Politica
Cristiane Britto fala sobre prevenção e valorização da mulher em evento do Outubro Rosa nesta quinta (16), no Pátio Capital
Nesta quinta (16), Cristiane Britto participou do evento Pátio Rosa, em Taguatinga, e fala sobre prevenção ao câncer de mama e valorização da mulher.
A advogada e ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Brasil, Cristiane Britto, foi uma das palestrantes especiais do evento Pátio Rosa, promovido pelo Pátio Capital, em Taguatinga, nesta quinta-feira passada (16/10), às 15h.
A iniciativa fez parte das ações do Outubro Rosa, campanha internacional de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama, e teve como objetivo proporcionar um momento de acolhimento e troca de experiências com o público.
Durante sua participação, Cristiane Britto abordou temas ligados à saúde da mulher, às conquistas e direitos das pacientes com câncer, e às políticas públicas voltadas à proteção e valorização das brasileiras.
“É fundamental que as mulheres tenham acesso à informação e a políticas públicas que garantam cuidado, dignidade e qualidade de vida. Falar de prevenção é falar de amor à vida”, destaca Cristiane Britto.
Trajetória em defesa da saúde e dos direitos das mulheres
À frente da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, Cristiane Britto coordenou, em 2020, o webinário “Outubro Rosa: Câncer de mama, este não é o fim!”, que reuniu especialistas, autoridades e lideranças sociais para debater a importância do diagnóstico precoce, as formas de prevenção e o cuidado com a saúde mental das mulheres em tratamento.
Na ocasião, Cristiane Britto enfatizou a necessidade de manter os cuidados de rotina mesmo durante a pandemia da Covid-19.
“Não podemos deixar que o medo ou as dificuldades do momento prejudiquem a realização dos exames preventivos. Quem teve que interromper o tratamento, deve retomar e procurar orientação médica”, afirmou.
O evento marcou um momento importante na mobilização nacional pela conscientização sobre o câncer de mama, reforçando a visão de que o enfrentamento à doença exige não apenas políticas públicas eficazes, mas também acolhimento, empatia e informação acessível.
Com uma trajetória marcada pela defesa dos direitos das mulheres e pela valorização da paciente oncológica, Cristiane Britto segue atuando em causas que inspiram e fortalecem a comunidade feminina em todo o país.
Assessoria de Comunicação
Tel: (61) 99620-1022
Educação
Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política
“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.
A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.
O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.
Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.
“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.
Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.
Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.
Violência nas escolas
Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.
As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.
-
Saúde4 dias agoTarde Rosa reúne cerca de 60 mulheres para falar sobre autocuidado
-
Esporte4 dias agoFORÇA DO ATLETISMO DO DF: CASO BRILHA COM PÓDIOS NA MARCHA E NAS PISTAS
-
Diversas4 dias agoInscrições para o Programa Mãos Dadas do Banco do Brasil estão abertas até 31 de outubro
-
Diversas4 dias agoQuer fazer a diferença? IgesDF busca voluntários para ação de beleza com pacientes oncológicas



