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15º Ciclo do Mobilidade e Trânsito teve início nesta quinta (3)

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O curso é voltado para professores da rede pública de ensino do DF

Rafaela Vieira Nogueira/Ascom Detran-DF

(Brasília-DF, 3/4/2025) – A aula inaugural do 15º ciclo do curso Mobilidade e Trânsito, oferecido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do DF, aconteceu na última quinta-feira (3), no auditório, da Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação do Distrito Federal (Eape). O evento contou com a presença dos gestores dessa parceria, dos tutores das turmas e dos matriculados no curso: professores efetivos e temporários, da rede pública de ensino do DF.

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De acordo com o Gerente da Escola Pública de Trânsito (EPT), do Detran-DF, Marcelo Vinícius Granja, o objetivo é levar conhecimentos de trânsito para as salas de aula. Para ele, foi uma satisfação participar mais uma vez da abertura do 15° Ciclo do curso Mobilidade e Trânsito, com aproximadamente 700 professores da Secretaria de Educação inscritos, que serão capacitados em 120 h/a, por profissionais do Detran DF.

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Já a Chefe da Unidade-Escola de formação continuada dos Profissionais da Educação (Eape), Linair Moura Barros Martins, representando a Secretária de Educação do DF, na aula inaugural, ressaltou a importância dessa articulação entre as instituições para os professores da rede pública atenderem demandas que surgem na vida cotidiana da sociedade.

A professora Dinalva, matriculada no curso, ministra aulas em escola pública, da área rural de Samambaia e tem a expectativa de aplicar em sala de aula os conhecimentos aprendidos no curso para formar adolescentes mais conscientes para se ter um trânsito mais seguro, respeitoso e com gentileza.

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O curso é oferecido pelo Detran-DF, na modalidade de Educação a Distância (EaD), com encontros síncronos, assíncronos, quatro encontros presenciais, com duração de três meses (de abril a junho de 2025). As inscrições e a certificação ficaram sob a responsabilidade da Eape. Neste primeiro encontro presencial, que foi a aula inaugural, os professores matriculados receberam os materiais didáticos para trabalharem com seus alunos.

As turmas são divididas por temas, de acordo com a faixa etária que o professor da escola pública atua. Os assuntos abordados são relacionados ao trânsito, como: comportamento seguro do pedestre, ciclista e passageiro. É utilizada a metodologia ativa de ensino e aprendizagem, por meio dos tutores, com situações práticas a serem aplicadas no cotidiano do aluno.

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Fonte: Ascom Detran

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feminicidio

Vote Segura mostra boas práticas de políticas de segurança a mulheres

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Guia lista 11 recomendações para parlamentares eleitos
Agência Brasil

A Rede Justiça Criminal lançou a campanha Vote Segura, voltada prioritariamente à segurança das mulheres. No ano passado, canais oficiais registraram 1.571 vítimas de feminicídio no país. Significa que ao menos quatro mulheres foram assassinadas por dia por motivação relacionada ao gênero. Para cada feminicídio consumado, outros três foram tentados.

A campanha Vote Segura elaborou um guia com um conjunto de boas práticas legislativas para orientar a formulação de programas de mandato, projetos de lei, atividades de fiscalização e articulação política.

O objetivo é qualificar o debate público e subsidiar candidaturas ao Congresso Nacional comprometidas com a redução da violência contra o público feminino. As mulheres representam 51,5% da população brasileira de 213,4 milhões de habitantes.

O guia reúne 11 recomendações para os próximos parlamentares eleitos:

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  1. priorizar a prevenção sem abandonar a responsabilização;
  2. estruturar políticas públicas permanentes;
  3. fortalecer a coordenação entre os entes federativos;
  4. promover a integração entre diferentes políticas públicas;
  5. basear decisões em evidências e dados confiáveis;
  6. incorporar mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação;
  7. fortalecer a transparência e o controle por parte da sociedade;
  8. estabelecer critérios objetivos para acesso a recursos públicos;
  9. adotar uma perspectiva de direitos humanos voltada também às mulheres;
  10. produzir impactos mensuráveis;
  11. evitar respostas legislativas exclusivamente simbólicas.
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A coordenadora executiva da Rede Justiça Criminal, Janine Salles de Carvalho, destaca que as mulheres brasileiras estão com medo, e com razão. Elas mudam suas rotinas, compartilham a localização em tempo real quando saem à noite, preocupam-se com a própria segurança.

“Esse medo, infelizmente, também se tornou um ativo político capaz de mobilizar votos. Mas responder à insegurança não significa apostar apenas em mais polícia ou prisões. Precisamos olhar para aquilo que impede que a violência aconteça.”

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