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Flávio Bolsonaro pede prisão de Sophia Barclay à Justiça e influenciadora reage: ‘Momentos complicados’

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Sophia Barclay se pronunciou sobre o pedido de prisão de Flávio Bolsonaro

Marcela Almeida

Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entrou com uma queixa-crime na Justiça de São Paulo contra a influencer trans Sophia Barclay, em 31 de janeiro deste ano, justificando ser vítima do crime de difamação. De acordo com o Diário do Centro do Mundo, Luciana Pires, advogada do senador, pediu a condenação da criadora de conteúdo a uma pena de até três anos de detenção.

Segundo o portal, em 29 de fevereiro, a juíza Cecilia Pinheiro da Fonseca, da 3ª Vara Criminal do Foro Central Criminal da Barra Funda (SP), acatou a denúncia, abriu um processo criminal e Sophia Barclay virou ré.

Flávio Bolsonaro, casado com Fernanda Bolsonaro, acionou a Polícia do Senado Federal, justificando que as revelações de Sophia Barclay eram falsas e estariam fazendo com o que tivesse “danos graves em seu casamento” no final de 2023.

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Em entrevista a um podcast que ocorreu em agosto do mesmo ano, a influencer disse que o político teria feito sexo com uma mulher transsexual em uma festa de Neymar. De acordo com o Diário do Centro do Mundo, ela ainda não foi ouvida pela Polícia do Senado e pelo Ministério Público de São Paulo. Contudo, teria sido agendada uma audiência judicial para o dia 25 de julho, onde a criadora de conteúdo terá a oportunidade de se defender e apresentar a sua versão da história.

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Sophia Barclay se manifesta sobre o caso

Em conversa com a colunista Fábia Oliveira, do Metrópoles, Sophia Barclay se manifestou depois que as notícias de que a advogada de Flávio Bolsonaro pediu a sua condenação pelo crime de difamação. A influencer disse que estava vivendo momentos complicados na época em que deu a entrevista ao podcast e que tudo vai ser esclarecido.

“No momento da entrevista ao podcast que foi ao ar, eu estava passando por muitos momentos complicados e delicados. Sobre os fatos mencionados no podcast, poderão ser esclarecidos futuramente e deixarei a cargo da minha assessoria jurídica”, declarou.

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No Distrito Federal, operações do Governo do Brasil prendem 448 suspeitos de crimes contra mulheres e reforçam ações do Pacto contra o Feminicídio

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Operações Mulher Segura e Alerta Lilás mobilizaram forças de segurança federais e estaduais entre fevereiro e março, resultando em prisões em flagrante e cumprimento de mandados contra agressores em todo o país

 

Durante 15 dias, a operação Mulher Segura mobilizou 38.564 agentes de segurança, com apoio de 14.796 viaturas, em 2.050 municípios brasileiros. Foto: Divulgação/Polícia Civil do Rio Grande do Sul
No Distrito Federal, 448 pessoas foram presas durante operações coordenadas pelo Governo do Brasil nas últimas semanas para combater a violência contra mulheres e meninas. As detenções ocorreram no âmbito da Operação Mulher Segura, em parceria com as Secretarias de Segurança Pública estaduais, e da Operação Alerta Lilás II, conduzida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
No DF, 439 pessoas foram presas na Operação Mulher Segura, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março. Já a Operação Alerta Lilás, conduzida pela PRF entre 9 de fevereiro e 5 de março, resultou em 9 prisões em cumprimento de mandados relacionados a crimes de violência contra mulheres.
As duas iniciativas fazem parte das ações do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, que articula Executivo, Legislativo e Judiciário para ampliar a prevenção da violência, fortalecer a proteção às vítimas e garantir a responsabilização de agressores.
NACIONAL – Em todo o país, as duas operações coordenadas pelo Governo do Brasil resultaram na prisão de 5.238 suspeitos de crimes relacionados à violência de gênero. Na Operação Mulher Segura, foram registradas 4.936 prisões, sendo 3.199 em flagrante e 1.737 em cumprimento de mandados de prisão. Na Alerta Lilás, foram presas 302 em flagrante ou com mandados de prisão relacionados a crimes de violência contra mulheres.
MILHARES DE AGENTES – Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a Operação Mulher Segura contou com a participação das forças de segurança de 26 unidades da Federação, com exceção do Paraná, que já realizava operação semelhante no mesmo período.
Durante 15 dias, a operação mobilizou 38.564 agentes de segurança, com apoio de 14.796 viaturas, em 2.050 municípios brasileiros. Foram realizadas 42.339 diligências, com 18.002 medidas protetivas de urgência acompanhadas e 24.337 vítimas atendidas.
No campo da prevenção, foram promovidas 1.802 campanhas de conscientização, que alcançaram 2,2 milhões de pessoas, reforçando ações educativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. Para ampliar a capacidade operacional dos estados, o Ministério da Justiça destinou cerca de R$ 2,6 milhões para pagamento de diárias de policiais, ampliando o efetivo empregado nas ações. A operação integra o Projeto VIPS – Vulnerabilizados Institucionalmente Protegidos e Seguros, iniciativa estratégica voltada à proteção de grupos vulnerabilizados.
MAIOR DA HISTÓRIA – Paralelamente à mobilização nos estados, a Polícia Rodoviária Federal realizou a Operação Alerta Lilás, considerada a maior ação da história da instituição voltada à proteção de mulheres.
Entre 9 de fevereiro e 5 de março, a PRF intensificou ações de inteligência e fiscalização para localizar e prender agressores procurados pela Justiça nas 27 unidades da Federação. O resultado foi a prisão de 302 pessoas em flagrante ou em cumprimento de mandados relacionados a crimes de violência contra mulheres, reforçando o enfrentamento qualificado à violência de gênero em âmbito nacional.
Do total das ocorrências, 119 (39,4%) contaram com participação da atividade de inteligência da PRF. As demais 183 prisões (60,6%) decorreram de flagrantes realizados pelo efetivo operacional.
PLANO DE TRABALHO – As operações Mulher Segura e Alerta Lilás II integram o plano de trabalho apresentado na última quarta-feira (4) pelo Comitê Interinstitucional de Gestão do Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. O plano tem a finalidade de organizar, integrar e consolidar as ações prioritárias, previstas no compromisso firmado em 4 de fevereiro de 2026 pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para o enfrentamento ao feminicídio.
Entre as medidas previstas está a realização de mutirões nacionais para cumprimento de mandados de prisão de agressores, além do fortalecimento da rede de acolhimento e atendimento às vítimas.
O plano também prevê ações para acelerar a concessão e o monitoramento de medidas protetivas de urgência, ampliar a integração entre órgãos de segurança e justiça e promover iniciativas educativas voltadas à prevenção da violência de gênero.
Também estão previstas a criação de um Centro Integrado Mulher Segura para monitoramento de dados, a implantação de unidades móveis de atendimento a mulheres em situação de violência e a ampliação da rede de acolhimento.

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Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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