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Curiosidades

ESP-DF promove aula magna para especializações inéditas

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Cursos de pós-graduação lato sensu em autismo, doenças raras e enfermagem obstétrica entraram recentemente na grade da escola

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Agência Brasília* | Edição: Paulo Soares

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A noite da terça-feira (3) ficou marcada como um novo momento para a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), que promoveu uma aula magna online para dar boas-vindas aos alunos de três especializações inéditas. Os cursos de pós-graduação lato sensu em autismo, doenças raras e enfermagem obstétrica agora fazem parte de um cardápio diverso e inclusivo oferecido pela escola.

Com a presença da diretora-executiva da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), Vanessa Campos, a aula também recebeu convidados especialistas no assunto, além da senhora Maria Célia, mãe da governadora Celina Leão, entusiasta da pauta do autismo.

A aula inaugural sobre a Jornada do Paciente com doenças raras foi apresentada pela presidente da Associação Maria Vitória de Doenças Raras (AMAVIRaras), Lauda Santas. Pós-graduada com especialização em doenças raras, ela é membro do observatório de doenças raras da Universidade de Brasília (UnB), doutora Honoris Causa em Saúde, cofundadora e vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas).

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Durante sua apresentação, a especialista destacou a importância do tema, e a “necessidade de formação de profissionais qualificados para atuação de forma multiprofissional, ética e humanizada”. No âmbito da ESP-DF, o conteúdo ministrado na pós-graduação exige evidências científicas, diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e políticas públicas vigentes.

 

Enfermagem obstétrica e autismo

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A pós-graduação em enfermagem obstétrica tem como objetivo formar enfermeiros especialistas qualificados para atuar na atenção integral à saúde da mulher no ciclo gravídico-puerperal. O curso é destinado a enfermeiros graduados com interesse na área obstétrica, especialmente aqueles inseridos ou que pretendam atuar na rede pública de saúde, bem como na rede suplementar e na prática profissional autônoma.

Já a especialização em autismo busca capacitar profissionais das áreas de saúde, educação e afins, para o cuidado da pessoa autista em sofrimento mental e seus familiares à luz do Modo da Atenção Psicossocial. O curso é voltado para profissionais da área da saúde, como enfermeiros, médicos, psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros que tenham interesse no assunto.

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*Com informações da Fepecs

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Cultura

Pesquisadores vão ao aeroporto e à Rodoviária Interestadual de Brasília para traçar o perfil do turista que visita a capital

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A coleta de dados, que inclui a avaliação da imagem da cidade, se inicia em novembro com o nome ‘Perfil e Experiências do Turista no Distrito Federal’

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Agência Brasília* | Edição: José Renato Garcia

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A Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF/Codeplan) firmaram uma parceria para o desenvolvimento de estudos sobre o setor turístico na capital. Um dos frutos desse acordo é a pesquisa ‘Perfil e Experiências do Turista no Distrito Federal’. O objetivo é conhecer quem é o visitante, o que motiva sua viagem, quais atividades realiza durante sua estada e como avalia a experiência na cidade.

“Conhecer o perfil de quem visita Brasília é fundamental para planejarmos ações mais estratégicas e eficientes para o desenvolvimento do turismo no Distrito Federal. Com essa pesquisa, vamos entender melhor as motivações dos visitantes, suas experiências e suas expectativas em relação à cidade. Essas informações vão ajudar a Setur-DF a aprimorar a promoção do destino Brasília, valorizar nossos atrativos e fortalecer toda a cadeia produtiva do turismo, contribuindo para a geração de emprego, renda e novas oportunidades para o setor”, destaca o secretário de Turismo do DF, Bernardo Antunes.

 

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A pesquisa está estruturada em duas etapas. A primeira consiste na análise dos dados do módulo de Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), realizada desde 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez que essas informações ganham um recorte analítico exclusivo e aprofundado para o Distrito Federal, uma vez que as divulgações do instituto priorizam o panorama nacional. Nesta segunda etapa, entrevistadores irão ao Aeroporto Internacional de Brasília e à Rodoviária Interestadual para conversar diretamente com os visitantes, por meio de um questionário.

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“Com essa pesquisa, vamos entender melhor as motivações dos visitantes, suas experiências e suas expectativas em relação à cidade”

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Bernardo Antunes, secretário de Turismo do DF

A fase de entrevistas presenciais ocorrerá entre os dias 4 e 27 de novembro de 2026, no Aeroporto Internacional de Brasília e na Rodoviária Interestadual de Brasília. O público-alvo das abordagens são os viajantes que estão retornando aos seus estados de origem. Ao todo, serão aplicados 1.800 questionários, 900 em cada terminal. As entrevistas, além de capturar dados sobre características básicas dos visitantes, como idade, gênero e escolaridade, irão identificar as principais motivações para a vinda ao DF, os canais de informação utilizados para o planejamento da visita, os padrões de hospedagem e mobilidade interna, bem como as atividades realizadas e a satisfação geral com o destino.

“Brasília é um hub aéreo muito importante para o país. Daqui saem voos para todas as capitais do Brasil. Muitas pessoas passam por aqui, mas nunca saem do aeroporto, não conhecem a cidade. O questionário possui um bloco para investigar se as pessoas que estão apenas de passagem pelo aeroporto estariam dispostas a estender esse tempo de espera para passear, conhecer nossos atrativos e consumir na cidade antes de seguir viagem. Com esses dados em mãos, o governo e o setor privado poderão criar estratégias eficientes para reter esse passageiro de conexão”, declara Manoel Clementino Barros Neto, diretor-presidente do IPEDF/Codeplan.

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“Com esses dados em mãos, o governo e o setor privado poderão criar estratégias eficientes para reter esse passageiro de conexão”

Manoel Clementino Barros Neto, diretor-presidente do IPEDF/Codeplan

“Os dados da PNAD são fundamentais para estimarmos a quantidade de pessoas que viajaram para o DF, de onde essas pessoas vieram, quais foram as motivações e os gastos da viagem, mas eles não trazem informações sobre a avaliação da experiência no destino. Daí, a importância de um questionário aplicado presencialmente, ouvindo pessoas que estão concluindo sua visita no DF e podem fornecer essas percepções. As duas estratégias de pesquisa, portanto, são complementares”, destaca Marcela Machado, Diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF.

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A iniciativa visa expandir o acervo de informações sobre o turismo local, gerando evidências para orientar o planejamento governamental, a criação de políticas públicas e a melhoria da oferta turística. O estudo também reforça a Política de Turismo do DF, que tem a pesquisa como ferramenta essencial para o desenvolvimento do setor. A partir desse diagnóstico, a Setur-DF terá o embasamento necessário para direcionar suas ações de promoção turística e adequar a infraestrutura de serviços ao perfil de quem efetivamente visita a capital.

 

*Com informações do IPEDF

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