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Expo Favela Brasília 2024: empreendedorismo e inovação na 2ª edição da maior feira de negócios da favela, no DF

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Além de uma vaga na grande final Brasil, que acontece em São Paulo, os vencedores ganham bolsas de graduação na Universidade Católica de Brasília

Nos dias 9 e 10 de novembro, a partir das 13h, o SESI Lab em Brasília receberá a 2ª edição da Expo Favela Innovation, um evento dedicado a fomentar o empreendedorismo periférico e criar uma plataforma de visibilidade para negócios nascidos na favela. Organizada pela CUFA (Central Única das Favelas), a feira de negócios reúne empreendedores, startups e empresários do Distrito Federal para estimular a criação de redes, promover parcerias e fortalecer a economia criativa nas comunidades.

Interessados em participar como empreendedor, voluntário, mentor, investidor e palestrante podem fazer a inscrição no site https://df.expofavela.com.br/.

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Projeto Social Transformador

A Expo Favela vai além de uma simples exposição: é uma iniciativa social que conecta comunidades e investidores, promovendo oportunidades de crescimento para empreendimentos periféricos. Criada por Celso Athayde, em 2022, a feira, que acontece nas principais capitais do país desde sua fundação, já se consolidou como uma referência nacional para acelerar negócios e abrir portas para projetos periféricos inovadores. O evento em Brasília manterá a essência de sua primeira edição, mas agora em um formato ainda mais abrangente e interativo, com mesas de debate, exposições, mentorias, pitches de startups, camelódromo para a comercialização de produtos e marcas locais, além de atividades culturais.

“Este ano, queremos expandir o alcance do evento e oferecer uma experiência ainda mais intensa e completa para os empreendedores locais,” afirma Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF. “Nossa expectativa é que essa edição seja um marco de transformação, com mais conexões e mais oportunidades de empregabilidade e visibilidade para os negócios das quebradas do DF.”

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A superintendente de cultura do SESI, Cláudia Ramalho, explica que o SESI Lab mantém parceria com a CUFA desde a abertura do museu e que está com tudo pronto para receber o evento. “Nosso objetivo é que o SESI Lab seja um espaço para todas as pessoas e sirva de palco para projetos que falem sobre educação, arte, ciência, tecnologia e sobretudo, inclusão. Iniciamos em 2024 um projeto importante com territórios periféricos no Distrito Federal, buscando incluir diferentes públicos em nossas atividades e também aprender sobre suas realidades e potencialidades. A realização da Expo Favela pela segunda vez em nosso espaço, coroa esse esforço, que não poderia ser empreendido sem o apoio da CUFA-DF”, afirma.

Mesas Temáticas

A programação inclui mesas de debates que abordarão temas essenciais para o desenvolvimento periférico, como inovação, comunicação, economia criativa e tecnologia. A composição das mesas busca representar um equilíbrio entre diferentes perspectivas, trazendo vozes de empresários, comunicadores e especialistas criando uma ponte entre o conhecimento da favela e do asfalto.

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“As mesas foram idealizadas para refletir a diversidade de experiências e ampliar o debate sobre temas que impactam diretamente as comunidades periféricas,” explica Anderson Quack, diretor artístico da Expo Favela. “Teremos convidados com perfis divergentes e convergentes para enriquecer cada discussão e promover diálogos transformadores.”

Programação e Atrações

Além das mesas temáticas, a programação geral da Expo Favela Brasília 2024 inclui uma série de atividades:

  • Rodadas de Negócios: onde empreendedores terão a oportunidade de apresentar seus projetos a potenciais investidores.

  • Mentorias: orientações práticas e técnicas para capacitar empreendedores no desenvolvimento de suas ideias e apresentações de pitches.

  • Pitches de Startups: espaço para novos empreendedores exporem suas ideias de negócio, com a chance de conquistar investidores e ampliar sua visibilidade.

  • Shows e Apresentações Culturais.

Além disso, a Expo Favela também conta com uma exposição fotográfica, onde participantes podem enviar suas contribuições para o e-mail comunicacao.df.expofavela@gmail.com.

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Oportunidade acadêmica
Por meio de uma parceria com uma das maiores e mais reconhecidas instituições de ensino de Brasília, a Expo Favela Brasília oferece aos finalistas 10 bolsas de graduação na Universidade Católica de Brasília e, ainda,  uma bolsa de mestrado em Economia Criativa, a ser sorteada entre os participantes.

