer cursar Psicologia? Descubra se você tem o perfil!

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(Imagem: Pexels)

Fazer o curso de Psicologia pode ser uma das escolhas mais gratificantes que alguém pode fazer na vida, mas é importante saber que essa carreira não é para todos.

A Psicologia é uma ciência complexa que lida com o comportamento humano, emoções, pensamentos e relacionamentos interpessoais. É uma carreira desafiadora e emocionalmente exigente que requer certas habilidades e traços de personalidade para ser bem-sucedida.

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Empatia

Uma das principais habilidades que um psicólogo deve ter é a empatia, ou seja, a capacidade de se colocar no lugar de outra pessoa e entender seus sentimentos e emoções. É importante ter empatia para ajudar os pacientes a se sentirem compreendidos e apoiados em suas lutas emocionais. Além disso, essa habilidade oferece uma visão mais abrangente e compreensiva sobre as situações e problemas apresentados.

Comunicação

Outra habilidade fundamental para um psicólogo é a comunicação. É essencial que o psicólogo seja capaz de se comunicar de forma clara e eficaz com os pacientes para entender seus problemas e ajudá-los a encontrar soluções. Também é importante que o profissional saiba como se expressar adequadamente em diferentes situações, seja durante sessões de terapia ou ao trabalhar em equipe com outros profissionais da saúde.

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Resiliência

A Psicologia pode ser uma carreira emocionalmente desgastante, especialmente quando se lida com pacientes que sofrem de problemas sérios ou que estão passando por situações difíceis.

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É essencial que o psicólogo seja resiliente e capaz de lidar com o estresse e a pressão emocional sem se deixar afetar. Ser resiliente envolve ter uma boa capacidade de adaptação e saber lidar com situações adversas de forma positiva e construtiva.

Curiosidade e interesse pela mente humana

Um psicólogo deve ter uma curiosidade e interesse natural pela mente humana. É importante estar motivado e apaixonado por entender como as pessoas pensam, sentem e se comportam, e estar disposto a estudar continuamente, mesmo após concluir o bacharelado em Psicologia.

O interesse pela mente humana também pode ajudar o psicólogo a ter uma visão mais ampla sobre o mundo e sobre as pessoas com as quais trabalha.

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Ética

A ética é uma parte fundamental da Psicologia. O psicólogo deve seguir um código de ética profissional e estar sempre atento às implicações éticas de seu trabalho. Isso significa que ele deve tratar os pacientes com respeito e dignidade, manter a privacidade e a confidencialidade dos pacientes e evitar qualquer tipo de discriminação ou preconceito.

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Fonte: Jornal de Brasilia

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Saúde

Sangramentos e dores persistentes podem ser sinais de cânceres ginecológicos

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No Setembro em Flor, oncologista aponta sinais que não devem ser ignorados e reforça a importância da vacinação e dos exames preventivos
 
Alterações no ciclo menstrual, dor pélvica persistente, aumento do volume abdominal e mudanças urinárias ou intestinais podem parecer problemas comuns, mas também estão entre os sinais associados aos cânceres ginecológicos. A orientação é não banalizar mudanças persistentes no organismo.
Promovido pelo Grupo Brasileiro de Tumores Ginecológicos (EVA), o Setembro em Flor 2026 tem como tema “O Futuro é Agora” e reforça a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento.
No Brasil, o câncer do colo do útero permanece entre os de maior impacto na saúde feminina. O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima 19.310 novos casos por ano no triênio 2026–2028. Para o coordenador da Oncologia do Hospital Anchieta Taguatinga, Caio Neves, os números reforçam a importância de observar alterações que fogem do padrão habitual de cada mulher.
“Qualquer sangramento vaginal fora do padrão merece investigação. Sangramento após a relação sexual, entre as menstruações ou depois da menopausa, assim como dor pélvica persistente e distensão abdominal, são sinais que precisam ser avaliados”, orienta.
Quando os sinais são discretos
 
Nem todos os tumores ginecológicos apresentam manifestações claras no início. O câncer de ovário, por exemplo, pode provocar sintomas vagos, como distensão e dor abdominal, alterações intestinais ou urinárias, perda de apetite e cansaço. Além disso, não há atualmente um método de rastreamento eficaz recomendado para mulheres assintomáticas da população geral.
Segundo o médico, esses sintomas não significam necessariamente câncer. No entanto, alterações persistentes ou diferentes do habitual devem ser investigadas, em vez de serem atribuídas apenas à idade, à menopausa, a infecções ou a alterações hormonais.
Vacinação e prevenção
 
A infecção persistente por tipos oncogênicos do HPV está associada a quase todos os casos de câncer do colo do útero. O vírus também está relacionado a tumores de vulva e vagina, ampliando a importância da vacinação.
O especialista explica que a imunização é uma ferramenta de prevenção do câncer, mas não substitui o rastreamento. As duas estratégias são complementares e têm papéis diferentes no cuidado com a saúde da mulher.
Novas possibilidades de tratamento
Imunoterapia, terapias-alvo, avaliação molecular dos tumores e técnicas cirúrgicas menos invasivas têm ampliado as possibilidades de tratamento. No câncer de ovário, por exemplo, alterações em genes como BRCA podem ajudar a definir estratégias específicas, enquanto biomarcadores também têm ganhado importância no câncer de endométrio.
“Hoje temos mais ferramentas para tratar, controlar e, em muitos casos, curar esses tumores. Mas o maior ganho continua sendo chegar ao diagnóstico no momento certo”, pontua Caio Neves.
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