Esporte
82% dos deslocamentos feitos por brasilienses com bikes compartilhadas seriam feitos com veículos motorizados
Dados da Tembici mostram que o meio de transporte poupou potencialmente a emissão de 44 toneladas de CO2 – resultado equivalente ao plantio de mais de 310 árvores
Maio de 2024 – De acordo com o Ranking de Cidades Sustentáveis da Bright Cities, Brasília foi considerada a foi eleita a mais sustentável do centro-oeste, e essa conquista é reflexo da mudança de hábitos dos brasilienses. A população e poder público local tem priorizado as demandas cruciais da mobilidade urbana e sustentabilidade e, como resultado, as bicicletas compartilhadas apresentam-se como uma solução popular e eficaz, oferecendo uma alternativa acessível e ecológica para a locomoção. Segundo pesquisa da Tembici, líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, 82% dos deslocamentos com bikes compartilhadas em Brasília, seriam potencialmente feitos com meios de transporte motorizados, se não fossem pedalados.
Por mês, a empresa de mobilidade estima que seis mil brasilienses utilizam as bicicletas compartilhadas e, como resultado, mais de 614 mil quilômetros foram percorridos no primeiro trimestre do ano. A distância equivale a um total de 21 voltas ao mundo, e não apenas reflete a popularidade das mais de 500 bicicletas compartilhadas disponíveis na cidade, mas também contribuiu para uma economia potencial de 44 toneladas na emissão de CO2 na atmosfera. Essa economia é equivalente a poupar o plantio de mais de 310 árvores, o que demonstra o impacto positivo e tangível dessa alternativa de mobilidade na redução da pegada de carbono da cidade.
Desde o seu lançamento, o sistema de bicicletas compartilhadas vem contribuindo com a cidade ao oferecer melhores condições de deslocamento das pessoas. Assim, Brasília segue para o caminho das smart cities com cerca de 70 estações localizadas em pontos estratégicos.
Sobre a Tembici – A empresa é líder em tecnologia para micromobilidade na América Latina, responsável por mais de 275 milhões de deslocamentos com bicicletas compartilhadas nas principais capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Brasília, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, além de Santiago, no Chile, Buenos Aires, na Argentina, e Bogotá, na Colômbia. Reconhecida como uma das startups mais promissoras e inovadoras do país, ao longo dos últimos anos a empresa foi responsável pela economia potencial de 47 mil toneladas de CO2 que seriam lançadas na atmosfera. Em 2022, a empresa realizou o primeiro leilão de créditos de carbono por micromobilidade no mundo e se tornou a maior Empresa B de bicicletas compartilhadas.
Cultura
Brasil fica em 5º lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica
China, EUA e Japão garantiram pódio e vagas na Olimpíada de LA 2028
A seleção brasileira terminou em quinto lugar na final por equipes do Mundial de Ginástica Artística, que reúne as maiores potências da modalidade em Roterdã (Países Baixos). Nesta quarta-feira (21), o quinteto amarelinho liderado pelas medalhistas olímpicas Rebeca Andrade e Flávia Saraiva somou 159.730 pontos, após apresentações com raras falhas e nenhuma queda. 
O topo do pódio ficou com a China (165.764), que há 20 anos não vencia a competição e quebrou a hegemonia dos Estados Unidos. Após sete títulos mundiais, as norte-americanas (165.531) ficaram com a prata. O Japão (164.063) levou o bronze, 60 anos depois de subir ao pódio mundial pela primeira vez. Além das medalhas, os três países asseguraram vagas na Olimpíada de Los Angeles (LA 2028). A quarta colocação ficou com a França (161.130).
Classificadas para a final em 8º e último lugar na última segunda (19), quando totalizaram 159,131, as brasileiras foram as únicas entre as finalistas que melhoraram o somatório, subindo da 8ª para a 5ª posição. Além de Rebeca e Flavinha, a equipe Amarelinha conta com Lorrane Oliveira, Thais Fidelis, Sophia Wesiberg e Gabriela Bouças (reserva).
“Nosso principal objetivo era a classificação para o Mundial de 2027 [as oito equipes finalistas garantiram presença]. Sabemos que a caminhada é dura. O primeiro passo a gente já demos. Agora é continuar treinando. Não há segredos, já sabemos como é”, disse Flavinha, referindo-se à próxima edição, que distribuirá vagas olímpicas às primeiras nove equipe colocadas.
A melhor perfomance do Brasil na final foi no salto, com somatório 41.433. Primeira no aparelho, Flavinha levou nota 13.000, após dar um passo pra trás na aterrissagem. Na sequência, a estreante Sophia Weisberg, de apenas 16 anos, brilhou ao executar com precisão uma dupla pirueta, que havia tentando sem êxito no qualificatório. Caçula da equipe, Sophia anotou 14.033. Por fim, Rebeca Andrade executou movimentos perfeitos ao saltar e aterrissou com precisão, cravando nota 14.400.
Bronze olímpico em Paris 2024, a seleção feminina totalizou hoje 40.532 na trave, 39.132 nas paralelas assimétricase 38.633 no solo.
O Brasil ainda temchances de subir ao pódio. Na próxima sexta (23), Flavinha e Lorrane Oliveira disputarão a final do individual geral. No dia seguinte, Rebeca vai brigar pelo pódio no salto. Por fim, no domingo (25), Flavinha competirá a final da trave.
Programação
QUINTA (22)
14h30 às 17h – Final do individual geral masculino
SEXTA (23)
14h30 às 17h – Final do individual geral feminino
SÁBADO (24)
9h às 13h – Finais por aparelhos (primeiro dia)
Masculino: solo, cavalo com alças e argolas
Feminino: salto e barras assimétricas
DOMINGO (25)
10h às 14h – Finais por aparelhos (segundo dia)
Masculino: salto, barras paralelas e barra fixa
Feminino: trave de equilíbrio e solo
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