Politica
APSi de Taguatinga recebe visita de representantes da OMS e OPAS
Os representantes da OPAS/OMAS conheceram o CAPSi de Taguatinga e as atividades desenvolvidas em assistência à comunidade. Foto: Alexandre Álvares/Agência Saúde-DF
Centro Psicossocial Infantojuvenil é referência no atendimento de crianças e adolescentes na região
O Centro de Atendimento Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) de Taguatinga [https://www.saude.df.gov.br/capsi-taguatinga] recebeu, na quinta-feira (23), a visita de representantes da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) para conhecer o trabalho de excelência realizado no centro e trocar experiências sobre saúde mental.
O CAPSi atende crianças e adolescentes (até 17 anos) com sofrimento psíquico intenso, decorrente de transtornos mentais graves e recorrentes, mas também de pacientes com sofrimentos psíquicos por uso de substâncias psicoativas (até os 15 anos).
A unidade presta assistência a todas as regiões ao redor de Taguatinga: Águas Claras, Arniqueira, Ceilândia, Sol Nascente e Por do Sol, 26 de Setembro, entre outras. O CAPSi de Taguatinga é referência para cerca de 1 milhão de pessoas no apoio em saúde mental, visando à busca pela convivência e a socialização dos usuários do sistema. De janeiro até maio, o CAPSi já realizou aproximadamente 2000 atendimentos.
O oficial-técnico da OPAS/OMS no Brasil, Victor Pavarino, conheceu o trabalho desenvolvido com as crianças e se surpreendeu com a recepção calorosa da equipe do centro. “A visita foi uma demanda do escritório de saúde mental da OMS em Genebra. O CAPSi de Taguatinga foi recomendado por ser um centro modelo em saúde mental”, comenta.
Para a oficial-técnica em Saúde Mental da OMS, a italiana Kyara Serville, a visita foi importante para vivenciar a realidade do CAPSi e trocar experiências com os profissionais de saúde mental. “Estou realmente impressionada com o trabalho da equipe multidisciplinar aqui no CAPSi. É uma oportunidade de aprender como funciona na realidade e os diferentes tipos de problemas e abordagens baseadas em necessidades específicas. Então espero que possam continuar com o trabalho e até aumentar os números do CAPSi”, ressalta a representante de Genebra.
Os visitantes conheceram o jardim sensorial, que é usado para desenvolver sensações, habilidades e capacidades nas crianças atendidas na instituição. Foto: Alexandre Álvares/Agência Saúde-DF
Os oficiais fizeram uma visita conduzida pela gerente do CAPSi de Taguatinga, Kelly Cristina Viera, que mostrou como são desenvolvidas as atividades de assistência à comunidade. “Foi uma ótima troca de experiências e vivências sobre o trabalho com crianças e adolescentes com transtorno mental. E é um orgulho ser uma referência para outras instituições”, destaca.
Os visitantes conheceram o jardim sensorial, que é usado para desenvolver sensações, habilidades e capacidades nas crianças atendidas na instituição.
CAPSi
O acolhimento do CAPSi é portas abertas, das 7h às 17h, de segunda a sexta-feira. Basta apresentar os documentos pessoais. No primeiro atendimento, os jovens devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis. [https://www.saude.df.gov.br/carta-de-servicos-caps]
No DF, existem CAPS em Brasília, Taguatinga, Sobradinho e Recanto da Emas, além do CAPS Brazlândia que presta assistência a jovens e adultos.
Saiba mais sobre o atendimento em saúde mental na rede pública do DF: https://www.saude.df.gov.br/pt/diretoria-saude-mental
Para mais informações, contate-nos pelo e-mail: entrevista.saudedf@saude.df.gov.br
Secretaria de Saúde do Distrito Federal | Assessoria de Comunicação
Politica
MAB marcha em Brasília pela valorização dos trabalhadores e pela regulamentação da PNAB
Ato nacional terá como principal pauta a redução da jornada de trabalho e a implementação da política que defende os direitos das populações atingidas
Atingidos de todo o Brasil se somam, no próximo 15 de abril, à Marcha da Classe Trabalhadora, na capital federal. A mobilização nacional tem como objetivo pressionar por avanços em direitos trabalhistas, pela valorização profissional e por melhores condições de vida e, especialmente, pelo fim da escala 6×1.
O ato é organizado por centrais sindicais, movimentos sociais e entidades representativas de variadas categorias, e já é considerado uma das principais manifestações políticas e sociais do calendário nacional de lutas. Caravanas de diferentes estados participam, a partir das 8h, da Conferência da Classe Trabalhadora, que será seguida da marcha até a Esplanada dos Ministérios e a entrega da agenda da classe trabalhadora ao Governo Federal e ao Congresso Nacional, documento que reúne as principais demandas da classe trabalhadora.
O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) participará da marcha com 11 ônibus – que chegarão de todo o Brasil -, levando à Brasília cerca de 400 atingidos do Piauí, São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. Ivanei Dalla Costa, da coordenação nacional do movimento, afirma: “A luta dos direitos dos trabalhadores é a luta dos direitos dos atingidos. Então é importante que essa unidade seja fortalecida, especialmente nesse momento em que os atingidos reivindicam sua pauta específica ao governo federal”.
“Seguiremos em luta até que todos nossos direitos sejam conquistados”, afirma Ivanei. Foto: Nane Camargos / ADAI
Ivanei lembra que a trajetória de resistência dos atingidos sempre contou com a parceria da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e que a pauta defendida pelas centrais sindicais pelo fim da escala 6×1 é uma luta histórica dos trabalhadores, que ganha destaque e precisa ser conquistada neste momento.
O texto-base da Conferência foi debatido pelos trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil e reúne propostas alinhadas aos desafios contemporâneos do mundo do trabalho. Entre as pautas defendidas estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, a geração de empregos decentes, a valorização do salário mínimo, o fortalecimento da negociação coletiva, o combate à precarização e a regulamentação do trabalho por plataformas digitais.
Em luta pela regulamentação da PNAB
Nos dias seguintes, os atingidos seguem em mobilização na capital federal pressionando pela regulamentação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB). Conquistada pelos atingidos em 2023, a Lei nº 14.755 representa um marco histórico no reconhecimento e na garantia de direitos, e agora o desafio é torná-la realidade na vida dos atingidos.
“Vamos continuar em Brasília para seguir na articulação e pressão pela regulamentação da PNAB. A lei existe, tem validade, mas para sua implementação é necessário que seja regulamentada. Isso acontece através de um decreto do governo, e por isso estamos pressionando. Já apresentamos nossa proposta de minuta do decreto para vários Ministérios. E estaremos em mobilização e debate com o governo, levando nossa proposta e construindo as melhores saídas possíveis para que a reparação e os direitos dos atingidos sejam garantidos. Este é o momento do governo federal atender nossa reivindicação”, aponta Ivanei.
Os atingidos seguirão na capital federal até o dia 17 de abril, e reforçam o convite aos parceiros e aliados da luta para que se somem neste momento de mobilização pelas pautas das populações atingidas e pela regulamentação da PNAB.
CRÉDITOS:
Foto: Nane Camargos / ADAI
Foto: Joyce Silva / MAB
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