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Saúde

Creatina: quais os benefícios para quem treina e faz musculação?

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Você, que treina ou faz musculação, já se perguntou como pode se beneficiar da creatinaAline David, nutricionista, convidada do terceiro episódio do Podcast Bem-estar com Paola Machado, mestre e doutora em Ciências da Saúde, e colunista da editoria, explicou que a creatina tem um efeito interessante para quem faz musculação e treina bem, além de aumentar a ressíntese de ATP.

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“A creatina realmente é excelente, mas há que pensar para que tipo de paciente, em qual quantidade, em qual situação, se faz sentido ou não. Você consegue ter efeito interessante para quem faz musculação, para quem treina bem… Aumenta a ressíntese de ATP. Isso é excelente para musculação e outros esportes.”

Um estudo da Revista Brasileira de Nutrição Esportiva, publicado neste ano e intitulado Utilização dos Suplementos Nutricionais: creatina, concentrado proteico (whey protein) e aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs), por indivíduos praticantes de musculação, realizado com 600 pessoas (tanto homens quanto mulheres), entre 20 e 59 anos, praticantes de musculação, mostrou que a utilização desses suplementos levava a hipertrofia ou aumento de massa muscular, melhora no condicionamento físico e recuperação muscular.

Aline David é formada em Nutrição, mestre em Ciências (foco em Fisiologia Humana) e doutora em Ciências (foco em Fisiologia Humana) pela USP (Universidade de São Paulo). Atualmente atua como nutricionista, docente em cursos de pós-graduação, coordenadora da pós-graduação de Emagrecimento e Obesidade pela Plenitude Educação, mentora em cursos on-line e palestrante em eventos de nutrição e saúde. 

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Quer ver mais do episódio? Clica aqui: Podcast Bem-estar com Paola Machado #3 – Aline David fala sobre o crescimento de informação em relação à alimentação

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Fonte: IstoÉ

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Saúde

Banho muito quente pode prejudicar a pele e afetar a pressão arterial

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Especialista do IgesDF orienta sobre cuidados para evitar ressecamento, crises alérgicas e outros desconfortos comuns nesta época do ano.
Por Jurana Lopes
Frio, banho muito quente e pele ressecada costumam andar juntos nesta época do ano. O que poucos sabem é que a água em temperaturas elevadas também pode agravar doenças dermatológicas e provocar alterações na pressão arterial. Para evitar esses problemas, especialista do Instituto de Festão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) orienta sobre hábitos simples que ajudam a proteger a saúde durante o inverno.
A pele conta com uma barreira natural que ajuda a manter a hidratação e protege o organismo contra agentes externos. Quando submetida à água muito quente, essa camada protetora é removida com mais facilidade, deixando o tecido mais sensível e vulnerável. Os efeitos costumam aparecer rapidamente, com sintomas como coceira, descamação, ardência e aspecto esbranquiçado.
A alergista e imunologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Danubia Michetti Sasaki, explica que o calor excessivo remove a camada lipídica responsável pela proteção natural da pele.
“Os banhos quentes e prolongados estão entre os principais gatilhos para crises de dermatite atópica e episódios de coceira intensa. O ideal é optar por banhos rápidos, com água morna, além de utilizar sabonetes adequados e manter a pele bem hidratada”, orienta.
O ressecamento intenso também pode causar pequenas rachaduras, facilitando a entrada de bactérias e fungos e aumentando o risco de infecções. Pessoas com doenças dermatológicas, como dermatite atópica, psoríase e alergias cutâneas, costumam sofrer ainda mais com esses efeitos.
Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), a dermatite atópica, doença crônica que provoca inflamação e ressecamento da pele, afeta até uma em cada cinco crianças e cerca de 3% dos adultos brasileiros. Nessa época do ano, os sintomas tendem a se intensificar, principalmente em razão dos banhos quentes e demorados.
Os efeitos não ficam apenas na pele
Os riscos dos banhos muito quentes não se limitam à saúde dermatológica. A água em temperatura elevada faz os vasos sanguíneos se dilatarem, fenômeno conhecido como vasodilatação. Essa reação pode provocar queda da pressão arterial e aumento dos batimentos cardíacos.
“Essa alteração pode provocar tontura, sensação de fraqueza, mal-estar e até desmaios, principalmente em idosos e pessoas com pressão naturalmente baixa. Além disso, o choque térmico ao sair de um ambiente aquecido para outro mais frio pode elevar a pressão arterial de forma repentina”, alerta Danubia.
Para reduzir os riscos, a especialista recomenda que os banhos tenham duração máxima de dez minutos e sejam realizados com água morna, próxima à temperatura corporal. O uso de sabonetes também deve ser moderado, concentrando-se principalmente nas axilas, pés e região íntima.
Segundo a médica, medidas simples podem contribuir para a prevenção de problemas de saúde nos meses mais frios.
“O banho faz parte dos cuidados diários com a saúde. Ajustar a temperatura da água, evitar longos períodos sob o chuveiro e manter a hidratação adequada são medidas simples que ajudam a prevenir desconfortos e complicações nesta época do ano”, destaca.
Cuidados simples ajudam a proteger a saúde no inverno
  • Prefira banhos mornos e rápidos;
  • Evite o uso excessivo de sabonetes, especialmente os muito perfumados;
  • Aplique hidratante logo após o banho;
  • Mantenha a ingestão de água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede;
  • Evite esfregar a pele com força durante a secagem;
  • Redobre a atenção com crianças, idosos e pessoas que convivem com doenças dermatológicas.
Pessoas que apresentarem coceira intensa, descamação, rachaduras na pele ou episódios frequentes de tontura e mal-estar devem procurar avaliação médica em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado.
Fotos: Divulgação / IgesDF
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