Politica
UNIPOP BRASIL forma mais uma turma em Seminário de formação política no DF e vira referência ideológica da esquerda
Por Zélia Gondim
AGNOT – 15.09.24 – ZG: Com mais de oitenta (80) militantes inscritos, dentre professores, estudantes, lideranças de movimentos sociais e dirigentes de partidos políticos do DF, e uma participação efetiva de mais de setenta (70) deles no Seminário de Formação Política, Educação Popular e Integração Partidária, Sindical e Social, o Instituto Cultural Universidade Popular, nacionalmente conhecida como UNIPOP, uma escola de formação política para militantes políticos, da esquerda brasileira, encerrou seu primeiro evento de formação em Brasília neste ano sábado, 14, com uma presença enorme de jovens militantes da esquerda e dezenas de líderes de movimentos sociais e partidos políticos, além de professores de várias universidades do Distrito Federal.
O Seminário abordou dentre outros temas inicialmente a experiência na formação de militância e base social dos partidos políticos, com palestras dos presidentes regionais e/ou secretário nacionais de formação política dos partidos políticos no DF e também de movimento sociais e centrais sindicais, uma vez que a UNIPOP espera colher experiências e conteúdo para a elaboração do seu Projeto Político Pedagógico. Dentre os doze (12) partidos presentes estavam o PT, representado pelo presidente Regional Jacy Afonso, o PSB, com o Vice Presidente da Fundação João Mangabeira e Reitor da Faculdade Miguel Arraes, Alexandre Navarro, além de dirigentes do PDT, PCO, PV, PCdoB que deram depoimentos sobre a política de formação dos respectivos partidos. Também se fizeram presentes numa articulação da direção UNIPOP militantes do PCB, UP, REDE, PSOL, Avante e Cidadania que elogiaram muito o seminário e fizeram várias propostas de integrar a militância partidária no DF.
Militantes da CUT, CTB, UNE, CONTAG e CMP, além de professores e alunos de diversas universidades estiveram presente e participaram dos debates, os quais consideraram bastante integrativo e inovador em método e conteúdo, em especial pela referencia de Paulo Freire usado durante todo o evento.
O Seminário foi organizado pelo GT Pedagógico-Acadêmico e de Formação da UNIPOP e pelo Coletivo Acadêmico e Popular da Universidade Popular no DF. Esse mesmo seminário se realizará nos demais estados onde a UNIPOP tenha um Campus Avançado.
A UNIPOP BRASIL vem se tornando uma referência política e acadêmica em todo o país pela experiência acumulada que tem desde 2007 quando foi fundada com o nome de Escola Internacional de Formação Política formando novos militantes, e agora, após cinco em completo recesso pelas perseguições do bolsonarismo, é reestruturada numa aliança política e acadêmicas de antigos militantes da Geração 68 e novos colaboradores da Geração Z, além da busca de interação com a Geração Alpha, diversos professores e estudantes de várias universidades do país e devido ao seu método inovador e conteúdo pedagógico paulofreiriano de militantes de uma Nova Esquerda com novos marxistas, está atraindo jovens militantes ansiosos para participarem politicamente da vida política do país a se engajarem em seu projeto de educação popular, junto com movimentos, partidos, universidades, escolas de formação e ONGs.
O Diretor Geral da Universidade Popular – UNIPOP BRASIL, advogado e professor Acilino Ribeiro, ex-militante da esquerda armada revolucionária nos anos de chumbo e também um ex-guerrilheiro sobrevivente da Geração 68, é considerado hoje um dos dez melhores educadores populares do Brasil, e também um dos quadros mais respeitados da esquerda brasileira, além de ser um dos mais admirados quadros acadêmicos do país. Também estiveram presentes proferindo palestras sobre o tema do seminário, o psicólogo e educador Pedro Pontual, ex-chefe de gabinete de Paulo Freire, o sociólogo Carlos Michiles, o economista Luiz Fenelon e o Sociólogo Daniel Saider. Todos especialistas na área.
AGNOT – 15.09.24 – ZG:
Politica
Deputada federal eleita Ana Elisa denuncia ameaças durante a campanha
A deputada federal eleita por Minas Gerais Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, denunciou à Polícia Civil ameaças de morte e violência sexual que recebeu no período da campanha.
Segundo a parlamentar eleita, as mensagens incluem ataques machistas, racistas e ameaças de estupro. Além disso, ela conta que dados pessoais como o endereço residencial, número de telefone e documentos foram expostos. Por esse motivo, o partido contratou segurança armada para protegê-la.
“Chegando em Minas Gerais, já terei escolta”, disse a jovem de 21 anos.
Ana Elisa já havia divulgado em suas redes sociais prints de um e-mail que recebeu no dia 5 de setembro. Na mensagem, o autor se diz integrante do grupo de extrema-direita e supremacista branco Ku Klux Klan.
O remetente ressalta ainda que pessoas como ele não toleram mulheres pretas em espaços de poder e descreve como pretende estuprá-la.
>> Ligue 180 tem 1,5 mil denúncias de violência política contra mulher
Deputada mais jovem
Ana Elisa recebeu 524.219 votos nas eleições para deputada federal em 2026, o que lhe garantiu o posto de 2ª mais votada em Minas Gerais para o cargo, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL).
Ela se tornou também a mulher mais votada na história de Minas Gerais para a Câmara dos Deputados e a deputada federal mais jovem já eleita no Brasil.
A jovem nasceu em Divinópolis, no centro-oeste mineiro, é estudante de direito e trabalhava como estagiária no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG). Em um vídeo, ela conta que conheceu a política quando começou a frequentar um sindicato com a mãe.
Tornou-se conhecida nas redes sociais ao fazer vídeos sobre política, direitos sociais, racismo, feminismo e educação. Durante a campanha chegou a quase 2 milhões de seguidores no Instagram. Agora, já tem mais de 3 milhões de seguidores.
Violência política
No final de setembro, organizações da sociedade civil entregaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento com diversas denúncias de violência contra mulheres candidatas nas eleições de 2026. Os casos incluem violência física e verbal, além de ataques e ameaças de morte e estupro. Dados do próprio TSE mostram que a violência política de gênero cresceu 11 vezes entre 2022 e 2026.
Onde buscar orientação e denunciar
Mulheres em situação de violência política e qualquer outra pessoa que tenha conhecimento da ocorrência deste crime contra uma mulher pode comunicar o fato em diferentes canais institucionais do poder Executivo, Ministério Público Eleitoral, Justiça Eleitoral, autoridade policial. Entre eles estão:
- Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180: atendimento gratuito, humanizado e sigiloso, 24 horas por dia, todos os dias da semana. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 180, pelo WhatsApp (61) 9610-0180, pelo e-mail central180@mulheres.gov.br e por videochamada em Libras;
- Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público;
- Procuradoria-Geral Eleitoral, por meio da Sala de Atendimento ao Cidadão do Ministério Público Federal;
- Ouvidoria Nacional da Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
- Polícia Federal, por meio do canal Comunica PF e nas delegacias de Polícia nos estados;
- Grupo de Trabalho Mulheres da Defensoria Pública da União (DPU), para assistência e orientação jurídica.
- Em casos de emergência, deve ser acionada a Polícia Militar, por meio do telefone 190
-
Diversas4 dias agoKassio diz que não há alerta de interferência nas eleições brasileiras
-
Esporte4 dias ago“Elas em campo” é tema do Caminhos da Reportagem desta segunda-feira
-
Politica4 dias agoPL e PSOL elegem os cinco deputados federais mais votados
-
Politica4 dias agoCampanha eleitoral para o segundo turno começa nesta segunda-feira



