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Governo de Goiás abre 900 novas vagas para Aluguel Social em 13 municípios

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Goiás Social, Agehab e Seinfra ampliam Programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social, chegando pela primeira vez a 13 novas cidades goianas; ao todo, 900 novas vagas estarão abertas até o final de março

O Governo de Goiás, por meio do Goiás Social, da Agência Goiana de Habitação (Agehab) e da Secretaria de Estado da Infraestrutura (Seinfra), anuncia um novo período de inscrições para o Programa Para Ter Onde Morar – Aluguel Social, agora contemplando pela primeira vez 13 municípios com 900 vagas inéditas.

Os municípios contemplados e os números de vagas são: Bonópolis (50), Campinorte (100), Carmo do Rio Verde (50), Córrego do Ouro (30), Firminópolis (100), Itarumã (80), Jandaia (100), Lagoa Santa (50), Nazário (30), Palestina de Goiás (50), Piracanjuba (100), Porteirão (30), Rio Quente (30) e Terezópolis de Goiás (100).

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É preciso ficar atento aos prazos para inscrições. Na maioria dos municípios, a data final é 28 de março de 2025. As exceções são Porteirão, 31 de março; e Nazário, 13 de abril. As inscrições podem ser feitas pelo Aplicativo Aluguel Social ou diretamente no site da Agehab (www.goias.gov.br/agehab). O candidato também pode buscar auxílio em unidades do Vapt Vupt e nos pontos de apoio municipais. Consulte a lista completa de documentos: https://goias.gov.br/agehab/assistencia-para-realizar-inscricoes-e-apresentar-documentacao/.

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De acordo com a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, o papel do Estado é apoiar as pessoas que mais precisam com políticas públicas eficientes. “As despesas com o aluguel consomem grande parte da renda das famílias. Com essa ajuda, elas podem abrir espaço para realizar outros sonhos”, afirma.

Oportunidade
O presidente da Agehab, Alexandre Baldy, lembra que o auxílio de R$ 350 por 18 meses é uma oportunidade importante. “Nos últimos meses, o programa teve um super avanço e agora essas cidades terão sua primeira entrega do Aluguel Social. É uma grande chance para sair do aperto”, alerta, acrescentando que a ação faz parte do compromisso do Governo Estadual de garantir moradia digna para famílias que mais precisam.

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Os principais critérios para receber o benefício são: cadastro atualizado no CadÚnico, morar há pelo menos três anos no município em questão ou conforme edital e não ter imóvel próprio. Além desses três itens, é preciso atender a pelo menos um dos requisitos específicos.

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São requisitos específicos para receber o Aluguel Social o superendividamento, moradia improvisada, mulher em situação de violência, idoso, deficiente, família só com pai ou só com mãe, ter se inscrito para imóvel de programa habitacional no Estado e não ter sido contemplado (tem que estar no sistema da Agehab), cadastro em programas sociais do Estado de Goiás, bolsista do Probem ou estudante da UEG.

O secretário da Infraestrutura, Adib Elias, por sua vez, lembra que o programa foi criado em 2021 justamente para atender mais rapidamente as necessidades de famílias que engrossam as fileiras do déficit habitacional. “Já superamos a marca de 73 mil famílias atendidas com Aluguel Social em Goiás”, arremata.

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Fotos: Octacílio Queiroz e Edgard Soares

Legenda: Agehab amplia Programa Pra Ter Onde Morar – Aluguel Social e chega a 13 novas cidades goianas

Agência Goiana de Habitação – Governo de Goiás

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Politica

Consulta pública sobre políticas de igualdade racial termina hoje

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Sociedade pode contribuir através da plataforma Participa + Brasil
Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

O prazo para envio de contribuições da sociedade civil para a construção do 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Planapir) termina nesta sexta-feira (16).

As sugestões podem ser enviadas por meio da consulta pública disponível na Plataforma Participa + Brasil, do governo federal.