Histórico e Impacto da Expo Favela

Desde sua criação, a Expo Favela tem promovido uma transformação no cenário empreendedor brasileiro, abrindo caminhos para que empresas e startups periféricas ganhem espaço e reconhecimento. Na edição passada, Igor Pereira, fundador da Piff, venceu a competição e compartilhou seu entusiasmo com o impacto do evento: “A Expo Favela expandiu a minha mente e visão de negócio, me fez entender a importância da autoestima e autoconfiança, uma coisa normalmente muito difícil para um jovem periférico. Veio para me mostrar que eu posso muito mais do que imaginava.”

Serviço – Expo Favela DF no SESI Lab

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Datas: 9 e 10 de novembro, a partir das 13h: programação aberta ao público.

Local: SESI Lab – Setor Cultural Sul – Brasília, DF.

Pontos de referência: Antigo edifício Touring Club, em frente ao Conic Brasília e ao lado da Plataforma Superior da Rodoviária do Plano Piloto.

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Horário de funcionamento do museu: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. Todo primeiro domingo do mês é de entrada franca.

Assessora de imprensa
Camila Muguruza
(61) 9 8168-7402
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PROTEÇÃO DE JOVENS NAS REDES SOCIAIS CONTINUA COMO UM GRANDE DESAFIO

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Os diversos debates e eventos sobre o uso de celulares e as redes sociais ainda seguem como uma discussão complexa e muito longe de acabar. Diariamente, os pais devem lidar com a resolução de problemas para proteger os jovens dos perigos digitais, afinal 95% das crianças e adolescentes acessam a internet, segundo o TIC Kids Online Brasil 2025. Nas últimas semanas,  a nova polêmica está no Discord, uma plataforma de conversas privadas ou em comunidades, envolvendo pessoas pelo mundo. O grande risco já é conhecimento, ou seja, a insegurança vivida pelas crianças e adolescentes, pois não se sabe com quem estão conversando.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) suspendeu os recursos de vídeo de transmissões ao vivo na plataforma, resguardando as imagens dos participantes. Uma série de propostas foram enviadas aos representantes do aplicativo, entretanto, devido à falta de acordo, o governo decidiu ir à justiça, apresentando um processo contra danos morais e um pedido para elevar a proteção dos usuários.

De acordo com a PHD em neurociências, psicanalista e psicopedagoga, Ângela Mathylde Soares, o ECA digital é resultado de preocupações como essa,  pois em um mundo cada vez mais conectado, o Estatuto da Criança e do Adolescente deve ser adaptado para preservar o grupo de conteúdo considerado inadequado e/ou perigoso no meio virtual.

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O governo brasileiro determinou uma série de proibições, no último ano, envolvendo os celulares nas escolas, o chat do roblox e limitou o acesso às redes sociais sem autorização prévia. Outros países como a França também proibiram o acesso total às redes de menores de 15 anos, porém, só conseguiu vetar o uso em ambiente escolar.

Ângela explica que os impedimentos visam evitar a elevação dos casos de assédio, aliciamento, grooming – abuso ou exploração sexual – cyberbullying, o vício, dificuldades de aprendizagem e de concentração e queda na qualidade da saúde mental e alterações no desenvolvimento infantil.

Um estudo publicado pela revista americana Pediatrics, por exemplo, foi responsável por identificar riscos sofridos por menores de 12 anos, citando a depressão, ansiedade, obesidade e problemas com o sono, devido à exposição ao aparelho como os maiores.

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A exposição precoce e excessiva às redes não é maléfica, contudo, a proibição completa não é eficiente, sendo que não cabe apenas aos órgãos governamentais resguardar a inocência do grupo. “Os pais e responsáveis também devem manter atenção ao uso dos dispositivos e, principalmente, não devem ter medo de expor autoridade, monitorando conversas dos filhos, tempo de uso e até mesmo, bloqueando os conteúdos, se necessário”, afirma a especialista. O objetivo é garantir um bem maior: a proteção dos filhos, a saúde mental e o desenvolvimento adequado, conforme a faixa etária.

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Imagem Freepik

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