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Cultura

Estudantes-atletas do DF recebem apoio de equipe multidisciplinar nos Jogos da Juventude 2026

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Equipe acompanha e oferece suporte aos atletas durante a competição nacional, realizada em Foz do Iguaçu (PR)

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

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A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) enviou uma equipe multidisciplinar para acompanhar e orientar os estudantes-atletas que participam dos Jogos da Juventude 2026. A delegação do DF conta com psicóloga, assistente social, fisioterapeuta, técnicos e oficiais. O objetivo é oferecer suporte aos jovens durante a competição nacional, realizada em Foz do Iguaçu (PR), de 19 de outubro a 3 de novembro.

Além da preparação física e técnica, os Jogos da Juventude também exigem equilíbrio emocional. A pressão por resultados e a ansiedade podem afetar os adolescentes. Por isso, a equipe multidisciplinar oferece apoio aos estudantes-atletas durante a disputa, contribuindo para o bem-estar e o desenvolvimento pessoal.

“Mais do que preparar os estudantes para as competições, queremos proporcionar uma experiência de formação e crescimento. Nosso objetivo é garantir que esses jovens se sintam acolhidos e amparados durante os Jogos. O cuidado vai além do desempenho esportivo e envolve desenvolvimento emocional, social e humano”, explica a diretora de Modalidades Especiais (Dimesp) da SEEDF, Rejane Matias.

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Nesta edição dos Jogos da Juventude, a Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) e a Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) trabalharam juntas para garantir o acompanhamento especializado da delegação do DF. “Queremos olhar para cada atleta de forma integral e garantir que essa experiência no desporto escolar seja relevante”, afirma a diretora.

 

Saúde mental em jogo

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Um dos desafios enfrentados pelos esportistas é lidar com o nervosismo, a ansiedade e a pressão por resultados, inclusive por parte dos familiares. Essas situações podem ser ainda mais difíceis para quem sonha em seguir carreira no esporte.

 

Na delegação do DF, a assistente social atua na proteção, no bem-estar e no acompanhamento dos estudantes-atletas. O trabalho inclui oferecer apoio em situações de dificuldade emocional, convivência e adaptação durante a viagem, além de acompanhar questões relacionadas à segurança e à garantia de direitos dos adolescentes.

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A assistente social Karol Moraes, que acompanha a delegação nos Jogos da Juventude 2026, explica como funciona o trabalho na rede pública de ensino e durante a competição. “Na política de educação, o assistente social atua principalmente nas questões relacionadas ao ensino, à aprendizagem e à permanência do estudante na escola. Também trabalha na garantia de direitos e na proteção integral de crianças e adolescentes. É importante considerar a realidade social e o contexto de vida de cada estudante, aspectos que muitas vezes acabam sendo desconsiderados.”

“É importante considerar a realidade social e o contexto de vida de cada estudante, aspectos que muitas vezes acabam sendo desconsiderados”

Karol Moraes, assistente social

A condição física dos atletas também influencia a saúde mental antes e depois das competições. A fisioterapeuta Rafaela Costa, que atua há 14 anos nos Jogos da Juventude, explica a importância desse acompanhamento:

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“Antes da competição, a fisioterapia ajuda a reduzir a ansiedade, o estresse e a tensão muscular por meio de técnicas de relaxamento, alongamentos, massagens e exercícios respiratórios. Também contribui para a confiança e a preparação física do atleta. Após as provas, auxilia na recuperação muscular, no alívio das dores e na redução das tensões físicas e emocionais”, pontua Rafaela Costa.

 

*Com informações da SEEDF

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Cultura

Pesquisa busca conhecer o perfil dos turistas e fortalecer o setor no Distrito Federal

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Levantamento da Setur e do IPEDF vai reunir informações sobre visitantes, turismo de natureza, arrecadação e mercado de trabalho; participação de hotéis, bares, restaurantes e atrativos turísticos também será pesquisada

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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A Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF/Codeplan) trabalham em conjunto para desenvolver estudos e pesquisas voltados ao fortalecimento do turismo na capital. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre a atividade turística, identificar o perfil dos visitantes e produzir informações que contribuam para o planejamento de políticas públicas, a promoção do destino e o desenvolvimento do setor.

Entre os temas previstos estão o perfil geral dos turistas que visitam Brasília, as características dos visitantes interessados no turismo de natureza, a arrecadação do setor turístico e a composição da força de trabalho vinculada à atividade. Os estudos também poderão contribuir para compreender melhor as motivações de viagem e identificar oportunidades relacionadas aos diferentes segmentos turísticos, incluindo experiências que vão além do circuito tradicional dos monumentos e atrativos urbanos da capital.

Brasília tem vocação para o turismo de natureza, com espaços arborizados, áreas verdes, trilhas, cachoeiras e paisagens que favorecem o contato com o meio ambiente. O Distrito Federal também reúne propriedades rurais que oferecem experiências voltadas ao turismo rural e de aventura, aproximando os visitantes da gastronomia regional, da vida no campo e de atividades ao ar livre.