A consulta pública é aberta para representantes de organizações da temática da igualdade racial, movimentos de mulheres negras, quilombolas, povos tradicionais de matriz africana e de terreiro e sociedade em geral.

A ideia é que a escuta da sociedade exponha as necessidades e experiências para construção de políticas mais próximas à realidade enfrentada no país.

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De acordo com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), a participação social tem o objetivo de enviar propostas que orientem a atuação do Estado brasileiro no enfrentamento do racismo estrutural, na reparação histórica, na redução das desigualdades, na promoção de justiça racial e econômica e na efetivação de direitos.

A consulta popular ocorre após a realização da 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial (5ª Conapir), realizada em setembro de 2025.

Com o tema Igualdade e Democracia: Reparação e Justiça Racial, a conferência mobilizou cerca de 15 mil pessoas em todas as etapas locais, estaduais, temáticas e na nacional.

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Como contribuir

Os interessados podem apresentar contribuições diretamente nos objetivos estratégicos do 2º Planapir, que estão organizados em 16 eixos temáticos:

  • Eixo 1: Trabalho e Inclusão Produtiva
  • Eixo 2: Educação
  • Eixo 3: Saúde Integral e Enfrentamento ao Racismo no SUS
  • Eixo 4: Desenvolvimento Social, Assistência Social e Segurança Alimentar
  • Eixo 5: Cultura, Memória e Reparação Simbólica
  • Eixo 6: Justiça, Segurança Pública e Defesa de Direitos
  • Eixo 7: Comunidades Quilombolas
  • Eixo 8: Povos de Terreiro e de Matriz Africana
  • Eixo 9: Povos Ciganos
  • Eixo 10: Mulheres Negras
  • Eixo 11: Crianças, Adolescentes e Juventude Negra
  • Eixo 12: População LGBTQIAPN+ negra
  • Eixo 13: Justiça Climática e Enfrentamento ao Racismo Ambiental
  • Eixo 14: Comunicação Antirracista, Justiça Digital
  • Eixo 15: Política Internacional
  • Eixo 16: Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – Sinapir e Conselhos de Promoção da Igualdade Racial

Veja as formas de contribuir nesta consulta pública:

  1. Aprimorar a redação: sugerir uma forma mais acessível, precisa ou abrangente de escrever o objetivo;
  2. Incluir elementos: propor a inclusão de temas, públicos, territórios, direitos ou resultados que ampliem o alcance do objetivo;
  3. Alterar o conteúdo: propor mudanças na abrangência ou na orientação do objetivo, de acordo com as transformações que considera prioritárias;
  4. Sugerir reorganizações ou exclusões: indicar trechos que possam ser reunidos, reformulados ou retirados para aprimorar o objetivo;
  5. Propor um novo objetivo estratégico: apresentar uma proposta que contemple outras questões relevantes para o eixo.
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A orientação é que, sempre que possível, o cidadão deve descrever sua proposta e explicar como ela pode contribuir para a promoção da igualdade racial.

Em caso de dúvida ou de necessidade de mais informações, sobre esta consulta pública, o cidadão pode entrar em contato por e-mail: consultaplanapir@igualdaderacial.gov.br

Análise e consolidação

Após o período de coleta de contribuições da consulta pública, as propostas recebidas serão organizadas e analisadas no processo de consolidação do 2º Planapir.

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A análise subsidiará as decisões sobre ajustes de redação, ampliação ou reorganização dos objetivos e inclusão ou aprofundamento de temas na versão final do Plano.

2º Planapir

A participação da sociedade contribui para definir e construir as transformações e prioridades que orientarão a política nacional de promoção da igualdade racial nos próximos anos.

O 2º Plano Nacional de Promoção da Igualdade Racial pretende estabelecer compromissos concretos do Estado brasileiro para o enfrentamento ao racismo, com ações articuladas entre diferentes áreas, metas, indicadores, recursos e mecanismos de monitoramento e avaliação.

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