Politica
Cinco oficinas de acessórios automotivos localizadas no Setor H Norte, em Taguatinga, foram alvos de operação desencadeada pela Polícia Civil (PCDF)
Oficinas de Taguatinga vendiam módulos de veículos usados em roubos e furtos
Locais foram alvos de uma operação envolvendo 30 policiais e cerca de 20 agentes de trânsito, que apreenderam dois carros e emitiram mais de 40 autos de infração

Cinco oficinas de acessórios automotivos localizadas no Setor H Norte, em Taguatinga, foram alvos de uma operação desencadeada pela Polícia Civil (PCDF) na manhã desta quinta-feira (23/10). Segundo as investigações, os estabelecimentos comerciais vendiam, de maneira irregular, “módulos de caminhonete” — peças de alto valor e usadas para adulterar sinais identificadores de veículos.
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O trabalho foi conduzido pela Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais – Divisão de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos II (Corpatri/DRFV2) junto ao Departamento de Trânsito (Detran). A operação vistoriou as dependências internas, depósitos e áreas de exposição de peças das cinco oficinas. Como resultado, foram encontradas diversas peças automotivas de procedência duvidosa, itens sem documentação fiscal válida, bem como módulos de veículos produtos de crime, expostos para a comercialização.
Nas lojas, os agentes do Detran apreenderam cintos de segurança, airbags, sistema e suspensão. Foram lavrados mais de 40 autos de infração de trânsito e dois carros foram apreendidos e levados ao depósito. O núcleo de apoio técnico do órgão auxiliou na verificação de autenticidade e rastreabilidade de peças e identificação de possíveis irregularidades em etiquetas de segurança veicular.
Segundo a polícia, a operação, que contou com a participação de 30 policiais e cerca de 20 agentes de trânsito, visou enfraquecer o ciclo criminoso de furto, roubo e desmanche de veículos, promovendo a repressão à receptação e incentivando a regularização do comércio de peças automotivas no Distrito Federal.
Fonte: Correio Brasiliense
Politica
Eleições 2026: nenhum eleitor pode ser preso a partir desta terça
A partir desta terça-feira (20), cinco dias antes do segundo turno das eleições, nenhum eleitor pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção de prisões em flagrante delito, prisões realizadas em razão de sentença criminal condenatória por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral. 
A medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e tem como objetivo evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitores no pleito.
A legislação prevê ainda que, caso ocorra alguma prisão nesse período, a pessoa detida deverá ser imediatamente apresentada ao juiz competente. Se a autoridade judicial constatar que a detenção é ilegal, deverá determinar a soltura e responsabilizar quem a realizou.
A regra também foi aplicada no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 4.
Candidatos
Desde 10 de outubro, 15 dias antes da votação, candidatos que disputam o segundo turno também não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.
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