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Arquiteta Fernanda Adriano ganha jantar de aniversário do namorado Venancinho

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A aniversariante Fernanda Adriano com o namorado e anfitrião, o empresário Antônio Venâncio Júnior, o Venancinho
Por Marcelo Chaves
  • A arquiteta Fernanda Adriano foi surpreendida pelo namorado, o empresário Antônio Venâncio Júnior (Venancinho), com uma noite elegante em comemoração a chegada de seus 50 anos. Ele abriu a casa no Lago Sul para um pequeno grupo de convidados, entre amigos próximos e familiares, para brindar a amada.
  • Com ambientação idealizada pela decoradora Maria Tereza Cavalcanti, a noite à luz de velas contou com a participação do concorrido chef italiano Nello Cassese, do restaurante Cipriani do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, que aterrissou em Brasília exclusivamente para preparar o jantar que foi de lugares marcados.
  • “O chef Nello veio do Rio especialmente para essa nossa comemoração e desenvolveu um cardápio com nossos pratos prediletos do Cipriani, já que somos clientes assíduos. Nos tornamos amigos”, disse Fernanda sobre o chef. O ex-presidente Fernando Collor e a esposa Caroline estiveram entre os convidados.
  • Entre as delícias servidas estavam o camarão carabineiro alla puttanesca, o crudo de vieira, emulsão de ovas de peixes e tinta de lula e a costeleta alla milanese, mostarda e cremona. Para adoçar o paladar dos presentes, tiramisù na sobremesa. Tudo regado a champanhe Taittinger e vinho Château Gloria.

Fotos: Arquivo Pessoal

Fonte: Jornal de Brasilia

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BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS

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As mulheres conquistaram a liberdade de  trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de  uma mudança importante por representar  evolução.

A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.

Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°),  pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.

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Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.

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A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.

Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.

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A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim,  escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.

Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.

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Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.

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A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.

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