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Iniciativas como as Rotas do Vinho e a Rota dos Queijos ampliam as possibilidades de conhecer outras regiões do território, valorizando a produção local, os sabores do Cerrado e experiências mais rústicas, longe do roteiro concentrado nos monumentos e nos principais pontos turísticos do Plano Piloto.

A pesquisa também poderá ajudar a compreender os visitantes que chegam a Brasília e aproveitam a viagem para conhecer destinos de natureza e aventura localizados no Entorno do Distrito Federal e em regiões próximas, como a Chapada dos Veadeiros e Pirenópolis, em Goiás. Embora sejam destinos fora do território do DF, esses locais podem integrar os roteiros de quem utiliza a capital como ponto de chegada, hospedagem ou conexão para outras experiências turísticas.

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Entender esse comportamento é importante para identificar o potencial de Brasília como porta de entrada para diferentes experiências de viagem, além de reconhecer as conexões entre a capital, o turismo rural, a aventura e os destinos de natureza da região. Essas informações podem contribuir para orientar ações de promoção, estimular parcerias e fortalecer a integração entre os destinos.

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“Conhecer o perfil de quem visita Brasília é fundamental para planejarmos ações mais eficientes e fortalecermos o nosso destino. Temos uma diversidade de experiências que vai muito além dos monumentos, com opções de turismo de natureza, aventura, turismo rural e experiências gastronômicas. Precisamos compreender o que leva o visitante a escolher Brasília, quais lugares ele procura conhecer e como podemos ampliar sua permanência e suas experiências na região. Para isso, a participação de todo o setor turístico é essencial”, destaca o secretário de Turismo do DF, Bernardo Antunes.

O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino, destaca que “o conhecimento sobre o perfil e a experiência dos turistas é fundamental para o planejamento estratégico do setor. Esta pesquisa permitirá ao poder público atuar com base em evidências, tornando Brasília um destino cada vez mais competitivo e preparado para receber visitantes que vêm de todas as partes”.

A pesquisa começa a ser aplicada no dia 3 de novembro, com duração de 30 dias e coleta de dados on-line. Para alcançar resultados representativos, o engajamento dos diferentes segmentos que integram a cadeia produtiva do turismo é fundamental. Hotéis, bares, restaurantes, atrativos turísticos, operadores, agências de viagens, propriedades rurais e demais empreendimentos do setor são convidados a contribuir com a divulgação da iniciativa, incentivando a participação dos visitantes e ampliando o alcance do levantamento.

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O envolvimento desses parceiros é estratégico para que a pesquisa alcance o maior número possível de participantes e reúna informações sobre diferentes perfis de turistas, experiências e motivações de viagem. A participação de empreendimentos ligados ao turismo rural, de aventura e de natureza também pode ajudar a ampliar a compreensão sobre as atividades procuradas pelos visitantes e o interesse por experiências fora do circuito turístico tradicional.

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Conhecer de onde vêm os turistas, quanto tempo permanecem, quais atrativos procuram, quais experiências valorizam e se aproveitam a viagem para visitar outras localidades são informações que podem orientar decisões tanto do poder público quanto da iniciativa privada. Esses dados ajudam a identificar demandas, aprimorar serviços, direcionar ações de promoção turística, estimular novos investimentos e desenvolver produtos capazes de diversificar a oferta turística do Distrito Federal.

Werner Bessa, da Diretoria de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (DEPAT) do IPEDF, chama a atenção para “a importância da cooperação entre a Setur-DF e o IPEDF/Codeplan que prevê a realização dos estudos, o compartilhamento de informações e a divulgação dos resultados nos canais institucionais dos órgãos. O trabalho conjunto também inclui esforços para ampliar a divulgação das pesquisas e mobilizar instituições, entidades e organizações ligadas ao turismo.”

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A pesquisa será conduzida por três diretorias do IPEDF — Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (DIPOS), Diretoria de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais (DEPAT) e Diretoria de Estatística e Pesquisas Socioeconômicas (DIEPS) — em parceria com a Setur-DF. A coleta prevê a aplicação de questionários em pontos estratégicos de saída de visitantes, especialmente no Aeroporto Internacional de Brasília e no Terminal Rodoviário Interestadual de Brasília.

A iniciativa reforça a importância da integração entre o governo e o setor produtivo para o desenvolvimento de um turismo baseado em informações e evidências. Com a colaboração dos estabelecimentos, dos atrativos turísticos e dos demais agentes da cadeia, será possível construir um retrato mais abrangente da atividade turística no Distrito Federal, identificar novas oportunidades e subsidiar estratégias para fortalecer o setor, gerar negócios e impulsionar a economia local.

 

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*Com informações do IPEDF e Setur-DF

 

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