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Saúde

IgesDF abre seleção para médico radiologista com salário de R$ 13,3 mil

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Cadastro reserva busca reforçar diagnóstico por imagem nas unidades da rede.

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu, nesta segunda-feira (6), as inscrições para processo seletivo simplificado destinado à formação de cadastro reserva para médico radiologista imagenologista. A remuneração bruta é de R$ 13.359,56, com carga horária mínima de 24 horas semanais.
A seleção, prevista no Edital nº 023/2026, tem como objetivo fortalecer a área de diagnóstico por imagem nas unidades administradas pelo instituto, etapa essencial para apoiar decisões clínicas e garantir maior precisão na assistência aos pacientes.
As contratações poderão ocorrer em regime determinado, indeterminado ou intermitente, conforme a necessidade da rede. Entre os benefícios oferecidos estão auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário.
Para participar do processo seletivo, é necessário possuir graduação em Medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) ou título de especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pelo Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico radiologista em diagnóstico por imagem.
Entre os diferenciais considerados na seleção estão experiência em radiologia de urgência e emergência, atuação em ultrassonografia geral, Doppler e sistema musculoesquelético, além de formação complementar, como R4 ou fellowship em áreas da radiologia.
Inscrições
As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis o edital completo e as orientações para envio da documentação.
O processo seletivo tem como objetivo a formação de cadastro reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede.
Com a abertura do edital, o IgesDF reforça a qualificação das equipes e amplia a capacidade de resposta em exames e diagnósticos, etapa essencial para a condução segura e eficiente dos atendimentos na rede pública de saúde do Distrito Federal.
CRÉDITOS:
MATÉRIA: Pollyana Cabral
FOTOS: Divulgação/IgesDF
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Saúde

Apoio psicológico ajuda famílias a enfrentar momentos difíceis durante a internação

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No Hospital Regional de Santa Maria, profissionais oferecem escuta, orientação e acolhimento aos familiares, inclusive nos momentos delicados de despedida

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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Receber a notícia de que alguém da família está internado em estado grave pode mudar a rotina e abalar emocionalmente todos ao redor. Medo, angústia, insegurança e a dificuldade de lidar com a possibilidade da perda fazem parte de uma experiência delicada. Nesse cenário, o apoio psicológico ajuda familiares a compreender o que está acontecendo, lidar com as emoções e encontrar formas de enfrentar cada etapa do processo.

Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), esse cuidado começa ainda durante a internação. Os psicólogos acompanham pacientes e familiares, oferecendo suporte diante das incertezas do tratamento e, quando necessário, preparando os parentes para uma possível despedida.

O psicólogo da UTI do HRSM, Filipe Casati, explica que uma das primeiras iniciativas é preparar os familiares para o contato com o ambiente intensivo.

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“Antes da visita ao leito, apresentamos o setor e explicamos a finalidade dos equipamentos utilizados no tratamento, como monitores de sinais vitais, aparelhos de ventilação mecânica e bombas de infusão, com o intuito de reduzir o impacto visual e sensorial”, explica.

Os profissionais também acompanham os familiares durante os boletins médicos, facilitando a comunicação com a equipe assistencial. O objetivo é ajudar a esclarecer dúvidas, compreender as informações técnicas e acolher as reações emocionais diante do quadro clínico.

Segundo Filipe, o agravamento do estado de saúde pode provocar diferentes reações emocionais, como choque, negação, culpa e sensação de desamparo.

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“Utilizamos recursos terapêuticos e técnicas de manejo de crise, como a validação emocional, que consiste em reconhecer as emoções dos familiares e mostrar que suas reações são compreensíveis diante da situação”, destaca.

Quando o paciente não resiste, o acompanhamento não termina necessariamente com o falecimento. Na UTI do HRSM, a equipe mantém uma iniciativa de apoio às famílias enlutadas: o envio de cartas de condolências.

Após um período, os profissionais entram em contato com a rede de apoio do paciente para expressar solidariedade e reconhecer a presença dos entes queridos durante a internação.

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“São gestos que ajudam a reconhecer que aquelas pessoas não são esquecidas pela equipe”, conta Filipe.

Uma despedida que veio de longe

Entre as experiências que marcaram sua atuação na UTI, Filipe relembra a história de um paciente internado em estado muito grave. Diante da possibilidade de morte nas horas seguintes, a equipe entrou em contato com a única filha que morava em Brasília. Os demais parentes viviam na Bahia.

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Durante uma videochamada, os familiares quiseram saber se haveria tempo para viajar até a capital federal e se despedir. Sem poder prever a evolução do quadro, os profissionais explicaram a situação com transparência. Mesmo diante da incerteza, cerca de 11 parentes decidiram enfrentar a viagem de carro.

Sensibilizada com a situação, a equipe organizou uma visita em horário excepcional para que todos pudessem encontrar o paciente ainda com vida.

“Conseguimos organizar a entrada de todos na UTI e foi possível que realizassem aquele último ritual de despedida”, recorda Filipe.

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*Com informações do IgesDF

 

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