Politica
Secretária Marcela Passamani participa de entrega de certificados para mulheres do Paranoá
Na próxima semana, Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), estará no Paranoá para a entrega de certificados do curso “Rejunte com Elas”. A iniciativa faz parte do Programa Direito Delas, da Sejus, em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e o Senai-DF.
Com carga horária de 40 horas, em formato presencial, as participantes do curso tiveram a oportunidade de aprender sobre os tipos de rejuntes existentes e suas funções, além de receber dicas de como realizar o preparo e a aplicação desses materiais na obra.
“O curso teve como objetivo incentivar o desenvolvimento econômico feminino e promover a equidade de gênero em todas as áreas de atuação. Com a qualificação, as alunas poderão buscar vagas nas empresas do setor da construção civil”, destacou Marcela Passamani.
Os certificados serão entregues na próxima segunda-feira, dia 11 de novembro, às 14h30, no Núcleo Direito Delas do Paranoá, na Quadra 05, Conjunto 03, área especial. O espaço também oferece gratuitamente atendimento social, psicossocial e jurídico às vítimas diretas de violência e seus familiares. “É um ambiente de acolhimento para todas as pessoas que buscam romper com o ciclo de violência”, afirmou Marcela Passamani.
Serviço:
Evento: Entrega de certificados do curso “Rejunte com Elas”
Data: 11/11/24
Horas: 14h30
Local: Núcleo Direito Delas, na Quadra 05, Conjunto 03, área especial (pátio de obras)
Fonte: Ascom Sejus
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
-
Saúde4 dias agoTarde Rosa reúne cerca de 60 mulheres para falar sobre autocuidado
-
Esporte4 dias agoFORÇA DO ATLETISMO DO DF: CASO BRILHA COM PÓDIOS NA MARCHA E NAS PISTAS
-
Curiosidades22 horas agoSolidariedade feita à mão leva 80 turbantes a pacientes oncológicas do Hospital de Base
-
Diversas4 dias agoInscrições para o Programa Mãos Dadas do Banco do Brasil estão abertas até 31 de outubro



