Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Saúde

Campanha pela dignidade menstrual 

Publicado em

Instituto Sabin mobiliza arrecadação de absorventes para mulheres em situação de vulnerabilidade

Freepik

A pobreza menstrual é uma realidade enfrentada por muitas mulheres que não conseguem acessar produtos e condições de higiene adequadas. Para combater esse problema e beneficiar pessoas em vulnerabilidade econômico-social com doação de absorventes, o Instituto Sabin — uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) responsável pelo investimento social privado do Grupo Sabin — promoveu a 3ª edição da Campanha Dignidade Menstrual. Neste ano, a campanha arrecadou mais de 4 mil pacotes de absorventes, com a participação ativa de 37 regionais do Grupo Sabin.

Advertisement

Em edições anteriores, a campanha somou mais de 5 mil pacotes de absorventes doados, beneficiando diretamente 4.375 pessoas e 46 organizações em todo o Brasil. Neste ano, as unidades que mais arrecadaram foram premiadas com uma quantidade adicional de produtos, ampliando o alcance da campanha. Em Brasília, nesta edição, o projeto beneficiou a AME- Associação Mulheres Esquecidas com 1.220 pacotes arrecadados.

“A pobreza menstrual é um problema de saúde pública e de equidade. Como organização responsável pelo investimento social do Grupo Sabin, que é uma empresa de alma feminina, o Instituto Sabin acredita em iniciativas que transformam realidades e promovem a dignidade das mulheres”, destaca Gabriel Cardoso, gerente executivo do Instituto Sabin.

Leia Também:  IgesDF promove evento em homenagem às mulheres na UPA de Sobradinho

Sobre o Instituto Sabin  

Advertisement

Há 19 anos o Instituto Sabin é responsável pela gestão do investimento social privado do Grupo Sabin. Organizado como uma OSCIP, com sede em Brasília e atuando em 14 estados, além do DF, o instituto tem a missão de contribuir para a melhoria da qualidade de vida, do bem-estar e da prosperidade nas comunidades onde o Grupo Sabin atua, fomentando a Inovação Social. A organização já investiu mais de R$ 66 milhões em iniciativas de impacto social, impactando diretamente mais de 2,5 milhões de pessoas. Saiba mais em: www.institutosabin.org.br

COMENTE ABAIXO:

Saúde

Empresas serão obrigadas a fiscalizar vacinas dos colaboradores?

Published

on

O que é fake news e o que realmente muda para empregadores com a Lei nº 15.377/2026.

No último dia 6 de abril, foi publicada a Lei nº 15.377/2026, que altera a CLT para determinar que empresas disponibilizem informações sobre campanhas oficiais de vacinação, HPV e cânceres de mama, colo do útero e próstata a seus empregados.

Bastaram algumas horas para os comentários na internet esquentarem. No Instagram, um seguidor do Pleno News reagiu assim: “Mais um encargo para o empresário. Preocupar com a caderneta de vacinação de um monte de marmanjo.”

Advertisement

Outras dúvidas apareceram na sequência: “Detectar câncer? Que exame é esse?” “Não quero patrão mandando no meu corpo.”
Na prática, o que esses comentários revelam é algo que vejo com frequência no meu trabalho como advogada empresarial: a desinformação sobre direito do trabalho no Brasil é grande, e ela prejudica tanto o trabalhador quanto o empresário.

Por isso, minha intenção neste artigo é esclarecer o que a Lei nº 15.377/2026 realmente diz, o que muda na prática e o que é, simplesmente, fake news.

Empresas terão que fiscalizar a caderneta de vacinação dos colaboradores?

Advertisement

Não. Essa afirmação é fake news.

A lei não cria nenhuma obrigação de controle, cobrança ou fiscalização sobre o histórico vacinal de ninguém. O que ela determina é que a empresa disponibilize informações sobre campanhas oficiais de vacinação. Informar é diferente de fiscalizar. A empresa comunica. O trabalhador decide.

Leia Também:  Hospital Regional de Santa Maria implementa Mapa de Precauções de Contato

Aliás, empresas já fazem isso rotineiramente com dezenas de outros temas: campanhas de saúde mental, prevenção de acidentes, programas de qualidade de vida. A lei apenas inclui mais um tema nesse rol de comunicação interna que o RH já conhece bem.

Advertisement

Que exame de câncer é esse? O que é o HPV e o que tem a ver com o Papanicolau?
O HPV é uma infecção sexualmente transmissível comum que, em determinados casos, pode evoluir para cânceres. O Papanicolau, o popular “preventivo”, é o exame que rastreia alterações celulares causadas pelo HPV antes que se tornem um problema grave. Para os homens, os exames de rastreamento de câncer de próstata incluem o PSA e o toque retal.

São exames simples, acessíveis pelo SUS e que salvam vidas quando feitos regularmente. O problema é que muita gente adia por não conseguir faltar ao trabalho sem prejuízo financeiro. É exatamente nesse ponto que a nova lei atua.

Quem deve se vacinar contra o HPV?
A vacina contra o HPV está disponível gratuitamente pelo SUS, mas com critérios definidos pelo Ministério da Saúde: meninas e meninos de 9 a 14 anos, pessoas imunossuprimidas ou vítimas de violência sexual até 45 anos.

Advertisement

A maioria dos trabalhadores adultos não se enquadra nesses critérios. Para essa parcela, o que a lei promove na prática é o acesso à informação sobre os exames preventivos, o principal instrumento de detecção precoce disponível para quem já passou da faixa etária da vacinação.

Leia Também:  Dia Mundial do Câncer alerta para importância da prevenção

O que muda para as empresas na prática com a Lei nº 15.377/2026?
As empresas passarão a incluir nos seus canais internos de comunicação informações sobre vacinação, HPV e os cânceres previstos na lei, seguindo as orientações do Ministério da Saúde.

A mudança mais concreta está no art. 473 da CLT: o trabalhador agora pode faltar para realizar exames preventivos sem desconto no salário. Essa ausência passa a ser falta justificada por lei. Para o RH, isso significa atualizar políticas internas e garantir que nenhum desconto indevido seja aplicado.

Advertisement

Dito isso, vale, enfim, ressaltar que a Lei nº 15.377/2026 não invade a vida privada de ninguém. Ela remove um obstáculo: o medo de perder o dia de trabalho na hora de cuidar da saúde. Diagnóstico precoce salva vidas, e uma falta justificada pode ser a diferença entre um tratamento simples e um quadro avançado.

 

 

Advertisement

CRÉDITOS:

Por Thassya Prado, advogada empresarial e idealizadora do @entendaseudireito.

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

 

Advertisement

 

 

CRÉDITOS:

Advertisement

Foto: Cristine Rochol

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

MULHER NA POLÍTICA

MULHER NA SAÚDE

MULHER SOCIAL

MULHER NO ESPORTE

MULHER CELEBRIDADE

MAIS LIDAS DA SEMANA