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Saúde

Sem cirurgia plástica: conheça procedimentos para rejuvenescer a pele

Publicado em

GettyImages

Produtos estéticos, da Galderma, realçam a beleza, hidratam, promovem efeito glow e devolvem o viço da pele

A busca pelo rejuvenescimento saudável é um dilema e uma procura constante da humanidade. Mas, graças aos avanços da tecnologia na área estética e também científicos, atualmente existem inúmeros tratamentos eficientes para amenizar os efeitos do tempo na pele, sem perder a naturalidade. Em alta, os bioestimuladores de colágeno e o ácido hialurônico injetável na forma de preenchedores e skinboosters estão entre os procedimentos estéticos mais comentados do momento, isso porque não são técnicas tão invasivas quanto cirurgias plásticas.

“Hoje há diversas opções minimamente invasivas para quem deseja realizar um procedimento estético sem necessidade de cirurgias. É o caso dos procedimentos estéticos injetáveis com bioestimuladores de colágeno e ácido hialurônico injetável, que auxiliam na manutenção da saúde, beleza e possibilitam um processo de envelhecimento saudável para a pele”, explica o biomédico Dieick de Sá Oliveira (CRBM-GO 9921).

Divulgação/GaldermaBiomédico Dieick de Sá - Galderma
Biomédico Dieick de Sá Oliveira (CRBM-GO 9921)

O biomédico ainda reforça a importância de procurar por um profissional de saúde habilitado à prática de procedimentos estéticos injetáveis de confiança para fazer esses tratamentos, além, é claro, de optar por produtos que tenham embasamento científico, pois existem técnicas específicas para cada tipo de face.

Por isso, listamos abaixo opções de produtos cientificamente eficazes e seguros da Galderma, maior empresa independente de dermatologia do mundo, que promovem um up na autoestima, respeitando cada tipo e história de derme. Os procedimentos da marca têm ainda como prioridade manter uma aparência saudável e natural.

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Entre os destaques de estética injetável da Galderma, estão Sculptra® e Restylane®, bioestimulador de colágeno e uma linha de ácido hialurônico injetável, respectivamente. Não à toa, são produtos consolidados no mercado há anos. Restylane ®, por exemplo, tem 26 anos com mais de 55 milhões de tratamentos realizados no mundo¹.

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Embelezamento

Seja para dar uniformidade a alguma ruguinha ou destacar alguma área facial, o ácido hialurônico Restylane® é uma opção que promove um tratamento ideal.

Com soluções específicas para cada estrutura e área facial, os produtos Restylane® oferecem aos profissionais da saúde habilitados à prática de injetáveis um portfólio completo que os permite escolher a melhor opção de acordo com as necessidades de cada história de pele e, assim, traçar um plano de tratamento personalizado para os pacientes.

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Entre os benefícios estão:

  • Amenizar olheiras²
  • Volumizar lábios³
  • Definir contornos da face dando mais projeção a áreas como mandíbula e queixo⁴
  • Realçar as maçãs do rosto⁴

Hidratação 

Na versão Skinboosters™, Restylane® se destina a corrigir a perda de ácido hialurônico da pele. Promove uma hidratação profunda⁵, devolvendo o brilho, melhorando o aspecto de cicatrizes de acne⁶ e linhas finas, como os pés de galinha, rugas do pescoço, colo e mãos⁷.⁸.

“O ácido hialurônico injetável chamado Skinboosters™ atua na hidratação da pele recuperando assim o viço da derme”, explica Oliveira.

Recuperação

A partir dos 20 anos, perdemos cerca de 1% de colágeno ao ano⁹, e, portanto, começam a aparecer as primeiras necessidades de reposição dessa proteína. Muito se fala sobre a reposição oral, mas, ainda não há evidências científicas que comprovem sua eficácia. Atualmente, o meio mais estudado e uma das principais formas de estimular a pele a produzir colágeno é por meio da aplicação do bioestimulador de colágeno, como Sculptra®.

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Ele aumenta a produção de colágeno tipo l em 66,5%¹⁰ e pode ser utilizado no rosto¹¹, braços, pescoço, abdômen, bumbum e coxas¹².¹³. Ao estimular a própria pele a produzir mais colágeno, o produto recupera a firmeza e a qualidade da pele como um todo. Quando aplicado em áreas como o glúteo, também pode diminuir a celulite associada à flacidez¹⁴.

Celebridades que adotaram os procedimentos estéticos

Agora que você já conhece e sabe como os produtos atuam, saiba quem também cuida da pele com as linhas da Galderma. Sim, eles são os queridinhos entre as celebridades.

A criadora de conteúdo, Sabrina Dibynis, é uma delas. “A rotina de cuidados com a pele sempre fez parte da minha vida, tenho inúmeras lembranças afetivas ligadas a momentos de autocuidado. Em consulta com a minha médica, ela usou o ácido hialurônico injetável da linha Restylane® para dar mais projeção à região do meu queixo. Confesso que tive medo no começo de ficar artificial, mas, depois da explicação da minha médica, entendi que a aplicação não traria exageros, mas sim contribuiria pra realçar ainda mais a minha beleza.”

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Ao contrário do que muitos pensam, os homens estão cada vez mais procurando manter a pele bonita e saudável. O ator Malvino Salvador compartilhou a experiência dele com a marca. “Foi o tempo em que as pessoas pensavam que autocuidado não era coisa de homem. Cuidar de si vai muito além da aparência e é por isso que eu faço uso do bioestimulador de colágeno Sculptra®. Ele melhora a saúde da minha pele e me ajuda a conquistar um envelhecimento saudável e alto astral”.

