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Politica

Senadora Damares Alves indica R$ 7 milhões para reforçar a segurança de pedestres no DF

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Entre janeiro e julho de 2024, o Distrito Federal registrou 1.810 atropelamentos, resultando em 40 mortes, apenas uma delas ocorrida em faixa de pedestres. Para mudar essa realidade e proteger quem mais precisa, a senadora Damares Alves indicou R$ 7 milhões ao Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

O investimento será destinado à construção de passarelas, à ampliação de faixas de travessia e a ações de educação no trânsito, com foco na redução de acidentes e na promoção de um trânsito mais seguro e humano.

“Investir em estrutura e educação no trânsito é salvar vidas. Nosso mandato está comprometido com a proteção das famílias, especialmente das mais vulneráveis, que caminham pelas ruas todos os dias… Gente, esse investimento significa menos atropelamentos e mais segurança no DF”, afirmou a senadora.

O valor indicado beneficiará diretamente as regiões de Planaltina e Núcleo Bandeirante, onde serão construídas passarelas no Complexo Viário do BRT Norte e na EPNB, atendendo a uma demanda antiga da população e promovendo acessibilidade com segurança.

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De acordo com dados do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), em 2023 foram registrados 87 óbitos por atropelamento, quatro deles em faixas de pedestres. A queda nos números em 2024 demonstra que o respeito à sinalização e os investimentos em infraestrutura fazem diferença.

Além das obras físicas, parte dos recursos será aplicada em campanhas educativas, promovendo uma cultura de paz no trânsito e incentivando o respeito à vida.

Assessoria de Imprensa
Senadora Damares Alves (Republicanos-DF)

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Educação

Aluno é ameaçado de morte no DF por opção política

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Agressor faz ofensas de cunho religioso em grupo de WhatsApp
Iara Balduino – repórter da Agência Brasil

“Eu juro que amanhã se você for para a escola você não volta vivo”. Essa foi a mensagem de áudio que Felipe* (nome fictício), de 17 anos, recebeu em um grupo de WhatsApp de estudantes da turma dele em uma escola no Distrito Federal.

A ameaça ocorreu ainda durante a apuração dos votos da eleição presidencial, quando o candidato Luiz Inácio Lula da Silva passou à frente. Nos áudios, os quais a Agência Brasil teve acesso, antes da ameaça de morte, o agressor fala: “você votou foi no Lula, seu esquerdista desgraçado”.

O mesmo estudante também escreveu no grupo que se o candidato Flávio Bolsonaro perdesse ele iria espancar outros cinco colegas. E completa: “só na faca”. Outro adolescente curte as mensagens e manda figurinhas de risadas. Além das ameaças, o agressor também profere mensagens de intolerância religiosa contra os colegas.

Felipe é um adolescente transgênero e segundo a mãe, Aline* (nome fictício), ele nunca sofreu transfobia na escola. Por isso, eles se espantaram com as mensagens de ódio por questões políticas.

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“A ideologia está afetando o discernimento dos jovens. Os adultos não conseguem lidar com as frustrações e ficam violentos e os jovens acabam absorvendo isso, transformam também a frustração em ódio”, disse.

Aline também contou que, por causa das agressões, Felipe passou a semana toda sem ir à escola. E ainda teme voltar na segunda-feira. E que, mesmo diantes de fatos tão graves, os dois ainda não fizeram boletim de ocorrência por medo de que o adolescente seja exposto ou sofra retaliações.

Segundo Aline, a diretora da escola informou que o aluno que mandou os áudios e mensagens foi transferido de escola e o que concordou com as mensagens, suspenso por quatro dias.

Violência nas escolas

Na última semana, uma série de casos de violência contra crianças e adolescentes relacionados à opções políticas dos jovens ou dos pais têm sido relatadas nas redes sociais.

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As agressões vão desde ofensas verbais e chacota até agressões físicas e ameaças de morte.

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