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Esporte

Rede CT divulga resultado das inscrições para capacitação em projetos esportivos nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste

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Das 352 organizações selecionadas para o ciclo de capacitação, 95 são da região Centro-Oeste e 22 do Distrito Federal 

A Rede CT – Capacitação e Transformação anuncia os resultados das inscrições para a capacitação gratuita voltada a organizações da sociedade civil (OSCs) que atuam com projetos esportivos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A iniciativa, que visa a ampliar o acesso à Lei nº 11.438/06 – Lei Federal de Incentivo ao Esporte (LIE), reafirma sua missão de descentralizar recursos e fortalecer o impacto social por meio do esporte. Ao todo, 765 organizações se inscreveram e 352 foram selecionadas. Dessas, 95 estão sediadas no Centro-Oeste, 20 a mais que no primeiro ciclo de capacitação da Rede CT, oferecido em 2024

Tivemos um aumento considerável na inscrição e na participação de organizações do Centro-Oeste neste ano. Consequência de uma articulação das próprias OSCs participantes no ano passado, demonstrando o grande poder mobilizador entre elas para o fortalecimento regional e para o desenvolvimento de organizações sociais esportivas”, afirma Gigi Favacho, gerente do Projeto CT.

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Entre os projetos selecionados, a maioria é voltada para crianças e adolescentes, jovens, mulheres, idosos, população negra e população LGBTQIAPN+, mas também há iniciativas que beneficiam pessoas com deficiência (PCDs), povos indígenas, população ribeirinha, população quilombola, população em situação de rua, população carcerária, imigrantes, refugiados, além de associações e cooperativas, organizações da sociedade civil e negócios de impacto social. Juntas, essas organizações atendem a mais de 300 mil pessoas em 94 municípios, reafirmando o papel central do esporte como ferramenta de transformação social.

A região Nordeste liderou em número de inscrições, com 352 organizações participantes, das quais 151 foram selecionadas, o que representa 43% do total. O Norte contou com 196 inscrições, o equivalente a 30% do total. Já o Centro-Oeste somou 217 inscrições, sendo Mato Grosso o estado com maior número de participantes (75), seguido por Goiás (61), Distrito Federal (46) e Mato Grosso do Sul (35).

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Diversidade e inclusão como marcas do projeto

O perfil das organizações inscritas nas três regiões evidencia a abrangência e a inclusão promovidas pela Rede CT. A maior parte das iniciativas é voltada para crianças e adolescentes (693 organizações), seguida por projetos voltados a jovens (606), mulheres (514) e idosos (337). A promoção da diversidade também se faz presente: 300 organizações atendem pessoas com deficiência, 260 atuam com a população negra, e 167 trabalham com o público LGBTQIAPN+.

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Esporte como meio de cidadania

As práticas esportivas desenvolvidas pelas organizações inscritas refletem a diversidade de modalidades nos territórios. O futebol lidera entre as atividades oferecidas, seguido por futsal, capoeira, multiesportivo, voleibol, jiu-jitsu e atletismo. Judô, karatê e basquete também estão entre as práticas mais recorrentes. Essas ações vão além da iniciação esportiva, promovendo formação cidadã para diferentes faixas etárias e públicos em situação de vulnerabilidade.

Sobre o Projeto CT

O Projeto CT – Capacitação e Transformação é uma iniciativa do Instituto Futebol de Rua e Rede Igapó, além do patrocínio do Itaú e da B3. Seu objetivo é capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A iniciativa auxilia programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social, atuando nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste – especialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Em 2024, 477 organizações se inscreveram para participar da capacitação, e 322 foram selecionadas. Em 2025, o projeto busca ampliar esse impacto.

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A busca por justiça social, educação de qualidade e redução das desigualdades conecta as ações do Itaú Social, da B3 Social e do Projeto CT – Capacitação e Transformação. Com foco em políticas públicas emancipatórias, o Itaú Social investe no fortalecimento de redes públicas de ensino, no desenvolvimento de modelos escolares de referência e na valorização de práticas pedagógicas inclusivas, especialmente nos anos finais do ensino fundamental e na pré-escola.

