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Politica

Maria Angélica, Diretora de Articulação da Administração do Paranoá participa no Museu Vivo da Memória Candanga do evento alusivo ao dia da Mulher e também do Dia do Artesão

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Em uma semana bastante agitada com vários eventos e ações na cidade do Paranoá, Maria Angélica de Castro Diretora de Articulação , orientada pelo Administrador Welington Santana, esteve presente em eventos na área da Educação e da Cultura.

No sábado, a biblioteca pública do Paranoá recebeu vários inscritos para o “AULÃO GRATUITO BNB, programa da Biblioteca Nacional de Brasília, que é um preparatório para a prova mais comentada do momento, o Concurso Nacional Unificado (CNU), mais conhecido como “Enem dos Concursos” e que atenderá mais  de 10 cidades do DF. Paranoá foi a segunda cidade a ser atendida pelo Programa, vejam as fotos e depoimentos, de alunos, professor e da diretora da  Biblioteca Pública  nacional Marmenha Rosário:

Na segunda feira (18/03) na Quadra Coberta do Paranoá aconteceu a ação “Empodere-se, Mulher” que a muito era esperado pelas mulheres residentes na cidade do Paranoá, atividade que integra o calendário festivo do mês de março. Um evento organizado pela Administração do Paranoá, com apoio da Secretaria da Mulher do Distrito Federal, uma manhã exclusiva para as mulheres da cidade e teve seu início às 9h e seu término às 12h. Contou com o apoio do empresariado local  na ornamentação , lanches e brindes  que foram arrecadados  pela equipe da administração.

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A ação “Empodere-se, Mulher” reuniu 250 mulheres em busca de conhecimento, acolhimento e empoderamento. Contou com Palestras, assistência jurídica, salão de beleza, roda de conversa, café da manhã e área kids foram disponibilizados na quadra coberta da região.

Vejam fotos do evento:

Na sexta feira (22/03), a diretora Maria Angélica, representando a Administração e o Administrador do Paranoá Wellington Santana, participou a convite da gerente do Museu Vivo da Memória Candanga Eliane Rodrigues Pinheiro Falcão, do evento alusivo ao mês da Mulher e também do Dia do Artesão, um evento ao ar livre, local muito arejado e  arborizado.  Dentre muitas personalidades  contou com a presençade dona Marilda Porto, esposa do primeiro médico e diretor do Hospital Juscelino Kubitshek de Oliveira, Dr, Edson Porto.

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Estiveram presentes representantes de várias classes, como: Maria do Cerrado “Vila Planalto”, Magnolia Gomes de Oliveira “Psicologa”, entre outras personalidades. Teve danças, produtos de artesanato, entre outras atividades.

     

Fonte: Brazil Mulher

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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