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Amigo de Flávio desiste e chefe de gabinete de Toffoli deve ir para o CNJ

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STF

Câmara dos Deputados vai deliberar sobre indicação para o CNJ nesta quinta-feira (6/7)

A chefe do gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli, Daiane Nogueira de Lira, foi a única inscrita para a eleição da vaga do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A indicação deve ser votada nesta quinta-feira (6/7) pela Câmara dos Deputados.

Com uma candidatura única, ela deve ser escolhida pela Câmara para a vaga. A indicação ainda precisa passar pelo Senado.

Como mostrou a coluna, também estava cotado Willer Tomaz, advogado de Arthur Lira, presidente da Câmara, e amigo de Flávio Bolsonaro. Ele vinha articulando desde o ano passado. Diante do favoritismo de Nogueira de Lira, Tomaz recuou da disputa e decidiu não se candidatar.

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Pessoas próximas relatam que Tomaz temeu a exposição pública de concorrer à vaga, já que teve episódios comprometedores antes — o advogado ficou preso por dois meses após ser acusado por Joesley Batista em 2017 de subornar autoridades, pelo que depois foi inocentado.

Fonte: Metropoles
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Politica

Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça

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Medida evita que eleitores deixem de votar
Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção de prisões em flagrante delito, prisões realizadas em razão de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. 

A medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e tem como objetivo evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitores no pleito.

A legislação prevê ainda que, caso ocorra alguma prisão nesse período, a pessoa detida deverá ser imediatamente apresentada ao juiz competente. Se a autoridade judicial constatar que a detenção é ilegal, deverá determinar a soltura e responsabilizar quem a realizou.

A regra também foi aplicada no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4.

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Candidatos

Desde 10 de outubro, 15 dias antes da votação, candidatos que disputam o segundo turno também não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.

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