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Em sintonia com essa missão, a B3 Social atua com base na filantropia estratégica para impulsionar projetos estruturantes na educação pública brasileira. Seu apoio vai além do financiamento: oferece suporte técnico de longo prazo e investe em impacto mensurável, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Em comum, essas iniciativas apostam na potência das redes, na valorização dos saberes locais e na promoção de oportunidades que dialogam com realidades diversas, reforçando o compromisso com um Brasil mais justo, inclusivo e sustentável.

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Conheça a Lei

A Lei nº 11.438/06 – Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), permite que recursos provenientes de renúncia fiscal sejam aplicados em projetos das diversas manifestações desportivas e paradesportivas distribuídos por todo o território nacional. Por meio de doações e patrocínios, os projetos executados via Lei de Incentivo ao Esporte atendem a crianças, adolescentes, jovens, adultos, pessoas com deficiência e idosos, entre outros. Mais do que um instrumento jurídico, trata-se de uma inovação e um avanço na consolidação do paradigma do esporte como um meio de inclusão social.

Lei na íntegra

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OSC’s selecionadas no Distrito Federal

Transforme Ações Sociais e Humanitárias, Associação Brasil Melhor, Instituto Bom Samaritano, Instituto Vôlei em Ação / Power DF Vôlei, Casa de Paternidade, ONG Esporte Para Todos, Instituto Thourao Esporte e Assistencial Social, AGRA – Associação de Ginástica Rítmica e Acrobática, Centro Social Formar, Instituto Majuriká, Instituto Rede Solidária – IRES, Projeto Assistencial Sementes de Esperança – PASES, Associação Desportiva da Saúde da Família LGBTQIAP+, Associação Cresce-DF, Centro Assistencial Maria Carmem Colera, Instituto A33, IEC Prevermed, Instituto Para o Reino, Associação América Futebol Clube – AAFC, CAEFIPH, Instituto do Carinho.

Donna Mídia Comunicação

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Charlotte Vilela

(61) 98151-2400

donnamidia@gmail.com

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Esporte

“Copa do Mundo Feminina trará para o Brasil um legado de mudança sociocultural”, garante ministro do Esporte

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Paulo Henrique Cordeiro foi convidado do programa “Bom Dia, Ministro” e detalhou as preparações do Brasil para sediar o evento. Segundo ele, a Copa será importante para combater a desigualdade de gênero no futebol

Ministro pontuou que as ações de divulgação do torneio já estão em andamento, incluindo um evento de lançamento na cidade de Miami, nos Estados Unidos, no dia 24 de junho. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil se prepara para sediar a primeira edição da Copa do Mundo Feminina da FIFA na América do Sul, em 2027. Durante entrevista ao programa “Bom Dia, Ministro”, nesta quarta-feira (17/6), o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, ressaltou que o maior impacto do evento será sociocultural, promovendo a inclusão de meninas e combatendo a desigualdade histórica em relação ao futebol masculino.

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“Eu garanto a todos os brasileiros e brasileiras que nós vamos fazer a melhor e a maior Copa do Mundo feminina que já teve na história. O maior legado que nós vamos ter dessa Copa não é um legado de infraestrutura física, de equipamentos do esporte, é uma mudança de visão, uma mudança sociocultural”
Paulo Henrique Cordeiro
Ministro do Esporte

 

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“Eu garanto a todos os brasileiros e brasileiras que nós vamos fazer a melhor e a maior Copa do Mundo feminina que já teve na história. O maior legado que nós vamos ter dessa Copa não é um legado de infraestrutura física, de equipamentos do esporte, é uma mudança de visão, uma mudança sociocultural. É uma mudança de como se encara o futebol masculino e feminino, de incluir mais meninas e jovens com essa concepção de gênero, fazer com que as mulheres possam efetivamente estar no futebol”, destacou.
No início deste mês, foi sancionada a Lei Geral da Copa (Lei n° 15.421), que representa um marco para a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027 no Brasil. A legislação estabelece regras para a organização do torneio, garantindo segurança jurídica, operacional e institucional. Além disso, a lei incorpora princípios alinhados às políticas públicas do Governo do Brasil e focados no legado para as mulheres. Entre seus aspectos está a promoção da igualdade de gênero, combate à discriminação e fortalecimento do futebol feminino.
CONTAGEM REGRESSIVA — O ministro pontuou que as ações de divulgação do torneio já estão em andamento. Uma das ações envolve um evento de lançamento na cidade de Miami, nos Estados Unidos, no dia 24 de junho. A data representa a contagem regressiva de um ano para o início dos jogos femininos. “A Copa do Mundo não começa no apito inicial do primeiro jogo, ela inicia cerca de dois anos antes. Para que nós possamos ter aquele espetáculo perfeito, é necessário que nós tenhamos toda uma caminhada. E é nessa caminhada que nós estamos hoje”, disse Paulo Henrique Cordeiro.
DESCENTRALIZAÇÃO — Embora o torneio conte com oito cidades-sede oficiais no Brasil devido aos critérios de infraestrutura da FIFA, o Governo do Brasil pretende integrar outras localidades brasileiras no evento. Segundo Cordeiro, cidades fora do eixo principal serão utilizadas como locais de treino e acolhimento de delegações e torcidas.

