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Politica

Mês da Mulher Rural: Atvos celebra data ampliando presença feminina e fortalecendo equidade no setor sucroenergético

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Crédito – Divulgação

Com o programa MOVA, companhia oferece capacitação profissional para mulheres de comunidades rurais do Centro-Oeste e Sudeste

São Paulo, outubro de 2025 – Na contramão do histórico domínio masculino na força de trabalho do agronegócio, a Atvos, uma das líderes na transição da matriz energética e uma das maiores produtoras de biocombustíveis do Brasil, tem contribuído para um novo cenário. A empresa investe no desenvolvimento pessoal e profissional de mulheres das comunidades próximas às suas oito unidades agroindustriais no Centro-Oeste e Sudeste, incentivando sua atuação como agentes de inovação, produtividade e sustentabilidade.

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A companhia oferece capacitação gratuita por meio do MOVA – Movimento Comunidade em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Os cursos abrangem as áreas agrícola e administrativa, com foco em operação de máquinas, colheita, transporte, liderança e gestão. Para apoiar a diversidade no mercado de trabalho, a companhia já disponibilizou turmas exclusivas para mulheres.

 

E recentemente, pelo quarto ano consecutivo, a Atvos conquistou o selo ‘Empresa Amiga da Mulher’. Concedido pela Subsecretaria de Estado de Políticas Públicas para Mulheres (SPPM) de Mato Grosso do Sul, o prêmio destaca as ações da companhia em prol da equidade de gênero e da valorização feminina.

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Dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apontam que a participação feminina no agronegócio passou de 7% em 2012 para 17% em 2023. A Atvos acompanha esse crescimento e hoje tem mais de 18% de mulheres em seu quadro de colaboradores — um resultado direto de ações contínuas de inclusão, educação e capacitação. A meta da companhia é alcançar 30% de participação feminina em cargos estratégicos de liderança nos próximos anos, em toda sua operação no Centro-Oeste e no Sudeste do Brasil.

 

Histórias que inspiram a transformação no setor

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O impacto das iniciativas da Atvos se reflete na trajetória de mulheres que vêm conquistando espaço em diferentes funções, das áreas técnicas às administrativas. Na Unidade Rio Claro, em Caçu (GO), Renata Lemes de Souza é exemplo de crescimento profissional. Com mais de uma década na empresa, passou de auxiliar a operadora sênior de máquinas agrícolas. “Tive muitas oportunidades e hoje exerço uma profissão que amo. Quero incentivar outras mulheres a acreditarem que é possível”, destaca.

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Na Unidade Morro Vermelho, em Mineiros (GO), Suelen Mariana Ramos se formou pelo MOVA Comunidade e, desde 2022, atua como assistente administrativo pleno. Ela reforça a importância da autoconfiança para quem deseja atuar no agro ou na bioenergia: “A Atvos incentiva a conquista de espaço pelas mulheres e nos impulsiona a sonhar mais alto”.

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Na Unidade Água Emendada, em Perolândia (GO), Fabrícia Marques Alves passou de garçonete a multiplicadora, responsável por treinar outros colaboradores na empresa. “Ao ingressar na Atvos, ganhei forças para ir além do que podia imaginar e aprendi que não podemos deixar que o preconceito nos abale na nossa profissão. Agora, como multiplicadora, estou conhecendo novas áreas que não sabia que era capaz de trabalhar”.

 

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Em Mirante do Paranapanema (SP), Raquel Benito do Nascimento quebrou barreiras ao se tornar a primeira soldadora industrial da Unidade Conquista do Pontal. Mãe e profissional dedicada, ela inspira outras mulheres: “Lugar de mulher é onde ela quiser, e seu espaço precisa ser respeitado”. Ela iniciou sua trajetória na Atvos em 2007 e hoje atua na manutenção industrial, contribuindo com planejamento, controle e serviços técnicos nas oficinas da operação.

Com quase 17 anos na Atvos, Sueli Palermo de Oliveira, a “Dona Su”, valoriza o papel como operadora de máquina agrícola na Unidade Santa Luzia, em Nova Alvorada do Sul (MS). “Para as mulheres que já estão no setor, aconselho sempre a agarrar as oportunidades. Hoje estamos no trator, na máquina, no caminhão de cana, na pipa, ocupando muitos espaços”.

Na Unidade Eldorado, em Rio Brilhante (MS), Sueli Rodrigues Fonseca ingressou há sete anos como Técnica de Enfermagem do Trabalho e hoje ocupa o cargo de Supervisora Industrial. Ela enfatiza o suporte da Atvos para o desenvolvimento profissional, conciliando carreira e estudos em Engenharia de Produção e Agronegócio. Seu recado às mulheres é claro: “A Atvos acredita em nós e oferece oportunidades para crescer. Não deixem que obstáculos limitem seus caminhos.”

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Outra história de colaboradora da Atvos que tem se destacado é a Camila Carvalho, operadora de máquina agrícola da Unidade Costa Rica, cidade homônima de MS. Ela fez o treinamento do MOVA Comunidade exclusivo para mulheres e ingressou na Atvos em 2023. Para continuar se desenvolvendo, trabalha no apoio ao seu setor quando o líder está de folga. “Meu trabalho na empresa abriu muitas portas para a educação do meu filho. Batalhei muito para superar os desafios, a insegurança e as incertezas”.

 

Sobre a Atvos

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A Atvos é uma das principais produtoras de biocombustíveis do Brasil, e também produz açúcar VHP e energia elétrica limpa e sustentável por meio da biomassa da cana-de-açúcar. A partir desta matéria-prima, a companhia tem capacidade para produzir cerca de 3,3 bilhões de litros de etanol, que podem movimentar 60 milhões de carros compactos; 750 mil toneladas de açúcar VHP, capaz de adoçar mais milhões de festas de aniversário; além de cogerar aproximadamente 4,2 mil GWh de energia elétrica a partir de biomassa, suficiente para abastecer uma população de mais de 20 milhões de pessoas. Com oito unidades agroindustriais localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo, emprega mais de 11 mil pessoas e impacta positivamente o desenvolvimento socioeconômico de 23 municípios.

 

Como um player relevante na geração de energia limpa e renovável, a empresa é uma das principais emissoras nacionais de Créditos de Descarbonização (CBIOs), tendo renovado a certificação do RenovaBio de todas as suas unidades agroindustriais até 2028. Ainda no campo da sustentabilidade, obteve as certificações ISCC EU, ISCC PLUS, ISCC CORSIA e ISCC CORSIA PLUS, que a habilitam a comercializar produtos derivados da cana-de-açúcar, como os biocombustíveis, para a União Europeia, Ásia e países do Sul Global. Esses selos reforçam sua jornada na liderança na transição energética global. Mais informações clique aqui.

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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