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Fonte: Metropoles

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Saúde

Diagnóstico tardio de doenças ginecológicas afeta qualidade de vida e pode comprometer saúde das mulheres

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Endometriose atinge cerca de 190 milhões de mulheres no mundo; sintomas normalizados de cólicas menstruais dificultam a identificação precoce da doença

 

A dor intensa durante a menstruação, o desconforto nas relações sexuais e as alterações abdominais estão entre os sintomas que podem indicar doenças ginecológicas. Apesar dos impactos na rotina, manifestações como essas nem sempre recebem a devida atenção, o que pode dificultar a investigação de condições como endometriose e o câncer de ovário em mulheres. O diagnóstico tardio pode prolongar o sofrimento das pacientes, comprometer a qualidade de vida e, no caso de doenças malignas, reduzir as possibilidades de tratamento em estágios iniciais.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 190 milhões de mulheres em idade reprodutiva convivem com a endometriose em todo o mundo, o equivalente a cerca de 10% dessa população. A doença crônica pode provocar dores intensas, alterações menstruais e dificuldades para engravidar.

A imagem mostra uma mulher adulta de pele clara, cabelo levemente avermelhado e blusa amarela. Ela está posicionada no centro e olha diretamente para a câmera com um sorriso aberto, mostrando os dentes.
Paula Andrea Navarro – Foto: Arquivo Pessoal

A professora associada do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e diretora do Laboratório de Reprodução Assistida, Paula Andrea Navarro, explica sobre o que é endometriose e como ela se manifesta no corpo feminino.

“A endometriose é uma doença caracterizada pela presença de endométrio, que é o revestimento interno da cavidade do útero, fora da cavidade uterina, sendo uma doença crônica. Ela é considerada não só uma doença ginecológica, mas uma doença sistêmica. Os mecanismos pelos quais a endometriose acontece não são completamente esclarecidos, parte dos pacientes, acredita-se que é por refluência de sangue durante a menstruação pelas trompas uterinas.”

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Paula exemplifica, ainda, que a endometriose pode ocorrer de forma diversa em cada paciente, sendo importante atentar aos sintomas. “A endometriose é uma doença enigmática com manifestações particulares em cada paciente. Não necessariamente a quantidade de focos se relaciona com a intensidade dos sintomas. Os principais sintomas são a dor da menstruação (dismenorreia), existe a possibilidade de dor durante a relação sexual e sintomas intestinais durante o período menstrual”, relata.

Histórico familiar e diagnóstico 

A doença também pode estar associada a questões genéticas, ou seja, uma mulher que possui família com histórico da patologia deve manter a atenção aos sintomas para obter seu diagnóstico de forma precoce. “Pacientes mulheres que têm familiares com a doença têm mais chances de ter endometriose do que quem não tem histórico familiar”, afirma a professora.

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A imagem mostra um homem adulto de pele clara, roupa formal na tonalidade rosa e possui cabelos levemente grisalhos. Ele está posicionado no centro e sorri amplamente em direção à câmera, mostrando os dentes.
Julio Cesar Rosa e Silva – Foto: Arquivo Pessoal

Julio Cesar Rosa e Silva, professor associado do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e secretário da Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), explica os exames que devem ser realizados em pacientes com suspeita da patologia.  “Muitas vezes o exame ginecológico nos faz suspeitar da doença mas, hoje, o diagnóstico é feito com exames de imagem, ultrassonografia transvaginal ou ressonância magnética da pélvis.”

A identificação tardia pode prolongar os períodos de dor e dificultar o controle dos sintomas. Dependendo da localização e da extensão das lesões, a doença pode afetar a rotina de trabalho e de estudos, o sono, as relações afetivas e a saúde emocional. “A endometriose é uma doença que realmente tem um atraso diagnóstico bastante significativo. Em média, o diagnóstico pode demorar de cinco a dez anos desde o início dos sintomas. Um dos fatores é pela sociedade acreditar que ter cólica menstrual é um sintoma normal”, diz o professor.

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Fertilidade e conscientização 

A patologia está relacionada com dificuldade de fertilidade em parte das pacientes, embora nem todas as mulheres com a doença apresentem esse problema. “Com o passar dos anos e a presença do processo inflamatório constante, isso vai gerando processos aderenciais e acabam com que o diagnóstico tardio comprometa a fertilidade da mulher, pois acabam distorcendo toda a anatomia pélvica e comprometendo a qualidade do óvulo e a capacidade do embrião se implantar dentro do útero”, afirma o professor.

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Por ser uma condição crônica, a endometriose não possui cura definitiva estabelecida. Entretanto, existem tratamentos para controlar a dor e outros sintomas, incluindo medicamentos hormonais, analgésicos e, em situações específicas, procedimentos cirúrgicos. A conscientização dos profissionais de saúde pode contribuir com a qualidade de vida das mulheres. “Nós precisamos também conscientizar as equipes de saúde, muitas vezes a própria equipe de saúde não está atenta e aberta a sentir e ouvir os sintomas da paciente, isso acaba postergando o diagnóstico, comprometendo significativamente sua qualidade de vida.” finaliza Rosa e Silva.

Estagiária sob supervisão de Gabriel Soares

Fonte matéria: Jornal da USP

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