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Rosangela Moro desafia governo a condenar mentira de Lula sobre ‘armação’

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A deputada ressalta que as ameaças são resultado do trabalho feito contra o crime organizado. Foto: Assessoria de imprensa

Mulher de Moro era um dos alvos de plano para matar autoridades

Inspirada pela iniciativa do Palácio do Planalto em combater a desinformação que fomenta discursos de ódio no País, na campanha “Brasil contra Fake”, a deputada federal Rosangela Moro (União-SP) desafiou a ferramenta lançada neste fim de semana pela Presidência da República a desmentir o próprio chefe do Palácio do Planalto, sobre a Operação Sequaz.

Sem provas, Lula resumiu a uma “armação” a ação que uniu órgãos de segurança e do Judiciário contra um plano da facção PCC para matar autoridades. E acusou o esposo da deputada e senador Sérgio Moro (União-PR) de forjar a operação que visava preservar a vida da família da parlamentar e o promotor de Justiça Paulista, Lincoln Gakiya.

Ao provocar o Governo Federal a combater a desinformação difundida pelo presidente, Rosangela Moro exibiu o vídeo da campanha Brasil contra Fake, e citou o trecho que o governo de Lula afirma ser “hora de frear o ódio, parar de repassar informações falsas… porque quem espalha fake news, espalha destruição”.

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“Concordo. Aguardo ansiosa na página Brasil contra Fake que a Secom esclareça que a Operação Sequaz é de verdade”, desafiou a deputada, em tom de ironia, citando a Secretaria de Comunicação social da Presidência da República (Secom).

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Diário do Poder também questionou a Secom de Lula sobre a possibilidade de a campanha do Palácio do Planalto esclarecer a desinformação constante na fala do presidente Lula, que afirmou ser “visível que é uma trama do Moro”, ao acusar o ex-juiz da Lava Jato, responsável pela condenação que levou o petista a ser preso, em 2018. As sentenças do ex-juiz contra Lula foram invalidadas, por irregularidades processuais.

Fonte: Diário do Poder
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Dia Internacional da Mulher (8 de março) – Mulheres na Política: Cotas, Representatividade e o Futuro Eleitoral de 2026

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Em ano eleitoral, o próximo dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – é a oportunidade ideal para debater a importância estratégica das mulheres na política brasileira. Com as eleições de 2026 se aproximando, temas como as lutas históricas pelo sufrágio e igualdade, a efetividade das cotas de gênero (que garantem 30% de candidaturas femininas), os desafios de financiamento e visibilidade, e o posicionamento partidário das mulheres ganham urgência. Como as mulheres devem se posicionar no campo político para ampliar sua influência e transformar o Congresso e as assembleias em espaços mais representativos?

À disposição para entrevistas, debates e mesas-redondas: Tatiane Fabíola , presidente do Podemos Mulher DF. Líder experiente no empoderamento feminino na política local, Tatiane traz expertise sobre a representatividade feminina no Distrito Federal e no Brasil.

– A relevância das cotas e sua implementação prática nos partidos.
– O papel das mulheres nos partidos como agentes de mudança em 2026.
– Estratégias para reforçar a presença feminina no cenário eleitoral, combatendo desigualdades históricas.
– Exemplos de conquistas e desafios no Podemos Mulher DF.

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“Essa pauta reforça a necessidade de mais mulheres na política para uma democracia plena – o momento pede para ampliarmos o debate!”, reforça a presidente do Podemos Mulher DF, Tatiane Fabíola.

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