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Politica

Debatendo as Cidades chega a São Sebastião para discutir prioridades e cobrar soluções para a região

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Neste sábado (26), os moradores de São Sebastião terão a oportunidade de apresentar suas demandas e participar da construção de políticas públicas para a região. O Debatendo as Cidades, evento itinerante promovido pela senadora Leila do Vôlei (PDT), pelo deputado federal Reginaldo Veras (PV), pelo deputado distrital Max Maciel (PSOL) e pelo presidente do Iphan, Leandro Grass (PV), chega à RA com a missão de debater os desafios e cobrar soluções para os problemas reais enfrentados pela população. O encontro acontece às 10h, no auditório do IFB campus São Sebastião.

Com cerca de 99 mil habitantes, São Sebastião enfrenta diversos obstáculos no acesso a serviços públicos essenciais. A cidade não possui hospital público, o que obriga os moradores a percorrer longas distâncias em busca de atendimento especializado. Segundo a PDAD 2024, 90% da população depende exclusivamente do SUS. O transporte público também é precário, afetando diretamente o deslocamento de trabalhadores e estudantes.

Diante desse cenário, o Debatendo as Cidades propõe um espaço de escuta ativa e diálogo com a comunidade. As lideranças políticas progressistas vão se reunir com os moradores para, juntos, pensarem em soluções concretas e cobrar ações do governo do Distrito Federal.

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A iniciativa faz parte de uma frente ampla democrática que atua na construção de um novo projeto político para o Distrito Federal, com base na participação popular, na justiça social e no fortalecimento dos direitos de quem mais precisa. O evento é aberto a todas as lideranças e movimentos progressistas comprometidos com a transformação do DF.

Fonte: Ascom Sen. Leila Barros

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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