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Mãe coloca fentanil em mamadeira achando que era cocaína e bebê morre

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O caso aconteceu em Nassau, condado no estado norte-americano da Flórida – (crédito: SEBASTIAN GOLLNOW/PICTURE ALLIANCE VIA GETTY IMAGES/GETTY IMAGES VIA AFP)

De acordo com a investigação, a mãe teria colocado a droga na mamadeira para poder descansar

Uma mãe adolescente está sendo acusada de matar o próprio filho, de apenas nove meses, após colocar fentanil na mamadeira dele. O caso aconteceu em Nassau, condado no estado norte-americano da Flórida. Segundo o site news4jax, os policiais receberam um chamado em 26 de junho informado que a criança não respirava e não tinha pulso. O bebê foi socorrido, mas não resistiu.

Na última terça-feira (11/7), segundo os policiais, a mãe, de 17 anos, confessou o que teria acontecido. De acordo com os xerife Bill Leeper, a mãe estava cansada e queria descansar. Ela então colocou leite na mamadeira da criança com o que pensou ser cocaína. Mas na verdade, a droga era fentanil, um opioide usado para tratamento de dor.

Segundo o legista, o bebê tinha fentanil no organismo o suficiente para matar 10 pessoas. A mãe é acusada de homicídio qualificado e posse de substância controlada.

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Fonte: Correio Brasiliense

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Portal do CRMB disponibiliza acesso à Delegacia Eletrônica para registro de ocorrência

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Atendimento inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção

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Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

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Mulheres que precisam registrar ocorrência de violência doméstica podem acessar a Delegacia Eletrônica por meio de link disponibilizado no portal do Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB).

O serviço permite realizar o registro de ocorrência de forma online, sem a necessidade de comparecimento presencial para iniciar o procedimento. Nas unidades do CRMB, as mulheres também podem receber orientação e apoio para acessar a plataforma durante o atendimento, sempre respeitando sua autonomia, sua decisão e as especificidades de cada situação.

O atendimento oferecido pelo CRMB inclui acolhimento e orientação sobre os serviços disponíveis na rede de proteção. Quando necessário e de acordo com a decisão da mulher, a equipe pode prestar suporte para o acesso à Delegacia Eletrônica e a outros mecanismos de proteção.

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O CRMB não substitui a atuação da Polícia Civil e não realiza o registro da ocorrência em nome da mulher. O papel da equipe é orientar e apoiar o acesso aos serviços disponíveis, inclusive para o registro da ocorrência e, quando cabível, a solicitação de medidas protetivas de urgência.

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A possibilidade de receber orientação durante o atendimento busca auxiliar mulheres que enfrentam dificuldades para acessar os serviços, têm dúvidas sobre os procedimentos ou precisam de apoio para utilizar as ferramentas disponíveis.

O registro realizado pela Delegacia Eletrônica é encaminhado para análise e os procedimentos cabíveis pela Polícia Civil.

 

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