Social
Encontro de amigos com feijoada na residencia de Maria Angelica e Eugênio Piedade no Itapoã
O empresário, profissional de relações institucionais e governamentais e jornalista, Eugênio Piedade e sua esposa Maria Angélica, receberam no dia de ontem, sabado (17/06), em sua residência no Condomínio Mansões Entre Lagos, amigos, empresários e políticos do GDF e das cidades do Paranoá e Itapoã.
Foi oferecida uma deliciosa feijoada preparada pelos chefes de cozinha Wanderson e Ozilca, o ajudante Pablo; tudo feito com uma pitada de sabor e amor da esposa de Eugênio, Maria Angélica.
As conversas, sempre alegres e descontraídas, tiveram como foco diversos assuntos, dentre eles a apresentação dos novos administradores para alguns moradores, empresários, politicos e representantes do 1º escalão do GDF.
Na apresentação dos novos administradores, a Deputada Dra. Jane, por ser madrinha política das duas cidades, fez a apresentação do Sr. Dilson Bulhões, novo Administrador do Itapoã e Welington Santana pelo Paranoá.
O evento contou com empresários de diversos segmentos como: do setor Funerário do DF e Entorno, festas e eventos, setor farmaceutico, digitalização de documentos e alguns funcionários da Administração do Itapoã.
Clínica Pax Amor Eterno – Ed Lincoln, Pax Santa Rita – Murilo, Funerária 3 Poderes – Wander, Bracitorium – Paulo Henrique, Celso Junior – DDA Tecnologia, Jordana Saldanha – Chefe da Comunicação do Conselho Federal de Quimica e Manuel Deodoro – Laboratório Farmaceutico.
Dentre os representantes do GDF, compareceram o Diretor do DER Fauzi Nacfur (agora também Presidente da Associação dos DER do Brasil), que comentou sobre os projetos executados pelo governo Ibaneis Rocha/Celina Leão, citando principalmente a inauguração do mais recente, o Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, a maior obra da atualidade na América do Sul, e as outras (9) nove obras, que estão para serem inauguradas, mostrando que o governaador Ibaneis é um homen que olha e faz melhorias para a população do DF.
Fauzi falou também sobre a colocação de quebra-molas, que serão implantados antes das paradas e faixas de pedrestre na DF-250 e 001, a revitalização do canteiro central dessas duas DFs e muitas outras ações que o DER irá executar nessas duas cidades, e também um grandioso projeto que esta sendo produzido para ser instalado no Paranoá, que será um marco para a gestão Deputada Dra. Jane/Santana/Dilson e de grande benefício para o segmento.
Dr. Sandro Avelar, atual Secretário de Segurança Pública do DF, em uma conversa frente a frente com o Administrador Dilson (os dois especialistas em segurança), falou sobre a volta das câmeras de segurança do Itapoã e outras que serão implantadas, não somente no Itapoã, como tambéem no Paranoá. Colocou a Secretaria de portas abertas para atender as reivindicações dessas duas cidades que tem muito carinho.
Outros componentes do governo que estariam presentes justificaram suas ausencias. Sandro Avelar e Fauzi, colocaram suas Secretarias à disposição dos administradores e a Deputada Dra. Jane, para resolverem as demandas do Itapoã e Paranoá.
José Humberto, Secretário de Governo, Dra. Lucilene, Secretária de Saúde, Raimundo Ribeiro, Presidente da ADASA, Tadeu Filippelli, Presidente de Honra do MDB, Epitácio Júnior (PIta) Secretário Executivo da Secretaria de Valorização e Qualidade de Vida da SEFAZ, que, esteve representado por sua Assessora Ilma Naves, Ranieri, Coordenador Regional do Paranoá e Itapoã, todos se comprometeram de levar melhorias e melhor qualidade de vida para Itapoã/Paranoá.
