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Politica

Presidente do IgesDF entrega doações à primeira-dama do DF para as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul

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A iniciativa partiu de forma voluntária dos colaboradores do Instituto em prol das vítimas das enchentes no RS
texto: Luciane Paz
Imagens: Davidyson Damasceno
No dia 16 de maio, o diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Juracy Cavalcante Lacerda Júnior, fez uma visita à residência oficial do governador, acompanhado por uma equipe de colaboradores, para entregar as doações arrecadadas voluntariamente pelos colaboradores do Instituto destinadas às vítimas das recentes enchentes no Sul do país.
Acompanhado por membros da diretoria e funcionários do IgesDF, o presidente chegou à residência oficial do governador para oficializar a entrega dos itens essenciais, doados pelos colaboradores do Instituto, em uma demonstração de solidariedade e apoio às comunidades afetadas pelas enchentes.
A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, recebeu a equipe do IgesDF e expressou profunda gratidão pela generosidade e pelo apoio demonstrados pela instituição e seus colaboradores. “A solidariedade e o espírito de união demonstrados pelo IgesDF são um exemplo para todos nós. Em momentos de dificuldade, gestos como este trazem esperança e conforto para as famílias afetadas,” afirmou.
O presidente do IgesDF destacou a importância da união em momentos de crise e sobre a iniciativa dos colaboradores que de forma voluntária se juntaram para ajudar. “Este é um momento de grande necessidade, e ver nossos colaboradores se mobilizarem voluntariamente para ajudar quem precisa é inspirador. A solidariedade e o apoio mútuo são essenciais para superarmos as dificuldades,” disse Juracy Cavalcante Lacerda Júnior.
As doações incluíam alimentos não perecíveis, água potável, produtos de higiene pessoal e itens de primeira necessidade, que serão distribuídos diretamente às famílias afetadas pelas enchentes, proporcionando algum alívio em meio às dificuldades enfrentadas.
Todos os itens arrecadados serão entregues à Força Aérea Brasileira (FAB), que fará toda a logística para envio e distribuição dos itens no Rio Grande do Sul.
Assessoria de Comunicação

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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