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Anavitória traz a Turnê dos Namorados a Brasília em junho
Duo vai marcar a data dos casais apaixonados com show no dia 15. Os ingressos já estão à venda
Anavitoria volta a Brasília para uma turnê ainda mais romântica em comemoração ao Dia dos Namorados. O duo musical levará para o público os grandes sucessos da carreira, com um foco nas faixas românticas. O show chega à capital federal em 15 de junho, no auditório máster do Centro de Convenções Ulysses. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria Alpha Tickets.
Dona de vozes singulares e que cantam o amor e o dia a dia de forma doce e profunda, Anavitória têm arrastado multidões por onde passam. Simplicidade, sensibilidade e muita recordação é o que elas têm preparado para a nova turnê.
Anavitória é uma dupla de música pop brasileira que teve início em 2014 por Ana Clara Caetano Costa e Vitória Fernandes Falcão. O primeiro álbum de estúdio do duo, Anavitória, foi lançado em 2016 e ganhou o Disco de Diamante, vendendo mais de 300 mil cópias. Além disso, o álbum recebeu duas indicações ao Grammy Latino, vencendo em Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Trevo (Tu)”.
Além de cantar bem, as meninas também brilharam nas telonas através do longa-metragem de ficção autobiográfico Ana e Vitória, lançado em 2018 e, também do Anavitória – Araguaína a Las Vegas. Ambos podem ser assistidos na Netflix.
Serviço:
Anavitória – Turnê dos Namorados
Dia: 15 de junho (quinta-feira)
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Horário: 18h (abertura dos portões)
Ingressos a partir de R$ 70 no site Alpha Tickets
Classificação Indicativa: Livre
Fonte: Jornal de Brasilia
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BRASIL É 11° PAÍS COM MAIOR PRESENÇA DE LIDERANÇAS FEMININAS
As mulheres conquistaram a liberdade de trabalhar, sem a dependência e permissão dos maridos e famílias, somente nas últimas décadas e, desde então, demonstram porque são tão importantes no mercado, inclusive em cargos de liderança. Mesmo o Brasil apresentando números considerados baixos no mercado, trata-se de uma mudança importante por representar evolução.
A pesquisa Movimento Mulher 360 apontou que 5,2% das empresas brasileiras possuem uma mulher na presidência. Um recorte desse estudo mais amplo da participação do grupo em cargos de alta liderança sobe a participação delas para 37,7%.
Os resultados do ínEstes, por sua vez, registram o Brasil em um ranking de inclusão, considerado intermediário (11°), à frente de nações como os Estados Unidos (16°), pois locais como as Filipinas, África do Sul e Tailândia, lideram o ranking global da presença feminina em cargos de liderança sênior em empresas, de acordo com o levantamento Women in Business da Grant Thornton.
Para a especialista em liderança e gestão, palestrante, mentora, consultora organizacional, engenheira mecânica e escritora, Sônia Jordão, os dados são considerados bastante positivos, mas, muito ainda deve ser melhorado. A reversão do cenário atual requer ações intencionais das empresas, governo – através da criação de metas públicas de diversidade, processos seletivos com recorte de gênero, programas de mentoria, prezar pela flexibilidade e apoio parental – além de considerar a sociedade. É essencial conscientização para eliminar barreiras culturais e estruturais, pois, há muito tempo, elas se destacam como profissionais altamente eficientes em suas funções.
A liderança feminina decorre de uma série de motivos, indo muito além da representatividade, extremamente necessária. “As estatísticas destacam que, quando as mulheres assumem cargos diretivos, as empresas tendem a se tornar locais de trabalho mais inclusivos e, até mesmo, organizados”, afirma Sônia.
Elas acompanham a tendência de se adotar uma liderança mais colaborativa, cuja estrutura está focada na equidade, imparcialidade e senso de justiça para identificar carências individuais.
A expectativa é que a gestão feminina tenda a ser ainda mais humanizada. As mulheres são mais sensíveis e atentas – algo que não deve ser visto como fraqueza. Assim, escuta, empatia e segurança psicológica, tornam o local mais confortável para aquelas enfrentando situações como assédio, por exemplo, pois sabem que receberão a atenção necessária para solução do caso.
Os fatores contribuem também com a criação de um ambiente profissional seguro, propiciando a manutenção da saúde mental dos colaboradores, indispensável para a continuidade da atuação profissional. O Brasil é considerado o país mais ansioso do mundo, apresentando elevados índices de depressão e afastamentos por outras patologias, envolvendo a mente como a síndrome do pânico e burnout, consideradas extremamente incapacitantes.
Alguns levantamentos, como o da Fundação Getúlio Vargas, também reforçam essa realidade com uma presença feminina em cargos de poder, reduzindo os índices de adoecimento e sofrimento mental.
A especialista acredita que, na verdade, o modelo ideal de negócio requer uma equipe diversa com escuta ativa e de variados pontos de vista, características propiciadoras para melhores tomadas de decisão, justamente pela diferença de pensamentos contribuidores para o crescimento profissional e empresarial.
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