“Uma boa notícia para os moradores do Itapoã e Paranoá. O Secretário executivo Pita, pediu que eu levasse ao conhecimento da Deputada Dra. Jane e os administradores Dilson e Santana que irá entrar em contato para implantar o Projeto Espaço Qualidade de Vida nas administrações, e que Itapoã e Paranoá estarão entre as primeiras RAs a receberem esse projeto”, disse Ilma Naves assessora da (Sequali/Sefaz)
Após o termino do evento este jornalista observou que a grande maioria dos presentes, estava acompanhada de seus respectivos conjujes, mostrando que, para um grandioso projeto tenha exito, é fundamental que a FAMÍLIA esteja unida e com um só objetivo.
Boa sorte Dra. Jane, Administrador Dilson, Administrador Santana e todos da nova equipe de trabalho, obrigado a Deus por ter me proporcionado reunir amigos neste evento, gratidão a todos.
Fonte: Redação
Cultura
Funai revê posição adotada no governo Bolsonaro e pede suspensão da licença de Belo Sun
A Diretoria de Gestão Ambiental e Territorial (Digat) da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) defende a suspensão ou a anulação da licença de exploração de ouro da Belo Sun na Volta Grande do Xingu, no Pará. O órgão afirma que as comunidades indígenas ainda não tiveram os possíveis impactos da mina analisados e que faltam informações sobre pontos centrais do projeto, como o uso da água, o processamento do minério e a barragem de rejeitos.
A posição consiste em um ofício enviado em 7 de agosto pela Digat à Procuradoria Federal Especializada junto à Funai. O documento foi produzido no âmbito da tentativa de conciliação conduzida pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que, em fevereiro deste ano, em decisão monocrática do Desembargador Flávio Jardim, restabeleceu a licença de instalação da Belo Sun.
Para a Digat, ainda existem “informações essenciais não suficientemente esclarecidas” para avaliar os impactos da mina e garantir que os povos indígenas sejam consultados conhecendo as possíveis consequências do empreendimento. Por isso, a diretoria sustenta que a licença concedida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas), sem anuência da Funai, “deve ser suspensa ou anulada” até que as pendências sejam resolvidas.
Para Diogo Cabral, advogado do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o licenciamento não deveria ter avançado enquanto essas pendências permanecessem sem solução. Ele lembra que o projeto prevê uma barragem de rejeitos com capacidade de 35 milhões de metros cúbicos e processamento de minério com cianeto próximo ao rio Xingu. Nesse cenário, afirma, cabe à empresa demonstrar a segurança e a viabilidade socioambiental da atividade, “e não ao órgão técnico justificar sua cautela”.
O advogado também contesta a possibilidade de pendências do licenciamento serem resolvidas posteriormente por meio de condicionantes. “Deixar essas exigências para ‘condicionantes futuras’ inverte a lógica preventiva do licenciamento: permite que questões que deveriam ser resolvidas antes da autorização fiquem para depois”, afirmou o advogado.
Ausência de informações
A Funai aponta indefinições no próprio desenho do Projeto Volta Grande. Segundo a Digat, há divergências quanto à captação de água e falta uma definição consolidada da estrutura de beneficiamento, na qual o minério será processado. A licença restabelecida pela Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará (Semas) também não contempla a barragem de rejeitos nem a implantação da Cava Ouro Verde, uma das áreas previstas para a extração do ouro.
Outra questão é a relação da mina com Belo Monte. A própria Norte Energia, responsável pela hidrelétrica, já apontou incompatibilidades entre os dois empreendimentos, com riscos à qualidade e à vazão da água e aos peixes, além da possibilidade de contaminação no trecho de vazão reduzida do Xingu. A empresa chegou a pedir a reavaliação do licenciamento da mina diante do “conflito entre as atividades”.
Agora, a Funai cobra da Semas uma manifestação sobre essas preocupações e exige que a Belo Sun faça uma Avaliação de Impactos Cumulativos, considerando como os efeitos dos empreendimentos podem se somar aos dos povos indígenas da Volta Grande.
fonte: Publica 15 anos
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