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Show “Liah Soares canta Roberto Carlos” irá encerrar o Prêmio Mérito Varejista

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SHOW “LIAH SOARES CANTA ROBERTO CARLOS” IRÁ ENCERRAR O PRÊMIO MÉRITO VAREJISTA
Sindivarejista realiza premiação para distinguir quem Fomenta o desenvolvimento econômico no Distrito Federal

Parceira musical do Rei Roberto Carlos em composições e interpretação, a cantora Liah Soares fará o show de encerramento da cerimônia de entrega do Prêmio Mérito Varejista, edição 2024. Ela foi convidada pelo anfitrião do evento, o presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta, para homenagear todos os convidados com o show “Liah Soares canta Roberto Carlos” numa versão contemporânea e com influências do pop e do jazz. A premiação vai acontecer nesta quinta-feira, para convidados, no Dúnia Hall, distinguindo dez personalidade que impulsionam o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.

Na premiação, serão distinguidas dez personalidades de Brasília, listadas a seguir:

EMPRESÁRIOS:
– Ana Paula Bandeira Braga, da Morana;
– Carlos Alberto de Amorim, da Cia.Toy;
– Edmar Mothé, fundador das empresas Mundo dos Filtros e Biomundo;
– Marcella Jardim Nemelada, da Rede dos Cosméticos;
– Paulo Milano, do tradicional Armarinhos Milano;
– Vitor Naegele, da Avanzzo.

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JORNALISTAS:
– Brunno Melo, âncora do CBN Brasília, da Rádio CBN;
– Neila Medeiros, apresentadora do programa DF no AR, na TV Record,

PERSONALIDADES:
– José Roberto Tádros, presidente da CNC (Confederação Nacional do Comércio);
– Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.

INFORMAÇÕES EXCLUSIVAMENTE PARA A IMPRENSA
Engenho Comunicação
(61) 3242.1095, com Leiliane Gonçalves – secretariaengenho@hotmail.com (favor
Jornalista Responsável: Kátia Cubel – (61) 99187.9581

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PROTEÇÃO DE JOVENS NAS REDES SOCIAIS CONTINUA COMO UM GRANDE DESAFIO

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Os diversos debates e eventos sobre o uso de celulares e as redes sociais ainda seguem como uma discussão complexa e muito longe de acabar. Diariamente, os pais devem lidar com a resolução de problemas para proteger os jovens dos perigos digitais, afinal 95% das crianças e adolescentes acessam a internet, segundo o TIC Kids Online Brasil 2025. Nas últimas semanas,  a nova polêmica está no Discord, uma plataforma de conversas privadas ou em comunidades, envolvendo pessoas pelo mundo. O grande risco já é conhecimento, ou seja, a insegurança vivida pelas crianças e adolescentes, pois não se sabe com quem estão conversando.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspendeu os recursos de vídeo de transmissões ao vivo na plataforma, resguardando as imagens dos participantes. Uma série de propostas foram enviadas aos representantes do aplicativo, entretanto, devido à falta de acordo, o governo decidiu ir à justiça, apresentando um processo contra danos morais e um pedido para elevar a proteção dos usuários.

De acordo com a PHD em neurociências, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, o ECA digital é resultado de preocupações como essa,  pois em um mundo cada vez mais conectado, o Estatuto da Criança e do Adolescente deve ser adaptado para preservar o grupo de conteúdo considerado inadequado e/ou perigoso no meio virtual.

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O governo brasileiro determinou uma série de proibições, no último ano, envolvendo os celulares nas escolas, o chat do roblox e limitou o acesso às redes sociais sem autorização prévia. Outros países como a França também proibiram o acesso total às redes de menores de 15 anos, porém, só conseguiu vetar o uso em ambiente escolar.

Ângela explica que os impedimentos visam evitar a elevação dos casos de assédio, aliciamento, grooming – abuso ou exploração sexual – cyberbullying, o vício, dificuldades de aprendizagem e de concentração e queda na qualidade da saúde mental e alterações no desenvolvimento infantil.

Um estudo publicado pela revista americana Pediatrics, por exemplo, foi responsável por identificar riscos sofridos por menores de 12 anos, citando a depressão, ansiedade, obesidade e problemas com o sono, devido à exposição ao aparelho como os maiores.

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A exposição precoce e excessiva às redes não é maléfica, contudo, a proibição completa não é eficiente, sendo que não cabe apenas aos órgãos governamentais resguardar a inocência do grupo. “Os pais e responsáveis também devem manter atenção ao uso dos dispositivos e, principalmente, não devem ter medo de expor autoridade, monitorando conversas dos filhos, tempo de uso e até mesmo, bloqueando os conteúdos, se necessário”, afirma a especialista. O objetivo é garantir um bem maior: a proteção dos filhos, a saúde mental e o desenvolvimento adequado, conforme a faixa etária.

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Imagem Freepik

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