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Epreendedorismo

Mulheres empreendedoras do DF compartilham histórias de sucesso e superação no podcast EG NEWS

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O Programa “Mulheres Empreendedoras” reúne empresárias, artesãs e representantes do governo para debater desafios e conquistas femininas no mercado e na zona rural

Em uma edição especial do podcast EG NEWS, o quadro “Mulheres Empreendedoras” trouxe relatos inspiradores de mulheres que se destacam na economia do Distrito Federal. O programa, apresentado por Angélica Castro, em parceria com a ativista Silvia Rita Souza, contou com um painel formado por Renata D’Aguiar (Subsecretária de Promoção das Mulheres), Simone Barros (Diretora de Mulheres Rurais), Marilene Monteiro (empresária da Casa Nordestina) e Auri Oliveira (economista e designer de jóias).

Marilene Monteiro, fundadora da Casa Nordestina no Paranoá, teve que se reinventar para obter sucesso no comércio local e compartilhou sua trajetória de mais de 25 anos, destacando a expansão do negócio de uma pequena loja de 80m² para um complexo de mais de 500m². Ela revelou que o segredo do crescimento está na escuta ativa do cliente e na adaptação constante. “O cliente chegava pedindo chimarrão e eu pensava: ‘Gente, aqui é Casa Nordestina’. Mas coloquei e hoje é um sucesso. A prioridade não é o que eu acho, é o que o cliente quer”, afirmou. Marilene também enfatizou que suas colaboradoras mais experientes, muitas com mais de 15 anos na empresa, são mulheres que atuam como suas “braços direitos” na gestão.

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A prioridade não é o que eu acho, é o que o cliente quer”, afirmou. Marilene

A economista Auri Oliveira explicou sua mudança de carreira para o design de joias autorais com orgonites, ressaltando a economia criativa e valorização do artesanal, a diferença entre preço e valor no trabalho artesanal. “Eu não tenho preço, eu tenho valor. O artesão no Brasil ainda é desvalorizado, mas quando você mostra o diferencial e a energia da peça, o cliente entende”, destacou. Auri exporta suas criações para países como Estados Unidos e França, evidenciando o potencial global do artesanato local.

“Eu não tenho preço, eu tenho valor”, diz a design de joias Auri

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Já Simone Barros, da Secretaria da Mulher, destacou  a força do empreendedorismo feminino no campoas e as ações de capacitação e promoção da saúde mental voltadas para mulheres de assentamentos e áreas rurais do Distrito Federal. Ela ressaltou a importância da sucessão familiar e do escoamento da produção rural. Durante o programa, surgiu uma oportunidade de negócio ao conectar as produtoras rurais atendidas por Simone com a loja de Marilene, demonstrando a força do networking feminino.

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“Ninguém faz nada sozinho. Se eu tiver parceiras, ideias novas surgem”, afirmou.

Renata D’Aguiar reforçou apoio institucional para o fortalecimento feminino e a atuação do governo no apoio a diferentes perfis de mulheres, desde aquelas que buscam recolocação até as que desejam empreender. Ela citou iniciativas como a loja Cerrado Feminino, na Feira da Torre, que funciona como uma vitrine qualificada para artesãs do DF.

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“É sempre hora de se reinventar. A mulher realizada é uma inspiração, e nós precisamos nos fortalecer umas às outras”, concluiu.

Para assistir à edição completa e conhecer mais histórias de empreendedorismo feminino, acesse o canal da EG NEWS no YouTube.

Fonte: Portal EG NEWS

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Epreendedorismo

Projeto destina R$ 200 mil ao empreendedorismo feminino

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O Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte publicou, na última semana, o edital de seleção de propostas do Projeto Nacional Juntas por Elas. A iniciativa busca apoiar o desenvolvimento de projetos voltados ao empreendedorismo feminino, especialmente entre mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica ou territorial.

A seleção vai escolher até cinco iniciativas apresentadas pelas Juntas Comerciais, contemplando uma proposta de cada macrorregião do Brasil. Cada projeto selecionado receberá R$ 200 mil em recursos federais para a execução das ações, que deverão ser realizadas em um período de até 12 meses.

Público prioritário

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O projeto tem como foco mulheres em situação de vulnerabilidade, com prioridade para vítimas de violência doméstica ou familiar. O edital também estabelece atenção especial a casos em que essas condições são agravadas por fatores como raça ou cor, deficiência, baixa renda, maternidade solo, responsabilidades de cuidado, ruralidade e localização periférica.

A proposta do programa é ampliar a autonomia econômica dessas mulheres, contribuir para sua permanência no mercado de trabalho e apoiar o crescimento de seus empreendimentos.

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Ações previstas

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Entre as atividades que poderão ser desenvolvidas pelos projetos estão o diagnóstico da realidade local do empreendedorismo feminino e ações de orientação para a formalização de negócios. Também estão previstas iniciativas de educação empreendedora, articulação para facilitar o acesso a crédito e mercados, estímulo à inovação e desenvolvimento de lideranças.

As propostas poderão ainda estabelecer articulação com políticas públicas estaduais, distritais ou municipais direcionadas às mulheres, entre outras medidas detalhadas no edital.

Seleção

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Podem participar do processo as 27 Juntas Comerciais dos estados e do Distrito Federal. Ao final da seleção, serão escolhidas até cinco propostas, sendo uma representante de cada uma das cinco macrorregiões brasileiras.

O edital está disponível no Transfere.gov.br e também no endereço indicado pelo Ministério do Empreendedorismo. As propostas podem ser enviadas até 19 de outubro de 2026.

A divulgação dos resultados parciais está prevista para 27 de outubro, enquanto o resultado definitivo deverá ser publicado em 18 de novembro.

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Da redação

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Fonte: Governo Federal

imagemdailha.com.br

O Projeto Nacional Juntas por Elas abriu seleção de propostas para fortalecer o empreendedorismo feminino entre mulheres em situação de vulnerabilidade social, econômica ou territorial. (Foto: Freepik)

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