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Epreendedorismo

Programas e redes de capacitação ao empreendedorismo feminino entram com força total no DF

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O Governo do Distrito Federal (GDF) tem promovido cursos de capacitação profissional e redes de apoio voltadas a empresárias de diferentes áreas | Foto: Vinicius de Melo/SMDF

Empreendedorismo feminino ganha força no DF com programas e rede de capacitação

Iniciativas promovidas pelo GDF vão desde espaços de capacitação até cursos profissionalizantes promovidos pela Secretaria da Mulher em parceria com outros órgãos

Por Jak Spies e Fernando Jordão, da Agência Brasília | Edição: Ígor Silveira

Nesta terça-feira (19) é comemorado o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2014, para incentivar mulheres a gerenciarem suas próprias empresas. O Governo do Distrito Federal (GDF) tem promovido cursos de capacitação profissional e redes de apoio voltadas a empresárias de diferentes áreas, como uma forma de reconhecer a importância de ampliar as oportunidades econômicas e fortalecer pequenos negócios na capital.

Entre as empreendedoras incentivadas pelos programas do GDF está a nail designer Emilly Geovana Silva Carvalho, de 19 anos. Ela fez dois cursos na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia em junho deste ano, onde começou com a capacitação em manicure e pedicure para depois aprender o alongamento de unhas. Atualmente, ela trabalha na própria residência e atende a domicílio, mas sonha em abrir seu salão de beleza. Ao falar de sua trajetória, a manicure reconhece a importância dos cursos de capacitação ofertados pela Secretaria da Mulher.

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“Estão ajudando várias mulheres, porque nem todas têm condição de ir atrás de um emprego fora, às vezes têm filhos e não podem sair, então é uma oportunidade de poder trabalhar em casa. Me ajudou e incentivou muito, porque a área do empreendedorismo e da estética não é fácil para um iniciante, mas a certificação dá mais confiança. São oportunidades boas e desistir não é uma opção”, incentiva a jovem.

Emilly conheceu os cursos pela mãe, que já utilizava os serviços na Casa da Mulher Brasileira. Com interesse em fazer unha e criar sua independência financeira, ela não apenas obteve a formação como também tomou gosto pelo trabalho. Uma de suas clientes mais antigas, a babá Odileusa Barros Sousa, 45, confirma: “Continuo com ela porque adorei o trabalho dela. Trabalha com dedicação, a gente percebe que ela gosta do que faz”.

Odileusa também mora em Ceilândia e reconhece a força do empreendedorismo feminino. “No início, quando a Emily fez o curso, percebi o quanto ela ficou motivada e como essas iniciativas ajudam as pessoas”, lembra.

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Entre as empreendedoras incentivadas pelos programas do GDF está a nail designer Emilly Geovana Silva Carvalho, de 19 anos; ela fez dois cursos na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia | Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência Brasília

Crescimento feminino

Segundo o Sebrae, em 2023, as empreendedoras, em grande maioria, se concentraram no setor de serviço, com destaque para as áreas de beleza e estética, bem-estar, moda e alimentação. As mulheres correspondem a mais de 10 milhões no mercado, sendo a maioria nas classes C, D e E. De todos os empreendedores do país, 34% são mulheres.

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O estudo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do IBGE, aponta que o número de mulheres empregadoras cresceu 30% entre os anos de 2021 e 2022. Entretanto, mesmo com esse aumento, a maioria das donas de negócios (87%) continua atuando sozinha em seus empreendimentos.

A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, ressaltou que além de contribuir para o crescimento da economia e para a criação de empregos, o empreendedorismo feminino transforma também as relações sociais. “É uma ferramenta poderosa para transformar vidas e promover autonomia. Quando oferecemos oportunidades para que as mulheres conquistem sua independência financeira, estamos dando a elas os recursos para sair de situações de vulnerabilidade e romper o ciclo da violência. Por meio do fortalecimento econômico, cada mulher pode construir uma trajetória de liberdade e segurança para si e para sua família”, declarou.

Conheça programas ofertados pelo GDF

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⇒ Rede Sou + Mulher: uma articulação de organizações públicas e privadas, que atuam no Distrito Federal e implementam ações voltadas ao combate à violência contra as mulheres, promoção da igualdade entre mulheres e homens, o empreendedorismo feminino e a autonomia econômica das mulheres.

⇒ Mão na massa: uma parceria entre a Secretaria da Mulher (SMDF)e o Instituto BRB, por meio da Rede Sou + Mulher proporciona às mulheres partícipes dos cursos, o desenvolvimento das habilidades socioemocionais, bem como a aquisição de competências específicas por meio de qualificação nas áreas de gastronomia, artesanato, moda beleza/estética e outras, possibilitando a oportunidade de empregabilidade e/ou geração de renda. Em 2023 foram qualificadas 83 mulheres.

