“Provavelmente daqui a 20 ou 30 anos teremos um exército de adultos com dores cervicais, pelo uso de tela na infância”, afirma Marcos André Frasson. – (crédito: Kayo Magalhães/CB/D.A Press)
Segundo levantamento do governo federal, no ano passado houve 68% de afastamentos a mais que em 2022. Ao CB.Saúde, especialista destaca os problemas condição física
Luis Fellype Rodrigues
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que oito em cada 10 pessoas no mundo têm hérnia de disco. Os tratamentos e as principais causas para desenvolver a condição física foram debatidos por Marcos André Frasson, médico especializado em dores agudas e crônicas da clínica Acolhedor, no programa CB.Saúde — parceria entre Correio e TV Brasília — desta quinta-feira (18/1). À jornalista Carmem Souza, o doutor destaca crianças com problemas crônicos no pescoço por conta do mau uso do celular.
Diferente do passado, onde o tratamento de dores na coluna eram feitas apenas com antibióticos, Marcos André cita que existem uma série de estratégias que podem ser tomadas para o tratamento. “Hoje o tratamos de forma multimodal. Orientamos fazer fisioterapia, caso haja queixas psicológicas, encaminhamos para o psicólogo, se precisar de colocar medicação em alguma estrutura que está doente, faremos. Tudo para que ele melhore muito mais rápido e essa dor não vire crônica. Esse é o nosso grande desafio, não deixar a dor aguda (até três meses) virar dor crônica”, explica.
O governo federal fez um levantamento e a hérnia foi a principal causa de afastamento temporário do trabalho. No ano passado, houve um aumento de 68% em relação a 2022. Pessoas que ficam muito tempo sentadas também estão submetidas. O especialista cita uma série de profissionais que podem ser acometidos pelo problema. “motoristas, cobradores, telemarketing, repórteres, profissionais da saúde estão entre eles”, pontua.
Marcos André alerta que não são apenas os idosos que sofrem com essa condição, jovens também têm desenvolvido problemas lombares. “Vivemos uma epidemia de crianças que estão com problemas crônicos no pescoço por conta do mal uso ou excesso do celular. Provavelmente daqui a 20 ou 30 anos teremos um exército de adultos com dores cervicais, pelo uso de tela na infância”, conclui.
Há chances disponíveis para profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Salários oferecidos chegam a R$ 5 mil
Por
Carine Aguiar, da Agência Brasília | Edição: José Renato Garcia
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As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (31), 676 vagas para candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego.
O maior salário entre as vagas disponíveis é para o cargo de chef de cozinha, com cinco vagas na Asa Sul e remuneração de R$ 5 mil, além dos benefícios. Outro cargo que também se destaca pela remuneração é o de operador de escavadeira, com duas vagas e salário de R$ 4 mil, além dos benefícios.
O cargo de operador de caixa concentra o maior número de vagas disponíveis, com 130 oportunidades. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além dos benefícios.
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Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.
Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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