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Manter memória sobre golpe de 1964 é crucial para não repetir tragédia, diz Dilma

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Dilma Rousseff, ex-presidente do Brasil e atual presidente do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento) – Daniel Ramalho – 6.dez.23/AFP

Manifestação de ex-presidente se deu nas redes sociais, em meio a vetos de Lula a atos sobre a ditadura

ANA GABRIELA OLIVEIRA LIMA

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

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Em meio a vetos de Lula (PT) a atos sobre a ditadura militar, a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e hoje presidente do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento) relembrou os 60 anos do golpe de 1964 e disse que a história não apaga sinais de traição à democracia.

A declaração foi dada na rede social X na manhã deste domingo (31).

” Manter a memória e a verdade histórica sobre o golpe militar que ocorreu no Brasil há 60 anos, em 31 de março de 1964, é crucial para assegurar que essa tragédia não se repita, como quase ocorreu recentemente, em 8 de janeiro de 2023″, afirmou Dilma na publicação.

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Dilma falou sobre o contexto no qual o então presidente João Goulart foi derrubado e afirmou que o momento foi marcado por traição à democracia e eliminação de “conquistas culturais, sociais e econômicas da sociedade brasileira”.

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“No passado, como agora, a História não apaga os sinais de traição à democracia e nem limpa da consciência nacional os atos de perversidade daqueles que exilaram e mancharam de sangue, tortura e morte a vida brasileira durante 21 anos”, afirmou a ex-presidente.

“Tampouco resgata aqueles que apoiaram o ataque às instituições, à democracia e aos ideais de uma sociedade mais justa e menos desigual. Ditadura nunca mais! “.

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Dilma Rousseff foi presa e torturada durante a ditadura. Em sua gestão na Presidência da República, defendeu resgatar a memória acerca da ditadura militar e do reconhecimento de crimes cometidos pelo Estado.

A fala de Dilma se dá em meio a um contexto de manifestações até agora tímidas por parte de políticos aliados de Lula depois que o ex-presidente vetou atos sobre os 60 anos do golpe.

A ditadura militar (1964-1985) foi marcada por desaparecimentos, mortes e torturas feitas pelo Estado brasileiro.

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Fonte: Jornal de Brasilia
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Maria da Penha online registra mais de 9 mil ocorrências no DF

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Pela Delegacia Eletrônica é possível anexar provas, solicitar exames de corpo e delito e pedir acolhimento — tudo pelo celular, sem sair de casa.

Para muitas mulheres vítimas de violência doméstica, pedir ajuda pode ser o passo mais difícil. No Distrito Federal, esse apoio pode ser acessado sem sair de casa. Por meio do programa Maria da Penha Online, da Polícia Civil, é possível registrar ocorrências, solicitar medidas protetivas de urgência e acionar a rede de proteção pelo celular ou computador.

Desde o seu lançamento, em 2021, a plataforma já registrou 9.092 ocorrências. Apenas nos cinco primeiros meses deste ano, foram registradas 1.040 ocorrências, o maior número desde a criação da ferramenta. O resultado representa aumento de 28,6% em comparação ao mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 809 registros.

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“O programa se tornou uma das maiores e mais eficazes ferramentas no combate à violência contra a mulher”

-Haendel Silva Fonseca, delegado-chefe da Delegacia Eletrônica

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Segundo o delegado-chefe da Delegacia Eletrônica, Haendel Silva Fonseca, a plataforma é referência nacional. “O programa se tornou uma das maiores e mais eficazes ferramentas no combate à violência contra a mulher, permitindo às vítimas solicitar encaminhamentos para exame de corpo de delito, enviar provas, como fotos e vídeos, e acessar acolhimento pela Casa Abrigo e pelo programa Viva Flor”, explica.

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Praticidade e rapidez

Após o registro da ocorrência, o encaminhamento ao Poder Judiciário ocorre em tempo médio de 45 minutos. Atualmente, 91% dos pedidos de medidas protetivas realizados pela plataforma são deferidos pela Justiça.

A agilidade no atendimento e a facilidade de acesso têm contribuído para o crescimento do serviço ao longo dos anos. Em 2021, primeiro ano de funcionamento, foram registradas 1.299 ocorrências. O número chegou a 2.184 em 2025, após sucessivos aumentos na procura pela ferramenta.

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Haendel Silva Fonseca destaca que a Delegacia Eletrônica já é a terceira unidade da PCDF que mais recebe ocorrências de violência contra a mulher. “Importante destacar que os fatos também podem ser comunicados à PCDF, 24 horas por dia, por qualquer pessoa que tenha conhecimento ou tenha presenciado violência contra a mulher, por meio dos canais de denúncia e do telefone 197”, ressalta.

Serviço

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⇒ A PCDF também disponibiliza canais para denúncias e comunicação de casos de violência contra a mulher. Os registros podem ser feitos pela internet, pelo telefone 197 ou pelos demais canais oficiais da corporação.

CRÉDITOS:

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Fotos: Arquivo/Agencia Brasília

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Matéria: Geovanna Gravia
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