⇒ Mulheres Mil: está inserido no plano “Brasil Sem Miséria” e integra um conjunto de ações que consolidam as políticas públicas e diretrizes governamentais de inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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⇒ Espaços Empreende Mais Mulher: um equipamento público instalado na Agência Trabalhador, em Taguatinga e na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia, destinado ao atendimento de mulheres em situação de vulnerabilidade social e de violência. Foi idealizado com o objetivo de ampliar as oportunidades de geração de renda e inserção no mercado de trabalho, por meio do estímulo à ação empreendedora e o desenvolvimento profissional de mulheres no DF como forma de transformação social e de empoderamento feminino.

⇒ Programa Realize : idealizado pela Secretaria da Mulher, tem como objetivo o desenvolvimento de competências comportamentais (soft Skills), para o trabalho e o empreendedorismo, como forma de potencializar o alcance da autonomia econômica para mulheres.

⇒ Vitrine Colaborativa: leva apoio às mulheres na exposição dos seus produtos em feiras e espaços públicos abertos, como o Anexo do Buriti, a Administração do Plano Piloto, a Feira da Torre, a Expotchê e a Feira Nacional do Artesanato. Cerca de 66 mulheres expuseram seus produtos nesses espaços em 2023.

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⇒ Acordos de cooperação técnica: garantem vagas para as mulheres vítimas de violência em contratos terceirizados. Já estão formalizados junto ao Superior Tribunal de Justiça, Câmara Legislativa do Distrito Federal, Senado Federal, Ministério da Gestão e Inovação, Conselho Nacional do Ministério Público, Procuradoria Geral da República, Ministério Público do DF e Territórios e também na Procuradoria-Geral do Trabalho.

Fonte: Agência Brasilia
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Epreendedorismo

Licitação divulga oportunidade de 106 imóveis no DF

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Entre os destaques estão lotes no Jardim Botânico, em Samambaia e no Setor Noroeste

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Agência Brasília* | Edição: Ígor Silveira

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No dia 11 de setembro, será realizada nova licitação pública de imóveis, com 106 lotes residenciais, comerciais, industriais e mistos distribuídos em dez regiões do Distrito Federal. O Edital nº 11/2026 está disponível neste site. As propostas serão recebidas entre 9h e 10h, podendo ser entregues pessoalmente ou por via eletrônica, e a caução, equivalente a 5% do valor do lote, deve ser recolhida até 10 de setembro.

Entre os destaques estão os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico; lotes de uso misto em Riacho Fundo II; dezenas de opções em Samambaia; e terrenos comerciais de grande porte no Setor Noroeste.

Residencial das Sucupiras

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Os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico, integram o Complexo Urbanístico Aldeias do Cerrado. As unidades têm entre 420 m² e 440,55 m², com valores a partir de R$ 317 mil, entrada de R$ 15,85 mil e financiamento em até 240 meses.

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Quem adquirir um dos lotes pode optar, sem custo adicional, por um projeto de casa padrão de 153 m² já aprovado pelos órgãos públicos. O Residencial das Sucupiras oferece infraestrutura completa: portaria única com controle de acesso, cercamento com muro em alvenaria, sistema viário planejado para privacidade e tranquilidade, além de ampla área de lazer nas áreas comuns, incluindo campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, espaço gourmet, salão de festas, espaço fitness, quiosques com churrasqueira e estacionamento para visitantes.

 

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Outras oportunidades

No Riacho Fundo II, são 17 lotes com destinação mista, que permite simultaneamente comércio, prestação de serviços, atividade institucional e industrial. As áreas variam de 1.155 m² a 5.472 m², com valores entre R$ 1,35 milhão e R$ 5,45 milhões, e financiamento em até 180 meses.

Samambaia tem 46 lotes disponíveis, quase metade do total do edital. Há terrenos comerciais e mistos a partir de 100 m², com valores a partir de R$ 80,6 mil, até lotes de mais de 1.500 m², que ultrapassam R$ 1,5 milhão.

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Há, ainda, três lotes na CRNW, no Setor Noroeste, que têm entre 1.733 m² e 3.466 m², com valores entre R$ 8,09 milhões e R$ 14,3 milhões.

O edital inclui ainda 15 imóveis em Ceilândia, seis lotes no Recanto das Emas e terrenos avulsos no Guará, Santa Maria e Sobradinho. Em Taguatinga, um lote industrial de 30.000 m², avaliado em R$ 26,2 milhões, é o maior do edital.

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