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“Nós vamos levar o futebol feminino para todos os espaços. Os estados em que as capitais não serão uma sede, nós vamos ter também outros espaços para treinamento, ou para acolhimento das torcidas e das diversas delegações que estarão chegando no Brasil”, ressaltou o ministro. “O esporte perpassa todas as fronteiras, o esporte é uma linguagem universal. E a nossa ideia é atingir os mais de 5 mil municípios que nós temos no Brasil”, completou.
INCLUSÃO SOCIAL — Durante a entrevista, o ministro defendeu o esporte como um pilar essencial para a cidadania, saúde preventiva e segurança pública, ajudando a afastar os jovens da vulnerabilidade social e do crime organizado. A estratégia da atual gestão, segundo ele, foca explicitamente na descentralização e no direcionamento de políticas públicas para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
“O esporte é uma estrutura composta por várias ferramentas que promovem a inclusão social, saúde preventiva, lazer e, principalmente, a formação cidadã, garantindo que tenhamos meninos e meninas longe do crime. O foco da implantação, da implementação de políticas públicas de esporte, para a gente, são as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Porque nós sabemos efetivamente das necessidades, das carências de locais que necessitam que mais ações cheguem até lá”, pontuou o ministro.

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INCLUSÃO E ACESSIBILIDADE — Dentro do escopo de inclusão social e acessibilidade, foi destacado o programa TEAtivo, criado para crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Articulado por meio de parceria estratégica junto à Apae Brasil, o programa foca em atividades esportivas adaptadas a esse público, auxiliando no desenvolvimento motor, cognitivo, bem como na atenção, socialização e autorregulação emocional dos jovens. Inicialmente o programa foi implantado na Região Nordeste, onde já atende 1.840 estudantes, e atualmente foi expandido para a Região Norte, atendendo 1.200 famílias.
A iniciativa oferece um ambiente seguro e acolhedor para os participantes e que tem tido a capacidade inesperada de ajudar no diagnóstico de outros jovens. O plano é expandir o programa para as 11 capitais em falta, aproveitando o baixo custo de implementação – cerca de R$ 300 mil por núcleo para atender mais de 100 pessoas.
“Com o programa, não só os jovens alcançam um nível de inclusão social, mas os pais e as mães, que têm a tranquilidade de ver os filhos assistidos e poder trabalhar sabendo que os meninos e meninas estão em ambiente acolhedor. E o TEAtivo também consegue diagnosticar, coisa que nem se pensou inicialmente, outros jovens que não estão entre os participantes. É um programa de alcance ímpar para o esporte e para essas pessoas que portam necessidades especiais.”, destacou Paulo Henrique Cordeiro.

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QUEM PARTICIPOU — O “Bom Dia, Ministro” é uma coprodução da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) e da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Participaram nesta quarta-feira (17/6) a Rádio Bandnews Difusora (Manaus/AM); Rádio Verdinha (Fortaleza/CE); Portal Midiamax (Campo Grande/MS); Rádio FM Mauá (Mauá/SP); Portal Radar Baiano (Salvador/BA); Rádio Oceano (Rio Grande/RS); Portal O Tempo (Belo Horizonte/MG); e Portal Imirante (São Luís/MA).

 

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

 

CONTATOS:
ATENDIMENTO
E-mail: secom.imprensa@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 3411-1601/1044

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E-mail: seaud.secom@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 98100-1993 (apenas por mensagem via WhatsApp)

 

 

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