Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Politica

Kamala Harris garante indicação do Partido Democrata às presidenciais dos EUA

Publicado em

A vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, garantiu a indicação dos democratas nesta sexta-feira (2) para concorrer à Presidência nas eleições de novembro, confirmando sua notável ascensão como a representante do partido para enfrentar o republicano Donald Trump.Kamala foi a candidata única na cédula durante uma votação eletrônica de cinco dias com quase 4.000 delegados da convenção do partido. Ela será oficialmente nomeada em uma convenção em Chicago ainda este mês.

“É uma honra ser a candidata presumida do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos”, disse Harris, 59 anos.

Advertisement

A vice-presidente assumiu o controle total do partido desde que Joe Biden retirou sua candidatura à reeleição há duas semanas.

Nenhum outro democrata se apresentou para desafiar a ascensão de Kamala ao posto de candidata presidencial, tornando sua confirmação como primeira mulher negra e sul-asiática a assegurar a nomeação de um grande partido apenas uma formalidade.

Leia Também:  O julgamento do Tema 656 do STF, com repercussão geral, define o futuro das guardas municipais e da segurança pública no Brasil

O anúncio ocorreu enquanto Kamala se prepara para iniciar a campanha na próxima semana, quando visitará sete estados cruciais ao lado de seu companheiro de chapa — cujo nome é esperado para ser revelado nos próximos dias.

Advertisement

O Partido Democrata optou por um processo de nomeação virtual, espelhando a votação afetada pela pandemia de 2020, devido ao prazo de 7 de agosto de Ohio para os principais partidos apresentarem os nomes de seus candidatos certificados para a eleição de novembro.

A votação virtual marca o início oficial da convenção de 2024, embora na prática as festividades realmente comecem quando milhares de fiéis do partido chegarem a Chicago em 19 de agosto.

O evento contará com votos cerimoniais para Harris e seu companheiro de chapa, em uma celebração animada de sua ascensão como a cabeça de chapa.

Advertisement

A candidatura de Trump à Casa Branca sofreu uma reviravolta em 21 de julho, quando Biden, 81 anos, retirou sua candidatura, apoiando Kamala como a candidata democrata.

Leia Também:  Iges presta contas à CLDF sobre UPAs e hospitais do Sol e de Santa Maria

A vice-presidente já bateu recordes de arrecadação de fundos, lotou arenas e acabou com a vantagem de Trump sobre Biden nas pesquisas, criando um momento favorável que ela espera poder manter até a convenção e além, rumo à Casa Branca.

Kamala fará sua primeira aparição pública com seu companheiro de chapa na terça-feira, na Filadélfia, Pensilvânia — um estado crucial, cujo governador democrata, Josh Shapiro, está entre os cotados para ser vice-presidente.

Advertisement

Kamala vai passar por todos os estados da “muralha azul” – Michigan, Pensilvânia e Wisconsin – onde tentará reconstruir a coalizão que levou Biden à vitória em 2020.

A vice-presidente estenderá a visita aos estados do “Cinturão do Sol”, muito mais diversos racialmente, e aos estados do sul como Geórgia, Carolina do Norte, Arizona e Nevada, onde tentará consolidar o voto da população negra e de latinos que estavam se afastando dos democratas.

Fonte: IstoÉ

Advertisement
COMENTE ABAIXO:

Politica

Mulheres são contenção à extrema direita, mas barreiras ainda afastam parcela de baixa renda

Published

on

Eleitoras enfrentam barreiras de engajamento e a polarização em meio a discursos que tentam desacreditar sua força

As mulheres são maioria do eleitorado brasileiro e podem ser decisivas no segundo turno das eleições presidenciais. O aumento da participação política de mulheres também fica evidente no poder Legislativo, com figuras de diferentes espectros políticos garantindo votações expressivas, como a deputada estadual Eduarda Campopiano (PL-SP) e a deputada federal Érika Hilton (Psol-SP).

Ainda assim, segundo pesquisa do Projeto Brief, milhões ainda estão distantes da política, principalmente entre as mulheres de menor renda, não por considerarem que são incapazes de votar, mas por acharem que seus posicionamentos e votos não farão diferença substancial.

A cientista política Carolina Altalher, diretora executiva do Update, explica que, nas justificativas dessas mulheres, estão a descrença na mudança, custos para participar da política e uma certa frustração com o cenário atual. “Antes da gente falar de um desinteresse, a gente precisa entender quais são as barreiras que elas enfrentam e por que elas não estão enxergando resultados nessa participação”, afirma em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

Advertisement
Leia Também:  Tratamento invisível: como a maquiagem pode auxiliar os cuidados com a pele a longo prazo

Altalher avalia que campanhas que desencorajam o voto feminino e, mais que isso, questionam a capacidade das mulheres de fazer política, muito comuns nos círculos conservadores, acabam beneficiando a extrema direita. “A gente sabe que as mulheres são a contenção da extrema direita em todo o mundo e, por conta disso, acaba viralizando esse tipo de comportamento e de ideia, principalmente no Brasil, onde as mulheres são 52,8% da população. Em diferentes partes do mundo, [existe] esse tipo de estratégia para chamar atenção e para fazer algum tipo de cortina de fumaça em relação a esse voto, que é tão precioso para que a gente não tenha um avanço da extrema direita”, pondera.

Sobre alguns fenômenos nas urnas de candidaturas femininas que se elegeram com discursos violentos e até de retrocesso dos direitos das mulheres, a cientista política observa que a eleitora “não necessariamente concorda com tudo aquilo que diz a candidata”, mas faz sua escolha, muitas vezes, orientada por rejeição. “Há uma combinação entre identificação com valores, rejeição aos próprios adversários e também o reconhecimento dessa liderança, dessas falas que provocam rejeição em alguns públicos, mas para outros podem ser identificadas como algum tipo de firmeza”, avalia.

Para Carolina Altalher, só será possível compreender essas contradições se despindo de conceitos pré-estabelecidos. “Reconhecer a legitimidade da eleição também permite a gente criticar essas posições e cobrar responsabilidade por esse mandato”, pontua.

Advertisement
Leia Também:  Entrega de 139 moradias do Minha Casa, Minha Vida na Cidade Ocidental e em Águas Lindas (GO) nesta sexta-feira (17)

 

 

 

Advertisement

FONTE:

brasildefato

DIVULGAÇÃO

Advertisement
COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NO ESPORTE

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA