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Epreendedorismo

Higino França: Uma Jornada de Dedicação e Empreendedorismo

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Higino França chegou a Brasília em 1974, vindo de uma família de Fortaleza, com o objetivo de construir um futuro promissor. Ao lado de seu irmão mais velho, ingressou no Centro Universitário de Brasília (CEUB), onde se formou em Economia. Desde cedo, assumiu grandes responsabilidades, sendo arrimo de família e contribuindo para o sustento dos pais e de seus cinco irmãos.

Seu primeiro emprego foi como recepcionista no Hotel Bistrol, mas, com determinação, logo iniciou sua trajetória na área de Economia. Conseguiu um estágio no Ministério da Agricultura, atuando no setor de importação, e, posteriormente, ingressou no Ministério da Saúde. No entanto, no serviço público, sentiu-se limitado, pois sempre teve um grande potencial criativo e buscava crescimento. Percebeu que sua realização profissional estava além da estabilidade do funcionalismo e decidiu empreender.

Foi então que enxergou uma oportunidade única no mercado de molduras em Brasília. Na época, não existia uma loja especializada no segmento, e esse serviço era oferecido apenas por vidraçarias de forma secundária. Com visão estratégica e espírito inovador, Higino decidiu investir no setor. Para isso, vendeu a fazenda da família em Alexânia e utilizou o capital para fundar a Casa da Moldura, a primeira loja exclusiva de molduras na capital federal.

Sempre inquieto e determinado a oferecer um serviço diferenciado, Higino buscou uma demanda qualificada e foi diretamente à fonte: visitou polos de fabricação de molduras e centros de exportação de madeiras nobres, conhecendo de perto o processo produtivo e os materiais de melhor qualidade. Naquela época, Brasília dependia exclusivamente de caixeiros viajantes, que traziam poucos mostruários e opções limitadas. Ele viu nisso uma oportunidade para inovar e oferecer variedade e exclusividade aos clientes.

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Com espírito aventureiro e visão estratégica, Higino aproveitou o cenário de alta inflação para fazer uma jogada de mestre. Comprou matéria-prima a preços baixos e, em apenas seis meses, o valor dos insumos disparou, garantindo-lhe uma vantagem competitiva no mercado. Com esse diferencial, começou a expandir seu negócio e a atrair mão de obra qualificada. Para isso, contratou os melhores moldureiros que trabalhavam em vidraçarias de Brasília, oferecendo salários mais altos e melhores condições de trabalho.

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Sua aposta na inovação, na qualidade e no atendimento diferenciado rapidamente fez do empreendimento uma referência no mercado. A Casa da Moldura tornou-se sinônimo de excelência e sofisticação, consolidando-se como um negócio de sucesso e um marco no setor de molduras em Brasília.

Crescimento e Consolidação no Mercado

A divulgação da loja foi intensa, e Higino construiu uma identidade visual marcante para si mesmo, a ponto de ser confundido com políticos. Ele sempre soube que, além da qualidade dos produtos e do atendimento diferenciado, a promoção da marca era essencial para o sucesso do negócio. Seu carisma, presença e envolvimento com a cidade fizeram com que, em algumas ocasiões, sua imagem fosse reconhecida em diversos círculos sociais e empresariais. Esse reconhecimento espontâneo reforça não apenas sua influência no setor, mas também sua habilidade em construir uma marca pessoal sólida e respeitada, que se tornou parte da história do comércio brasiliense.

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A unidade da Asa Sul, que passou por mudanças de endereço, estabeleceu-se na 410 Sul há cerca de nove anos, em um ambiente amplo, com atendimento cativante e preços justos. Em 2024, a Casa da Moldura celebrou 35 anos de história, emocionando funcionários, clientes e parceiros que acompanharam sua trajetória de sucesso.

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A unidade da Asa Norte, localizada na entrequadra 706/707, ampliou seu espaço e se transformou também em uma galeria de arte. O local reúne quadros originais e peças únicas, desde óleo sobre tela até aquarelas sobre papel, fruto de um minucioso garimpo por galerias e leilões em todo o Brasil. Atualmente, mais de 40 obras exclusivas ganham destaque na galeria, reforçando o compromisso da empresa com a valorização da arte e da cultura.

Casa da Moldura também expandiu sua atuação para além das lojas, decorando restaurantes renomados de Brasília com obras de artistas locais e nacionais. O primeiro estabelecimento a receber esse projeto foi a churrascaria Nativas Grill Esplanada, seguida pela loja de móveis Fina Decor, no SIA, e pelo prestigiado restaurante Santé Lago, no Lago Sul.

Expansão e Novos Projetos

O espírito empreendedor de Higino França segue impulsionando novos desafios. Em breve, ele abrirá uma galeria de arte no CasaPark, um espaço exclusivo para a exposição e comercialização de obras de artistas renomados e talentos locais. Com esse novo empreendimento, ele reforça seu compromisso com a valorização da arte e a promoção da cultura em Brasília, consolidando ainda mais a Casa da Moldura como referência no setor.

A história de Higino França é um exemplo inspirador de visão empreendedora, inovação e dedicação. De um jovem estudante de economia que chegou a Brasília com o sonho de um futuro melhor a um empresário consolidado, ele soube transformar desafios em oportunidades e construir um legado de sucesso e contribuição para a cidade.

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Licitação divulga oportunidade de 106 imóveis no DF

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Entre os destaques estão lotes no Jardim Botânico, em Samambaia e no Setor Noroeste

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Agência Brasília* | Edição: Ígor Silveira

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No dia 11 de setembro, será realizada nova licitação pública de imóveis, com 106 lotes residenciais, comerciais, industriais e mistos distribuídos em dez regiões do Distrito Federal. O Edital nº 11/2026 está disponível neste site. As propostas serão recebidas entre 9h e 10h, podendo ser entregues pessoalmente ou por via eletrônica, e a caução, equivalente a 5% do valor do lote, deve ser recolhida até 10 de setembro.

Entre os destaques estão os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico; lotes de uso misto em Riacho Fundo II; dezenas de opções em Samambaia; e terrenos comerciais de grande porte no Setor Noroeste.

Residencial das Sucupiras

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Os 15 lotes do Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico, integram o Complexo Urbanístico Aldeias do Cerrado. As unidades têm entre 420 m² e 440,55 m², com valores a partir de R$ 317 mil, entrada de R$ 15,85 mil e financiamento em até 240 meses.

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Quem adquirir um dos lotes pode optar, sem custo adicional, por um projeto de casa padrão de 153 m² já aprovado pelos órgãos públicos. O Residencial das Sucupiras oferece infraestrutura completa: portaria única com controle de acesso, cercamento com muro em alvenaria, sistema viário planejado para privacidade e tranquilidade, além de ampla área de lazer nas áreas comuns, incluindo campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, espaço gourmet, salão de festas, espaço fitness, quiosques com churrasqueira e estacionamento para visitantes.

 

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Outras oportunidades

No Riacho Fundo II, são 17 lotes com destinação mista, que permite simultaneamente comércio, prestação de serviços, atividade institucional e industrial. As áreas variam de 1.155 m² a 5.472 m², com valores entre R$ 1,35 milhão e R$ 5,45 milhões, e financiamento em até 180 meses.

Samambaia tem 46 lotes disponíveis, quase metade do total do edital. Há terrenos comerciais e mistos a partir de 100 m², com valores a partir de R$ 80,6 mil, até lotes de mais de 1.500 m², que ultrapassam R$ 1,5 milhão.

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Há, ainda, três lotes na CRNW, no Setor Noroeste, que têm entre 1.733 m² e 3.466 m², com valores entre R$ 8,09 milhões e R$ 14,3 milhões.

O edital inclui ainda 15 imóveis em Ceilândia, seis lotes no Recanto das Emas e terrenos avulsos no Guará, Santa Maria e Sobradinho. Em Taguatinga, um lote industrial de 30.000 m², avaliado em R$ 26,2 milhões, é o maior do edital.

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